Se você acompanha o surfe, já deve ter ouvido falar da “Tempestade brasileira”, em referência aos atletas que invadiram o campeonato mundial e que estão batendo recordes e trazendo títulos para casa. Entre o fenômeno esportivo, nenhuma mulher citada — ainda. E não é por falta de talento ou de entrega na performance. Entre os 13 nomes na elite do esporte, dois são femininos: Tatiana Weston-Webb, a havaiana-brasileira que vestiu a lycra verde e amarela em 2018 e é aposta brazuca, e Silvana Lima, que atingiu a marca de melhor surfista brasileira por oito vezes e chegou ao vice-campeonato mundial em duas oportunidades. Em 2019, depois de 27 anos de disparidade, ambas irão presenciar algo inédito: o circuito mundial terá suas premiações masculina e feminina equiparadas.
Rio Grande do Norte teve aumento de 214% na taxa de mulheres mortas entre 2007 e 2017; ao analisar raça, o aumento para mulheres negras foi de 385%, segundo o Atlas da Violência 2019








