Contribua com o SOS Ação Mulher e Família na prevenção e no enfrentamento da violência doméstica e intrafamiliar

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sábado, 4 de maio de 2019

ITTC lança pesquisa sobre audiências de custódia e mulheres



Sexta-feira, 3 de maio de 2019
O Programa Justiça Sem Muros, do ITTC, lança seu mais recente relatório “MulhereSemPrisão: enfrentando a (in)visibilidade das mulheres submetidas à justiça criminal” no próximo dia 7 de maio, terça-feira, às 18h, na Matilha Cultural. No evento, também será lançada uma animação sobre o tema, apresentando os principais resultados da pesquisa.

Aplicativo facilita socorro às vítimas de violência doméstica

Mecanismo mostra localização da mulher em situação de perigo.
sábado, 4 de maio de 2019
O aplicativo Juntas – PLP 2.0, mecanismo de combate à violência doméstica, possibilita que mulheres em situação de perigo enviem, pelo celular, um pedido de socorro a pessoas previamente cadastradas, que recebem, por mensagem, a exata localização da vítima. Com ele, mulheres expostas à violência doméstica podem construir uma rede pessoal de proteção.
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Jacinda Ardern: quando a coragem restaura a política



Primeira-ministra da Nova Zelândia torna-se exemplo internacional ao abraçar comunidade islâmica, alvo de atentado terrorista em seu país, e politizar a vida privada, dando à luz no poder
por Inês Castilho
Publicado 02/04/2019
Duas semanas após o ataque terrorista contra muçulmanos na Nova Zelândia, mais de 20 mil manifestantes se reuniram para homenagear as vítimas na sexta-feira, 29 de março, num parque próximo à mesquita Al Noor, onde tombaram mais de 40 pessoas. Na sexta-feira 15 de março, dia islâmico de orações, um homem australiano de extrema direita invadira duas mesquitas e metralhara 50 pessoas na cidade de Christchurch, na Ilha do Sul da Nova Zelândia.

Alto índice de estupro de menores no Rio reforça necessidade de educação sexual nas escolas

Dossiê Mulher mostra que 70% das vítimas em 2018 no estado tinham até 17 anos e parte significativa dos crimes foi cometida por familiares
Por Lola Ferreira*
2 DE MAIO DE 2019

No final de abril, Sara Winter, recém nomeada uma das coordenadoras do Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos, revelou que pretende acabar com as discussões sobre educação sexual e substituí-las por “educação afetiva”. A fala de Winter, responsável pelas políticas de maternidade na pasta, se relaciona com um dos principais problemas apontados pelos dados do Dossiê Mulher, divulgado pelo Instituto de Segurança Pública do Rio de Janeiro esta semana. No estado, 70% das vítimas de estupro em 2018 eram crianças e adolescentes com até 17 anos. A principal política apontada por pesquisadores para ajudar a combater esse fenômeno é justamente a educação sexual, que Winter pretende combater.

O que está em jogo com o retorno da discussão sobre a “PEC da Vida”

Desarquivada em fevereiro, proposta que garante “direito à vida desde a concepção” será votada na CCJ do Senado na próxima semana e não há garantia de que serão mantidos casos em que aborto já é permitido
Por Lola Ferreira*
2 DE MAIO DE 2019
Gênero e número
Não se pune aborto praticado por médico se não houver outra forma de salvar a vida da gestante ou se a gestação resultar de estupro. A definição está no artigo 128 do Código Penal Brasileiro, mas pode ser alterada pelos senadores no próximo dia 8. Está prevista para esta data a votação na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado Federal da PEC 29/2015, chamada de “PEC da Vida” pelos favoráveis ao texto.

quinta-feira, 2 de maio de 2019

Beleza Pra Quem? 1 – O que seu espelho diz sobre você?

Escolha ser você
por B9
Está no ar o primeiro episódio do Beleza Pra Quem?, o novo podcast do B9.

Apresentado por Marina Santa Helena, o programa está sendo feito em parceria com a Anacapri e vai te fazer um convite para juntos refletirmos sobre o processo de autoconhecimento e caminhos para uma autoestima sustentável.

Defensores Públicos lançam campanha sobre direitos das mulheres no MASP

Por Wellington Botelho
 
Defensores Públicos lançam campanha sobre direitos das mulheres no MASP
Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que no Brasil o número de mulheres (51,6%) é superior ao de homens (48,4%). Apesar de estarem em maior proporção, observa-se que as mulheres no país vivem constantes situações de risco e que as políticas públicas que combatem as discriminações sofridas por elas são reduzidas ou ineficazes. Por tudo isso, a Associação Nacional das Defensoras e Defensores Públicos (ANADEP) lançará, no dia 3 de maio, no vão do MASP (Museu de Arte de São Paulo), na capital Paulista (SP), a campanha "Em Defesa Delas: defensoras e defensores públicos pela garantia dos direitos das mulheres”. A iniciativa terá como objetivo apresentar à população o trabalho da Defensoria Pública em favor das mulheres que necessitam de acesso à Justiça para a garantia dos seus direitos.

Existe feminismo indígena? Seis mulheres dizem pelo que lutam

Indígenas debatem questões como violência, igualdade de direitos e hipersexualização. Elas afirmam que a Lei Maria da Penha não contempla suas especificidades

Quais são as reivindicações das indígenas? Perguntamos a mulheres de diversas etnias quais são as pautas prioritárias na luta por direitos e igualdade Foto: Arte de Carolina Oyama sobre foto da Reuters

Quais são as reivindicações das indígenas? Perguntamos a mulheres de diversas etnias quais são as pautas prioritárias na luta por direitos e igualdade Foto: Arte de Carolina Oyama sobre foto da Reuters
RIO - As mulheres estão na linha de frente da luta do movimento indígena e têm ganhado visibilidade e espaço como lideranças. Em 2018, 30 anos após a promulgação da Constituição Federal (1988), a primeira indígena foi eleita para representar o estado de Roraima no Congresso Nacional, a deputada Joênia Wapichana (Rede), e a líder indígena Sonia Guajajara concorreu como vice-presidente na chapa do candidato Guilherme Boulos (PSOL). Mas, apesar disso, é possível falar em um feminismo indígena? Quais são as suas reivindicações? Perguntamos a mulheres de diversas etnias quais são as pautas prioritárias na luta por direitos e igualdade.

O BRASIL ESTÁ A DISPOSIÇÃO DOS TURISTAS. NÓS, MULHERES, NÃO!, POR COLETIVO MPT MULHERES


02/05/2019
O Coletivo MPT Mulheres, movimento integrado por membras do Ministério Público do Trabalho, Rede Feminista de Juristas – DeFEMde, Movimento da Mulher Negra Brasileira – MMNB, Mulheres pela Justiça, ColetivA de Mulheres Defensoras Publicas do Brasil, Marcha das Mulheres Negras de São Paulo, Federação das Mulheres Paulistas, Confederação das Mulheres do Brasil, Coletivo Mais Respeito, Coletivo de Mulheres do SINTRAJUD, Associação de Juízes pela Democracia – AJD, Associação Brasileira de Juristas pela Democracia – ABJD, Coletivo MP Transforma, Defensores pela Democracia, ANPT – Associação Nacional de Procuradores do Trabalho, Associação Brasileira de Advogados Trabalhistas – ABRAT, Instituto de Pesquisas e Estudos Avançados da Magistratura e do Ministério Público do Trabalho – IPEATRA, juristas, professoras, pesquisadoras, profissionais, estudantes e pessoas abaixo assinadas, vêm manifestar repúdio à declaração pública do Presidente da República Jair Messias Bolsonaro, durante café da manhã com jornalistas, no dia 25/04/2019, no Palácio do Planalto, em que afirma: “Quem quiser vir aqui fazer sexo com uma mulher, fique à vontade. Agora, não pode ficar conhecido como paraíso do mundo gay aqui dentro”.

AÇÃO CONTRA A PEC 29 – EMENDA CONSTITUCIONAL AMEAÇA DIREITO AO ABORTO NO BRASIL

02/05/2019
A PEC 29/2015 está em discussão na Comissão de Constituição e Justiça do Senado. Se aprovada, abrirá caminho para a restrição absoluta do direito à interrupção da gravidez no País.
Apresentada em 2015 pelo ex-senador Magno Malta (PR/ES), a PEC 29 propõe a inclusão do direito à vida desde a concepção no preâmbulo da Constituição Federal.

“É preciso dizer mais ‘conte-me’, ‘perdoe-me’ e ‘te amo’”


O psiquiatra Luis Rojas Marcos
O psiquiatra Luis Rojas Marcos B.P.


São sete horas de uma noite fria de primavera. Este senhor que aparenta ter uma década menos de seus 75 anos passou o dia todo falando sobre seu livro e, com a desculpa de que esta é sua última entrevista e me vê chegar perturbada, me arrasta para o bar do hotel Palace em Madri para me convidar para um café e, de passagem, tomar um “cuba-libre como se deve” como prêmio pelo fim da jornada. Serve-o, solícito, seu garçom, um profissional que, a base de atendê-lo em suas quatro ou cinco visitas anuais à Espanha vindo de Nova York, onde vive há meio século, tornou-se um amigo. Barman e psiquiatra. Difícil encontrar dois ofícios em que se escute mais ao outro. Estou com sorte.

Suicídios de adolescentes aumentaram nos EUA depois da estreia de ‘13 Reasons Why’


suicidios
Dylan Minnette e Katherine Langford na série de Netflix 'Thirteen Reasons Why'.


Desde que a Netflix estreou a série 13 Reasons Why, em que um adolescente grava em 13 fitas as razões pelas quais decide tirar a própria vida, a controvérsia sobre o possível efeito de contágio nos mais jovens está presente. Um estudo recente alimenta os argumentos dos críticos: no mês seguinte à estreia nos Estados Unidos, em 31 de março de 2017, os suicídios na faixa dos 10 aos 17 anos aumentaram 28,9% em todo o país. Embora os próprios autores alertem que não se pode estabelecer uma relação de causalidade, duas especialistas consultadas apontam para o perigo de a mídia apresentar o suicídio em termos idealizados: é importante falar do suicídio, sim, mas em termos de prevenção e encorajando os adolescentes nessa situação a buscar ajuda.

Como o lobby contra o aborto avança no Brasil

Grupos de pressão fazem avançar no Congresso Nacional projetos contrários à interrupção da gravidez em qualquer circunstância. Frente parlamentar em defesa da vida reúne mais de 200 congressistas na legislatura atual
LUIZA VILLAMÉA E MÔNICA TARANTINO
El País
São Paulo 30 ABR 2019
lobby contra o aborto no Brasil
Manifestantes fazem protesto contra o aborto na avenida Paulista, em São Paulo. 
Uma rede de organizações espalhadas por todo o Brasil está cada vez mais presente –e influente– no Congresso Nacional. Tem como principal bandeira proibir o aborto no país e influenciar os 35 projetos sobre os direitos sexuais e reprodutivos da mulher que tramitam na Câmara dos Deputados e no Senado. E novos projetos nessa linha continuam a chegar, junto com parlamentares de primeiro mandato eleitos com os votos dessa rede, como o senador Eduardo Girão (Pode-CE) e as deputadas Chris Tonietto (PSL-RJ) e Flordelis (PSD-RJ). Novatos e antigos são abordados por ativistas da causa até nos cafés do Congresso. “É onde acontecem os encontros, por onde passam os tomadores de decisão”, assume Hermes Rodrigues Nery, coordenador do Movimento Legislação e Vida, uma grande liderança contra o aborto no Brasil e presença constante no Congresso.

Cavalheiro ou controlador? Quando o cadeado do amor significa posse e maus-tratos

PM do DF quer tirar armas de militares acusados de violência doméstica

Objetivo é recolher armamento particular de suspeitos. Processo administrativo tramita desde 2017.

Por Pedro Alves, G1 DF
02/05/2019 
A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) estuda publicar portaria determinando o recolhimento das armas particulares de PMs acusados de violência doméstica. A medida é analisada desde 2017 na corporação, mas ainda não há definição sobre o tema.