Contribua com o SOS Ação Mulher e Família na prevenção e no enfrentamento da violência doméstica e intrafamiliar

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sábado, 25 de agosto de 2018

Celina Turchi: “Pesquisa em saúde pública não é luxo, é uma questão de segurança nacional”


Celina Turchi: “Pesquisa em saúde pública não é luxo, é uma questão de segurança nacional”

Uma epidemia mudou a vida da médica e cientista brasileira Celina Turchi, pesquisadora da Fundação Osvaldo Cruz em Pernambuco. Em 2015, a professora aposentada do Instituto de Patologia Tropical e Saúde Pública da Universidade Federal de Goiás foi responsável por formar uma rede de pesquisadores de diversas especialidades reunidos no Grupo de Pesquisa da Epidemia de Microcefalia - MERG (Microcephaly Epidemic Research Group), que, em apenas três meses conseguiu identificar como o zika vírus e a microcefalia estavam relacionados.

Katherine Johnson, a calculadora que ajudou a Apolo 11 a chegar à Lua


Katherine Johnson, na NASA, em 1966
Katherine Johnson, na NASA, em 1966 NASA

Em 20 de julho de 1969, em frente a uma pequena TV em preto e branco de um resort das montanhas de Pocono (Pensilvânia, Estados Unidos), um grupo de mulheres afro-americanas, colegas da fraternidade Alpha Kappa Alpha, contemplava Neil Armstrong, seguido por Edwin Aldrin, pisar na Lua pela primeira vez. Depois de quatro dias a bordo da nave da missão Apolo 11, os astronautas haviam se separado do módulo de comando Columbia, onde o colega Michael Collins permaneceu em órbita ao redor do satélite, e chegado à superfície.

O movimento feminino que resgata obras de pintoras esquecidas


Restauradora trabalha na 'Madonna' da pintora Violante Beatrice Siries.
Restauradora trabalha na 'Madonna' da pintora Violante Beatrice Siries. FRANCESCO CACCHIANI (AWA)

O cheiro de verniz e a luz natural invadem o ateliê da restauradora Rosella Lari, a pouco mais de um quilômetro da Galeria degli Uffizi, em Florença. Acaba de dar os últimos retoques em A Crucificação, parte de um tríptico assinado no século XVI por uma freira dominicana considerada a primeira pintora da história da cidade: Plautilla Nelli. “Em seus quadros há um cuidado com determinados detalhes que jamais vi em outros feitos por homens. "E vi muitos em toda a minha vida", comenta a italiana.

Feminismo para desavisados: como insultar (bem) uma mulher

Uns conselhos práticos para evitar o sexismo nos insultos que até os 'haters' podem entender

EL PAIS
Publicado em 24 de ago de 2018

Para você, tudo parece feminazi? Quando uma mulher está falando com você, o que mais te preocupa é o penteado dela? Não se preocupe, porque Nerea Pérez de las Heras chega com um novo episódio de Feminismo para Desavisados, a série do EL PAÍS que analisa com humor a luta pela igualdade entre homens e mulheres. E desta vez, a ativista e jornalista espanhola preparou alguns conselhos para evitar insultos sexistas nas redes sociais. Um breve manual parahaters"dignos e originais".

sexta-feira, 24 de agosto de 2018

O PAPEL SOCIAL DAS EMPRESAS NA VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER, POR HELOISA MACARI

No mês em que a Lei Maria da Penha completa 12 anos, o homicídio de mulheres torna-se pauta cada vez mais presente nas discussões sobre a preservação da vida. Ainda que as organizações não sejam diretamente responsáveis pela redução das estatísticas, todas podem ter papel importante na conscientização geral e no resguardo de possíveis vítimas.
18/08/2018
Ainda que os casos de violência contra a mulher tenham ganhado ótica jurisprudente, as estatísticas e acontecimentos recentes demonstram que, mesmo com o amparo da lei criada para proteger as mulheres vítimas de violência, elas seguem sendo as grandes vítimas nas narrativas de violência e homicídio. No Brasil, são registrados mais de 600 casos de violência doméstica por dia. Toda semana, pelo menos 20 brasileiras são mortas, vítimas de feminicídio.

EL PAÍS entrevista a socióloga Fátima Pacheco Jordão

Entrevista, feita pela diretora do EL PAÍS Brasil, Carla Jiménez, estreia o Segunda com Política, o programa do jornal no Facebook durante a campanha eleitoral

20 AGO 2018

Carla Jiménez, diretora de redação do EL PAÍS Brasil entrevista hoje Fátima Pacheco Jordão, socióloga e fundadora do Instituto Patricia Galvão, uma organização que trabalha pela defesa dos direitos das mulheres. Vamos falar sobre o início oficial da corrida eleitoral, o papel feminino nesta eleição, o que pode acontecer na eleição com uma campanha tão curta e na qual dois dos mais competitivos candidatos têm perfis sui generis. Um está preso, e o outro defende práticas que estão contra conquistas democráticas.

Igualdade de gênero é maior onde há CEOs mulheres

Empresas presididas por profissionais do sexo feminino têm número maior de mulheres em cargos de liderança, aponta pesquisa da Talenses em parceria com o Insper

Isabella Lessa
22 de agosto de 2018
Meio&Mensagem
Uma presidente mulher significa maior percentual de mulheres em cargos de liderança. Quando a presidente é do sexo feminino, mulheres ocupam 34% das funções de vice-presidência, 45% das cadeiras de diretoria e 41% dos cargos em conselhos. Em contrapartida, quando o CEO é homem, os índices caem para 18%, 23% e 10%, respectivamente.

INSTITUTO PATRÍCIA GALVÃO E INSTITUTO AVON SE UNEM PARA LANÇAR PLATAFORMA DIGITAL ‘VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES EM DADOS’

Plataforma de dados soma as expertises de ambos os institutos com o objetivo de contribuir com a criação e aprimoramento de iniciativas públicas e privadas de enfrentamento às violências contra as mulheres.
O Brasil acaba de ganhar uma iniciativa que irá contribuir com o enfrentamento das violências contras as mulheres: a plataforma digital Violência contra as Mulheres em Dados. Projetada pelo Instituto Patrícia Galvão, ela reúne pesquisas e dados recentes relacionados às violências contra as mulheres no País com foco na violência doméstica, sexual e online, no feminicídio e na intersecção com o racismo e a LGBTTfobia que foram coletados a partir do monitoramento e curadoria do próprio Instituto.

APENAS 16% DAS CANDIDATURAS PARA PRESIDENTE, GOVERNADOR E SENADOR SÃO DE MULHERES

Dados do TSE mostram que elas são minoria em todos os partidos, inclusive no Partido da Mulher Brasileira (PMB)
São elas que vão decidir a eleição, mas as mulheres ainda estão longe de ocuparem uma posição de protagonismo no cenário político do país. De acordo com dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), apenas 30,7% das candidaturas registradas nesta eleição são de mulheres, abaixo do percentual de 2014, quando 31,1% dos candidatos eram do sexo feminino. Nos cargos majoritários – presidente, governadores e senadores – o percentual é ainda mais baixo, apenas 16%.

Questão de Ordem : Lei Maria da Penha e Feminicídio 22/08/2018



Publicado em 22 de ago de 2018

O programa Questão de Ordem apresenta um debate sobre os 12 anos da Lei Maria da Penha e o Feminicídio. A jornalista Mirna Abreu conversa com a psicóloga do Ceamo - Centro de Referência da Mulher, Patrícia Filizola, a voluntária do SOS Ação Mulher e Família, Lúcia Helena Octaviano e o vereador Permínio Monteiro (PV).

quarta-feira, 22 de agosto de 2018

Amelinha Teles: “Refletir sobre o cotidiano nos faz feministas”

A feminista defende que feminismo é a luta pela igualdade, para que as pessoas possam protagonizar suas vidas, seus trabalhos

Por Isabella D'Ercole

8 mar 2018

Claudia

Maria Amélia de Almeida Telles, conhecida como Amelinha, militava clandestinamente no PCdoB, em plena ditadura militar (1964-1985), quando se compreendeu feminista. “Militei muitos anos só com homens. Trabalhei na imprensa clandestina e, ali, só trabalhavam homens. Eu sentia falta das mulheres. Percebia a desigualdade dentro e fora do partido”, relatou à CLAUDIA por telefone.

Especialistas negras chamam atenção para foco em gênero e raça nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável

25.07.2018
Sob o lema “Não deixar ninguém para trás”, a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável trazem desafios para governos, sociedade, cidadania, empresas e universidades para ações que transformem realidades excludentes por meio da distribuição equitativa de oportunidades e riquezas para todas as pessoas

Os três anos de vigência dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e da Década Internacional de Afrodescendentes são revisitados por especialistas negras a partir da indicação de oportunidades e desafios nas questões de gênero e raça nas respostas do Brasil à Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável e a implementação do Marco de Parcerias da ONU para o Desenvolvimento Sustentável (2017-2021). Ao longo desta semana, de 23 a 27 de julho, serão compartilhadas as visões de 11 especialistas por meio da ação digital #MulheresNegrasNosODS, desenvolvida pela ONU Mulheres Brasil em parceria com o Comitê Mulheres Negras Rumo a um Planeta 50-50 em 2030 e apoio da Embaixada do Reino dos Países Baixos.

ONU Mulheres e UNFPA promovem debate com a sociedade civil sobre direitos humanos das mulheres

20.08.2018
Empoderamento político das mulheres e direitos sexuais e direitos reprodutivos são tema de avaliação de grupo composto pela sociedade civil e pelas Nações Unidas

Entidades da sociedade civil, especialistas e ativistas em favor dos direitos humanos das mulheres estiveram reunidas, na Casa da ONU, em Brasília, com as equipes da ONU Mulheres Brasil e do UNFPA Brasil. A Sala de Situação, Ação e Articulação sobre Direitos das Mulheres debateu a realidade das mulheres brasileiras, incluindo a análise dos direitos sexuais e reprodutivos, na última semana (14/8).

terça-feira, 21 de agosto de 2018

Boitempo libera curso online completo sobre feminismo!


Ao longo de seis vídeos, a cientista política Flávia Biroli destrincha as principais pautas e impasses à consolidação de uma verdadeira democracia no Brasil, a partir de uma perspectiva feminista.

A Boitempo acaba de disponibilizar mais um curso completo em seu canal no YouTube! Em”Feminismo e democracia”, a cientista política Flávia Biroli conduz uma leitura comentada de seu livro Gênero e desigualdades: limites da democracia no Brasil. Ao todo, são seis vídeos cerca de 10 minutos cada dedicados a atravessarem, capítulo a capítulo, a leitura dessa obra fundamental para compreender os impasses e desafios políticos a serem enfrentados para construir uma plena democracia no Brasil. A série pode servir tanto de complemento quando introdução à leitura desse livro que alia de maneira exemplar a reflexão acadêmica e ação política.

Direito à Creche, luta rebelde

Surgida durante a resistência à ditadura, reivindicação tem caráter antipatriarcal profundo — mas às vezes ignorado. Sugere que cuidado das crianças é tarefa social, não peso nas costas da mãe

O texto a seguir é um dos artigos do livro:
Por que a creche é uma luta das mulheres? 
Organização: Maria Amélia de Almeida Teles, Flávio Santiago e Ana Lúcia Goulart de Faria 
São Carlos: Pedro & João Editores, 2018. 292p.
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Nos anos de 1970, ainda sob a intensa repressão política da ditadura militar, houve a retomada de alguns movimentos sociais, com articulações mais frequentes de estudantes, sindicalistas, mulheres da periferia e feministas, que lutavam por liberdades democráticas, anistia política, saúde, contra a alta do custo de vida, em defesa da Amazônia, por melhorias nos bairros periféricos e nas condições de trabalho e de vida da população pobre. Dentro deste contexto, mulheres e movimentos feministas organizavam com ênfase ações mobilizadoras pela construção de creches em São Paulo, com uma preocupação central: a importância da creche como um espaço primordial para garantir condições razoáveis de trabalho para as mães. Mas também havia a preocupação em garantir um serviço de qualidade para a educação de crianças pequenas, de modo a oferecer uma convivência democrática entre as próprias crianças de diversas idades e pessoas adultas de distintos lugares, com profissionais preparados, numa perspectiva de enfrentar e reduzir as desigualdades sociais. Havia uma compreensão coletiva dentro do movimento, a respeito da necessidade de que crianças pequenas fossem o centro de políticas públicas que as colocassem num patamar de perspectiva cidadã e de reconhecimento de sua importância para uma sociedade livre, soberana e democrática. Não caberia apenas às mães e às famílias a responsabilidade social, afetiva, econômica e política pelo desenvolvimento de bebês e crianças.