Contribua com o SOS Ação Mulher e Família na prevenção e no enfrentamento da violência doméstica e intrafamiliar

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quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

Mapa virtual identifica as cidades e países mais amigáveis aos LGBTQ+

De acordo com o site, São Paulo e Rio de Janeiro são cidades extremamente receptivas aos membros da comunidade

por Pedro Strazza
24.jan.2018

Quando a sua orientação sexual ou seu gênero bate com uma das letras da comunidade LGBTQ+, é muito provável que sua inserção em certos ambientes seja extremamente prejudicada pelo preconceito de outros. Se assumir como gay, lésbica, transsexual, bissexual ou qualquer outra sexualidade que seja diferente da heteronormatividade é considerado em alguns países e cidades um mero gesto correto de afirmação da real identidade do cidadão, mas em outros lugares o atraso social é tão grande que só o fato de você ser homossexual já te faz um criminoso naquela comunidade. Aos membros LGBTQ+ que querem conhecer o mundo, esse sem dúvida é um ponto que pesa bastante na escolha de seus próximos destinos.

Rachel Morrison é a primeira mulher da História a ser indicada ao Oscar de Melhor Fotografia

Demorou só 651 indicações para a Academia enfim quebrar este jejum histórico da categoria

por Pedro Strazza
23.jan.2018

Naruhodo #98 – Por que precisamos falar sobre suicídio?

O podcast pra quem tem fome de aprender

por Naruhodo!
25.set.2017

O suicídio é considerado um problema de saúde pública no Brasil: de acordo com os números oficiais, 32 brasileiros se matam por dia.

Essa taxa é maior do que a de vítimas de AIDS e da maioria dos tipos de câncer.

Setembro Amarelo é uma campanha mundial que ocorre em todo o mês de setembro, para prevenção de suicídio.

No Brasil, é uma iniciativa do Centro de Valorização da Vida (CVV), Conselho Federal de Medicina (CFM) e Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP).

A ideia é promover atividades que abram espaço para conversas sobre suicídio, alertando a população sobre a importância de sua discussão.

Saiba mais neste episódio do Naruhodo! — no papo entre o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza.

OUÇA (46min 52s)


Lei que proíbe propaganda sexista no Rio prevê multa de até R$ 1,3 mlhão

Cidadãos poderão denunciar anúncios para secretaria da Alerj

10/01/2018
As companhias que veicularem campanhas publicitárias de conteúdo misógino e sexista ou que estimularem a violência contra a mulher de qualquer outra forma poderão ser multadas, de acordo com uma lei publicada no Diário Oficial do Poder Executivo nesta quarta-feira. O projeto foi aprovado pela Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) no ano passado e sancionada pelo governador Luiz Fernando Pezão (PMDB).
A proposta da bancada feminina da Alerj prevê ainda a suspensão da divulgação das peças publicitárias em questão, com base na Lei 7.835, de 2018. Em vigor a partir desta quarta-feira, a nova legislação ordena a retirada “do ar de toda e qualquer veiculação publicitária misógina, sexista ou estimuladora de agressão e violência sexual, no âmbito do Rio”. Os valores das sanções, que variam conforme o tipo de veículo de mídia explorado, podem ser somados caso a empresa contrate mais de uma plataforma para o anúncio.

Governos negociarão acordo para estabelecer punições em casos de violência no trabalho

Agência Patrícia Galvão
22/01/2018

Oficialmente, convenção da OIT tratará da violência no trabalho, mas o abuso nos locais de trabalho e o problema de assédio contra mulheres estarão pela primeira vez incluídos.
Governos de todo o mundo negociarão uma nova convenção internacional para estabelecer regras de punição sobre a violência no trabalho, além de obrigações para estados e empregadores diante de denúncias. Em meio ao debate sobre o assédio que mulheres em diferentes setores vem enfrentando, a Organização Internacional do Trabalho (OIT) estima que um novo tratado poderá estar concluído em 2019.
Oficialmente, a convenção tratará da violência no trabalho, o que irá incluir todos os tipos de agressões contra qualquer empregado. Mas o abuso nos locais de trabalho e o problema de assédio contra mulheres estarão pela primeira vez incluídos.

#LeiamNossosCartazes, por Magaly Marques

Agência Patrícia Galvão
22/01/2018

A melhor parte de um protesto ou manifestação é testemunhar a criatividade das pessoas ao expressar os motivos que as levaram até lá: os cartazes! No aniversário da Marcha das Mulheres este sábado (20), pude ver aqui em Los Angeles a diferença entre o que motivou as pessoas na Marcha das Mulheres de 2017 e o que as levou às ruas este fim de semana.
“Ainda estamos aqui” foi uma das declarações mais óbvias de resistência ao estado atual da política e da sociedade. Mas, porque as coisas mudam, apesar dos insistentes ataques que continuam existindo ao nosso feminismo diário, também vimos cartazes diferentes: “Construir o Muro, sim – entre Igreja e Estado”, “Nós somos TODAS as mulheres, pessoas trans, imigrantes, LGBTQIA, mulheres negras, pessoas de cor etc.”, “Saúde é um Direito Humano”,  “Homens serão Seres Humanos” e “O Patriarcado não vai implodir por si mesmo”.

Morte de mulheres é “verdadeira derrota” para o Brasil, diz ONG Human Rights Watch

Agência Patrícia Galvão
18/01/2018

Leis específicas de combate à violência contra a mulher, no Brasil, ainda não representam garantia de punição aos agressores, tampouco de políticas públicas efetivas e preventivas quanto a esses casos na área de segurança. A avaliação é de representantes da ONG Human Rights Watch no Brasil e foi feita nesta quinta-feira (18), em São Paulo, durante apresentação do relatório anual da entidade — uma das principais vozes na defesa dos direitos humanos no mundo.
No caso do Brasil, o documento apontou que casos crônicos de violações aos direitos humanos persistem. A violência contra a mulher, ao lado da ação violenta das polícias e da situação nos presídios, são exemplos de destaque.

Jacira Melo, diretora do Instituto Patrícia Galvão, comenta temas violentos em músicas no programa Hora E+


Transmitido ao vivo em 23 de jan de 2018

O Hora E+ fala sobre músicas que possuem temas violentos com Jacira Melo, editora-executiva do Instituto Patrícia Galvão, que tem diversas iniciativas pelos direitos das mulheres.

quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

Brasileira vence concurso internacional de pôsteres sobre o Holocausto

A designer brasileira Júlia Cristofi, de 26 anos, moradora de São Caetano do Sul (SP), ficou em primeiro lugar na Competição Internacional de Pôsteres sobre o Holocausto, concurso cuja etapa brasileira foi promovida pelo Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio) em conjunto com representantes do memorial israelense Yad Vashem.

ONU
23/01/2018
Pôster criado pela designer brasileira Júlia Cristofi.
Pôster criado pela designer brasileira Júlia Cristofi
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A designer brasileira Júlia Cristofi, de 26 anos, moradora de São Caetano do Sul (SP), ficou em primeiro lugar na Competição Internacional de Pôsteres sobre o Holocausto, concurso cuja etapa brasileira foi promovida pelo Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio) em conjunto com representantes do memorial israelense Yad Vashem.

Objetivo 5. Alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas

5.1 Acabar com todas as formas de discriminação contra todas as mulheres e meninas em toda parte

5.2 Eliminar todas as formas de violência contra todas as mulheres e meninas nas esferas públicas e privadas, incluindo o tráfico e exploração sexual e de outros tipos

5.3 Eliminar todas as práticas nocivas, como os casamentos prematuros, forçados e de crianças e mutilações genitais femininas
5.4 Reconhecer e valorizar o trabalho de assistência e doméstico não remunerado, por meio da disponibilização de serviços públicos, infraestrutura e políticas de proteção social, bem como a promoção da responsabilidade compartilhada dentro do lar e da família, conforme os contextos nacionais
5.5 Garantir a participação plena e efetiva das mulheres e a igualdade de oportunidades para a liderança em todos os níveis de tomada de decisão na vida política, econômica e pública
5.6 Assegurar o acesso universal à saúde sexual e reprodutiva e os direitos reprodutivos, como acordado em conformidade com o Programa de Ação da Conferência Internacional sobre População e Desenvolvimento e com a Plataforma de Ação de Pequim e os documentos resultantes de suas conferências de revisão
5.a Realizar reformas para dar às mulheres direitos iguais aos recursos econômicos, bem como o acesso a propriedade e controle sobre a terra e outras formas de propriedade, serviços financeiros, herança e os recursos naturais, de acordo com as leis nacionais
5.b Aumentar o uso de tecnologias de base, em particular as tecnologias de informação e comunicação, para promover o empoderamento das mulheres
5.c Adotar e fortalecer políticas sólidas e legislação aplicável para a promoção da igualdade de gênero e o empoderamento de todas as mulheres e meninas em todos os níveis

Com apoio da ONU Mulheres, #CarnavalSemAssédio vai traçar rota da violência contra as mulheres


20.01.2018

Campanha promovida pelo Catraca Livre tem o apoio da ONU Mulheres, da ONG Plan International, dos coletivos Nós, Mulheres da Periferia, Vamos Juntas? e Não é Não, das redes Minha Sampa e Meu Recife e dos blocos Mulheres Rodadas e Maria Vem com as Outras
 
Em 2017, vieram à tona histórias de assédio sexual do passado e também atuais, ligadas a mulheres famosas, mas também desconhecidas. Em todo o mundo, as mulheres começaram a se dar conta de que se calar ao ser assediada só reforça a cultura do estupro e fortalece os homens que exercem o poder por meio da violência e do abuso.

Mulheres e crianças são 80% dos que fogem de áreas anglófonas nos Camarões

Cerca de 10 mil refugiados já foram registrados na Nigéria; camaroneses tentam escapar de confrontos que ocorrem nas áreas do país onde se fala inglês; Acnur muito preocupado, especialmente com menores que chegam desacompanhados.
Famílias do Camarão que saem do país pela insegurança. Foto: © UNHCR/Elizabeth Mpimbaza



























19/01/2018
Leda Letra, da ONU News em Nova Iorque. 
O número de pessoas que abandonam áreas onde se fala inglês nos Camarões está crescendo, e a Agência da ONU para Refugiados, Acnur, está cada vez mais preocupada com a quantidade de mulheres e de crianças que partem em busca de refúgio na Nigéria.
Elas formam 80% dos 10 mil camaroneses já registrados no estado nigeriano de Cross River. Mas há milhares de refugiados ainda não identificados como tal nos estados vizinhos.

PIB mundial poderia crescer 26% com mais mulheres em posição de liderança

Alerta foi feito pela ONU Mulheres para coincidir com o Fórum Mundial de Davos, na Suíça; agência quer um "futuro compartilhado" entre homens e mulheres e o fim de trabalhos não remunerados.
24/01/2018
Monica Grayley, da ONU News em Nova Iorque. 
Ao mesmo tempo em que ocorre a realização do Fórum Mundial de Davos, na Suíça, a agência ONU Mulheres lança um alerta sobre a participação da força de trabalho feminina no mercado global.
Em sua página na internet, a ONU Mulheres afirma que se as mulheres desempenhassem um papel idêntico ao dos homens, no mercado de trabalho, o Produto Interno Bruto mundial poderia crescer US$ 28 trilhões, ou 26% do valor atual.

Pesquisa aponta as principais dificuldades para as mulheres empreenderem

Uma delas é equilibrar a vida profissional com a pessoal

MURILO RAMOS
17/01/2018
Uma pesquisa realizada pelo programa Itaú Mulher Empreendedora em três estados (São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais) revela quais são os principais desafios para as mulheres na hora de empreender: a pouca quantidade de referências femininas de liderança; a solidão na jornada empreendedora, pois suas redes de relacionamentos são menores; uma preocupação maior com as tarefas operacionais, em vez das estratégicas; o receio de que a dedicação ao trabalho atrapalhe a vida pessoal; e a transferência de algumas tarefas administrativas e financeiras para os homens por achar que estão mais talhados para a função. 

Sor Juana Inés de la Cruz, uma feminista barroca


No ensaio Sor Juana Inés de la Cruz ou As armadilhas da fé, o poeta Octavio Paz interpreta a obra da freira poeta como reflexo das contradições do México colonial

RUAN DE SOUSA GABRIEL
19/01/2018

BARROCA Retrato de Sor Juana Inés de la Cruz,freira e poeta mexicana.Ela deixou uma das líricas mais originais em língua espanhola (Foto: Album / Joseph Martin)
Em 1689, apareceu em Madri, na Espanha, um volume de poesia de uma freira mexicana com um título pomposo: Inundación castálida. Na mitologia grega, a Fonte Castália ficava nos arredores do Santuário de Apolo. Aqueles que bebiam de suas águas eram abençoados com inspiração poética. A autora dos poemas era sor Juana Inés de la Cruz, que vivia enclausurada no convento de San Jerónimo, na Cidade do México, então capital do Vice-Reino da Nova Espanha. Os poemas de sor Juana cruzaram o Atlântico e foram publicados na capital do Império Espanhol graças a María Luisa Manrique de Lara y Gonzaga, a condessa de Paredes, vice-rainha da Nova Espanha entre 1680 e 1686 – seu marido, Tomás de la Cerda y Aragón, era o vice-rei, a maior autoridade da colônia. Inundación castálida estava cheio de poemas de amor dedicados à condessa de Paredes, chamada nos versos de “divina Lysi”.