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segunda-feira, 27 de janeiro de 2020

Seis pontos que nos farão realmente felizes (e durante mais tempo)

Ciência demonstra que nem todos os nossos sonhos nos fazem alcançar a felicidade. Devem reunir algumas qualidades para que se transformem em satisfatórios e duradouros

PILAR JERICÓ

25 JAN 2020

El País


Rubén Montenegro
Rubén Montenegro

Se você é desses que gostam de se propor objetivos pessoais, é possível que te interesse saber que, de acordo com a ciência, nem todos os nossos sonhos nos fazem alcançar a felicidade. O caminho para se chegar até ela nem sempre é o mais direto. A professora Sonja Lyubomirsky, da Universidade da Califórnia e uma das grandes especialistas na matéria, concluiu que nossos desafios devem reunir seis condições para que se transformem em satisfatórios e duradouros.

“Falta de horas de descanso faz com que nossa melancolia se torne raiva ou depressão”

Filósofa holandesa Joke J. Hermsen afirma que a epidemia de depressão que assola o mundo, juntamente com o medo, ajuda a explicar a ascensão da extrema direita


CARMEN PÉREZ-LANZAC
25 JAN 2020


Joke J. Hermsen (Middenmeer, Holanda, 1961), doutora em Filosofia e especialista na vida e na obra das filósofas Hannah Arendt e Lou Andreas-Salomé, analisa em seu último livro – La Melancolía en Tiempos de Incertidumbre – um sentimento humano que, diz ela, explica em parte a ascensão da extrema direita. Defende que a epidemia de depressão que assola o mundo se deve ao fato de que não soubemos deter a melancolia em sua versão insana, o que leva o ser humano a cair no lado escuro, na ira e no medo.

O estupro de uma menina como autópsia do patriarcado

Caso da equatoriana Paola Guzmán Albarracín, que se suicidou após sofrer abuso sexual imposto pelo diretor da escola, chega à Corte Interamericana de Direitos Humanos

DEBORA DINIZ GISELLE CARINO

26 JAN 2020

El país


Petita Albarracín, mãe de Paola Guzmán, vítima de violação sexual em um colégio no Equador.
Petita Albarracín, mãe de Paola Guzmán, vítima de violação sexual em um colégio no Equador.CENTER FOR REPRODUCTIVE RIGHTS
“Não é verdade, princesinha?” teria dito o diretor da escola à Paola Guzmán Albarracín. Paola tinha 16 anos quando se suicidou com “diabinhos”, uma substância tóxica a base de fósforo branco. Deixou três cartas onde detalhou o que o direito penal classifica como “nexo causal”: Paola se matou porque era vítima de violência sexual na escola. A tragédia de Paola é, ao mesmo tempo, singular e comum: é só dela, pois só ela viveu o que uma das peritas médicas do caso descreveu como “barbárie da autópsia”. É comum, pois são tantas outras meninas as que sofrem violência sexual em espaços onde deveriam ser protegidas, como a casa, a igreja ou a escola—dos 14 aos 16 anos, Paola foi abusada pelo diretor e guardou em silêncio a persistência da tortura.

Induzimento e instigação à automutilação, por Eudes Quintino

Eudes Quintino de Oliveira Júnior
Pela novatio legis se a conduta for praticada por meio de rede de computadores, de rede social ou transmitida em tempo real, a pena será aumentada em até o dobro.
domingo, 26 de janeiro de 2020
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O avanço em diversas áreas de comunicação pode trazer bons dividendos informativos e culturais, assim como, se direcionado para práticas não recomendáveis para a saúde e bem estar, pode acarretar sérios e até mesmo irreversíveis danos à pessoa. Basta ver que nos últimos anos, de forma avassaladora até, ocorreu uma incansável busca nas redes sociais que tinham por finalidade disseminar a prática da automutilação, principalmente entre os jovens. Justifica-se porque esta camada da população, ainda em fase de formação, é estimulada por grupos compostos por pessoas da mesma faixa etária que descrevem a experiência do alívio provocado pelo corte para repelir as situações de frustrações e ansiedades. Reconhecem, posteriormente, que os cortes vão se aprofundando e, como um vício, exigem a reiteração da conduta.

Gestante indenizada em danos morais por trabalhar com maçarico a gás no RS

Revista Consultor Jurídico, 26 de janeiro de 2020
O Direito do Trabalho deve ser interpretado e aplicado a partir de uma visão humanística. Esse foi o entendimento da 2ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (TRT-RS) ao garantir indenização por danos morais a uma gestante de alto risco que operava maçarico a gás numa fábrica de brinquedos.

Juiz determina aplicação da Lei Maria da Penha em favor de mulher trans

Revista Consultor Jurídico, 26 de janeiro de 2020
Ainda que tramite projeto de lei para estender a aplicação da Lei Maria da Penha (Lei 11.340/06) em favor de mulheres trans, cabe ao Poder Judiciário definir o alcance da normativa com base em uma leitura moralizante da Constituição, de modo a emprestar maior efetividade ao princípio da dignidade humana.

Projeto de Lei disciplina divisão da herança em caso de multiparentalidade


Publicado por Edicélia Lemos Advocacia e Assessoria Jurídica
Jusbrasil
26/01/2020








bit.ly/2TUyZBR | O Projeto de Lei 5774/19 altera o Código Civil para prever a divisão da herança entre cônjuge sobrevivente e pais do cônjuge falecido em caso de multiparentalidade (quando há mais de um pai e/ou de mãe registrado na certidão de nascimento). Pela proposta, caso uma pessoa sem filhos morra deixando cônjuge; mãe e/ou madrasta; e pai e/ou padrasto, a herança será dividida em partes iguais entre cada uma dessas pessoas. A proposta tramita na Câmara dos Deputados.

sábado, 25 de janeiro de 2020

A isenção de impostos sobre absorventes menstruais é a nova luta feminista


24 JAN 2020

A advogada norte-americana Jennifer Weiss-Wolf descobriu sem querer a causa que iria mudar a sua vida — e a de muitas mulheres. Horas após a festa de Ano-Novo de 2015, depois de publicar no Facebook suas fotos fantasiada de Mulher-Maravilha, viu um post que a fez pensar em um tema inédito. Uma mãe e suas filhas estavam pedindo doações de absorventes para um centro de assistência. “As pessoas nem acreditam que para uma parte das mulheres esse item é artigo de luxo. Foi o que aconteceu comigo quando vi o post. O bom é que, comparado a outros problemas contra os quais nós feministas lutamos, esse tem solução mais simples”, diz a Marie Claire a vice-presidente de desenvolvimento do Brennan Center for Justice da Faculdade de Direito da Universidade de Nova York.

Camille Paglia - Permissão para ser mãe




Camille Paglia, professora e escritora norte-americana, discute uma questão que, segundo ela, foi deixada de lado pelas feministas contemporâneas: o desejo das mulheres de terem filhos. Paglia analisa o preconceito que estas mulheres sofrem e as dificuldades que encontram quando tentam conciliar a vida profissional e familiar.

Camille Paglia A ansiedade masculina e a civilização




Camille Paglia, professora e escritora norte-americana, analisa o diálogo entre gêneros enquanto motor da civilização. A partir de sua polêmica frase, "se a civilização tivesse sido deixada nas mãos de mulheres, ainda viveríamos em casas de palha", Paglia defende que as grandes obras arquitetônicas e ferramentas para tais construções são fruto de um pensamento masculino. 

Graça Machel: A diferença entre tolerância e aceitação


Tolerar o outro e aceitar o outro. Mais do que uma questão terminológica, a diferença entre ambos reside em uma profunda transformação de mundos internos e externos. Graça Machel conta sua história sobre a discriminação que sofreu por ser mulher e aponta caminhos para o fim das estruturas que nos categorizam e dividem.

Elisabeth Roudinesco: o inconsciente desmistificado

22.01.2020
O que é o inconsciente? Explicar um conceito tão complexo da psicanálise já é tarefa difícil para um adulto. Imagine explicar ao seu filho a importância de uma parte escondida da mente que tem grande interferência em nossas vidas.

Defensora da ideia de que devemos sempre instigar a curiosidade das crianças, a renomada psicanalista e historiadora francesa Elisabeth Roudinesco dedicou seu mais recente livro para dar conta do desafio.

Pôsteres de políticas "espancadas" denunciam violência contra mulher

Para ilustrar drama que afeta milhões de mulheres em todo o mundo, artista italiano espalha fotomontagens com rostos desfigurados de importantes personalidades femininas da política, como Angela Merkel e Michelle Obama.
16.01.2020
Cartazes com personalidades femininas espancadas e dizeres Só porque eu sou mulher, em campanha do artista Alexsandro Palombo
"Só porque eu sou mulher" é o slogan da campanha de Alexsandro Palombo
Diz-se que, hoje, a violência é para a arte o que a sexualidade foi na era vitoriana. É com essa quebra de tabu que o artista italiano Alexsandro Palombo espalhou pelas ruas de Milão retratos de mulheres importantes do mundo da política, manchadas de sangue e hematomas.

Baixista polonesa desconstrói estereótipos e é sucesso internacional

[Vídeo] Kinga Głyk ficou conhecida internacionalmente em 2016, quando executou no baixo uma versão de "Tears in Heaven", de Eric Clapton.
23.01.2020
Gönna Ketels
A polonesa Kinga Głyk, de 23 anos, cresceu em uma família de músicos e começou a tocar baixo com 12 anos - primeiro na banda de jazz da família e depois como solista em uma banda instrumental. O sucesso internacional veio em 2016 quando executou no baixo uma versão de Tears in Heaven, de Eric Clapton. O vídeo caseiro feito com o irmão alcançou mais de 20 milhões de visualizações em três dias. Dali em diante, a carreira de Kinga Głyk decolou e hoje ela faz turnê por diversos países europeus, além de já ter lançado quatro álbuns com composições próprias. 

"Femmetastic": personalidades femininas e seus deleites

[Vídeo] "Femmetastic" é o nome de um livro que reúne personalidades femininas, fotografia e preferências culinárias. De Maria Antonieta a Coco Chanel, passando por Jane Austen e Frida Kahlo, a publicação retrata os pratos favoritos de mulheres que fizeram história.
23.01.2020
Josephine Günther
"Diz-me o que comes e te direi quem és": um ditado francês que serviu de inspiração para a parceria entre Marianne Pfeffer Gjengedal e Klaudia Iga Pérès.
O resultado é um livro ilustrado com retratos de 15 grandes mulheres e seus pratos favoritos. "É uma maneira perfeita de viajar no tempo: imaginar a vida de alguém e conhecer a pessoa por meio da alimentação dela. A alimentação diz muito sobre quem somos e em que época vivemos", comenta Marianne. O livro ilustrado Femmetastic é uma homenagem a grandes mulheres que seguem inspirando o mundo da arte.