27 DE JUNHO DE 2019 | JOSÉ GERALDO COUTO
No afã de resumir Divino amor em poucas palavras, alguns de seus primeiros espectadores o definiram como uma distopia em que, no Brasil de 2027, o Carnaval foi abolido e instaurou-se uma espécie de teocracia evangélica. Fui ao filme com essa expectativa e saí desnorteado. O novo filme de Gabriel Mascaro é muito mais complexo, desconcertante, inapreensível em sua totalidade.



