Uma das organizadoras da Marcha das Mulheres Indígenas, Celia Xakriabá destaca as ameaças que a comunidade tem sofrido durante a pandemia de coronavírus e alerta para o perigo de equiparar a atuação de missões religiosas a de profissionais de saúde nestes locais
Coronavírus de um lado e invasores e grileiros de outro. Neste cenário de pandemia global de covid-19, os povos indígenas travam uma batalha contra a proliferação do vírus nos territórios ao mesmo tempo em que sofrem com as invasões e precisam continuar a lutar pelo direito à terra. Dependentes de um sistema de saúde que tem problemas de acesso e articulação, a população teme um genocídio.







