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sexta-feira, 1 de junho de 2018

Evento promove debate sobre masculinidade negra em SP

Atividade que acontece no Sesc Ipiranga aborda subjetividade relativa ao universo de homens negros
O que você queria ter sido na infância? Qual era o perfil de garoto que você gostaria de ter? Como familiares, professores e demais pessoas te recriminavam, pois era necessário seguir um modelo estabelecido pela sociedade?

“Precisamos analisar o racismo em perspectiva histórica”, afirma pesquisadora negra

Ana Flávia Magalhães, professora de história da Universidade de Brasília e integrante do movimento negro, concedeu entrevista ao Alma Preta sobre a realização do II Seminário Internacional Histórias do Pós-Abolição no Mundo Atlântico, encontro que reuniu uma maioria de historiadores negros e negras na FGV
O II Seminário Internacional Histórias do Pós-Abolição no Mundo Atlântico “superou as nossas melhores expectativas”, conta Ana Flávia Magalhães, professora-ativista negra da Universidade de Brasília (UnB) e coordenadora do GT Emancipações e Pós-Abolição, da Associação Nacional de História (Anpuh). O encontro, com mais de 500 inscritos, levou centenas de estudiosos a ocupar a Fundação Getúlio Vargas (FGV) no bairro de Botafogo, Zona Sul do Rio de Janeiro, entre os dias 15 e 18 de maio.

UNIDi: Iniciativa de mães contra abuso de crianças e lei de alienação parental

28/05/2018

Durante a Virada Feminista promovida pelo Ministério Público de São Paulo neste fim de semana, foi anunciado o lançamento do UNIDi, uma iniciativa de mães em parceria com  Instituições, Organizações, Entidades e a Sociedade em geral para com o objetivo de enfrentar a Violência e Abuso sexual Infantil e também a Lei de Alienação Parental.

Acesse a plataforma, se informe e faça parte: https://www.unidi.com.br/

Efeito Marielle: mulheres negras entram na política por legado da vereadora

Assassinato de Marielle Franco despertou em mulheres jovens, negras e periféricas o desejo de ir à luta e manter o legado da vereadora através de candidaturas
30 MAI 2018
assassinato da vereadora carioca Marielle Franco (PSOL) chocou o Brasil pela brutalidade do crime e por ter representado um ataque direto a muitos símbolos: mulher, negra, lésbica e favelada. Mais do que uma pessoa, as balas feriram grupos e ideais. Um amigo de longa data dela, o geógrafo Lourenço Cezar, chegou a dizer à Ponte que a pessoa que disparou contra ela deveria ter conhecimentos de ciências sociais, já que, com os tiros, conseguiu atingir inúmeras pessoas de uma única vez.

Nome social e o debate de gênero na escola


quarta-feira, 30 de maio de 2018

Vitória pró-aborto na Irlanda surpreende até mesmo ativistas

Organizadores da campanha pelo abrandamento da Constituição em relação ao aborto trabalharam duro para vencer referendo, mas nem eles esperavam tamanho sucesso. Tragédia de uma imigrante impulsionou o resultado.
  • 27.05.2018
  • Gavan Reilly (de Dublin
Todos os participantes da campanha pelo "sim" ao aborto esperavam que seu trabalho levasse a causa para além da linha de chegada. Todos percebiam uma vontade pública sólida por mudança – mas também temiam que os votos da Irlanda rural mais pacata, conservadora, pudessem suplantar o "viva e deixe viver" dos moradores urbanos.
Todos esperavam fervorosamente ter feito o suficiente para vencer. Não precisava ser uma vitória esmagadora, bastava a maioria mínima necessária.

'Empoderamento é um instrumento de luta social'

por Carol Castro — publicado 25/05/2018

Para a autora do recém-lançado 'O que é empoderamento?', não faz sentido se empoderar sozinha: 'é algo simbiótico, precisa ser individual e coletivo'

'Acho que vamos passar por uma nova fase no Brasil. De questionar e pleitear lugares que nos foram historicamente negados'

A arquiteta e assistente parlamentar Joice Berth viveu a infância toda em conflito. Na escola privada, onde estudou até a sétima série do ensino fundamental, enfrentava um mundo solitário. Só tinha uma amiga, negra como ela -  todo os outros alunos do colégio eram brancos. E se a menina faltasse, era certeza que passaria o intervalo sozinha.

Jornalismo Girl Power

A portuguesa Mariana Santos ficou incomodada com a escassez de mulheres em posição de chefia no jornalismo latino-americano. Criou um movimento para mudar o cenário

REDAÇÃO ÉPOCA
24/05/2018 

A portuguesa Mariana Santos lembra que,há cinco anos, saiu numa espécie de peregrinação pela América Latina, com uma mochila nas costas e um projeto ambicioso na cabeça. Em 2013, Mariana criou o Chicas Poderosas, uma organização que trabalha para ajudar mulheres a empreender no mercado de mídia Latino Americano. O projeto surgiu de um incômodo - Mariana viera para a América Latina como bolsista de um programa do Centro Internacional para Jornalistas (ICFJ) . E ficou surpresa com a escassez de mulheres em cargos de chefia nas organizações de mídia do continente.

Cármen Lúcia: Lei do Ventre Livre é de 1871, mas brasileirinhos ainda nascem na prisão

CNJ
25/05/2018

Em entrevista ao programa Link CNJ, que vai ar às quintas-feiras às 21h30 na Tv Justiça, a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministra Cármen Lúcia, afirmou que o Cadastro Nacional de Presos, em fase de implantação nos tribunais, vai resolver um dos maiores problemas do sistema carcerário: a falta de informações precisas sobre as pessoas detidas no País.

A doutrina sexista também é ideologia de gênero?

É com perplexidade e irresignação que vemos o noticiado avanço de projeto de lei no Congresso Nacional que quer proibir o debate sobre gênero nas escolas. Sabe-se que o projeto neoconservador[1] tem amplo apoio de bancadas e parlamentares alinhados a doutrinas neopentecostais e que estão unificados em torno da recusa a uma suposta “doutrinação” baseada no que denominam “ideologia de gênero” e a defesa da “família”.

Pensão previdenciária para amantes e a jurisprudência do STF e do STJ

Diante da grande divulgação que foi feita em relação a um acórdão que atribuiu pensão previdenciária para uma amante, neste artigo resolvi esclarecer de uma vez por todas que esse tipo de decisão é passível de recurso e que a corte superior que o julgará tem pensamento uniforme em não atribuir direitos à mancebia.

Justiça condena infiéis a pagarem danos morais a ex-companheiros

Publicado por: Amara Alcântara em 30/05/2018

Apesar de o adultério ter deixado de ser crime há mais de uma década, maridos e mulheres infiéis continuam a responder pelas traições na Justiça. Juízes vêm entendendo que o sofrimento causado ao ex-parceiro deve ser compensado com o pagamento de danos morais. Especialmente nos casos em que a pessoa tornou público o relacionamento extraconjugal, a ponto de humilhar ou mesmo submeter o companheiro a uma situação de vexame.

‘Garotas Mortas’: O machismo e a filosofia do garfo

Em ‘Garotas Mortas’, a argentina Selva Almada aborda a violência machista sem demagogia

O próprio título já é uma declaração contundente de intenções narrativas: seco, espartano, antipoético, quase voluntariamente feísta. Descrição cartorial e direta: Garotas Mortas (Todavia Livros, 2018). Em seu romance anterior, Ladrilleros (tijoleiros), de 2013, Selva Almada já mostrava essa propensão ao olhar de cirurgião desapegado, de observador que procura separar as emoções porque sabe que o que está contando não precisa de adornos nem subjetividades.

Histórias de Ninar para Garotas Rebeldes: Yusra Mardini, lido por Poliana Okimoto

Um podcast com contos de fadas sobre as mulheres extraordinárias que nos inspiram

por B9
Era uma vez uma menina que adorava nadar. Seu nome era Yusra Mardini. Ela nasceu em Damasco, na Síria, um país há muito tempo tomado pela guerra. Quando sua casa foi destruída por uma bomba, sabia que teria que deixar o país, então ela e sua família fugiram em um barco cheio de refugiados. Quando o motor quebrou, ela e suas irmãs se tornaram heroínas, nadando e puxando o barco para segurança. Na Alemanha, Yusra encontrou a glória como uma das primeiras equipes de refugiados a competir nas Olimpíadas.

Quebrando o tabu



IndevhCoaching
Publicado em 15 de mar de 2018
Se homens e mulheres fizerem as mesmas coisas, nas mesmas condições e com a mesma qualidade, por quê mulheres ganham até 20% menos?