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sábado, 9 de junho de 2018

Band Rio divulga série de vídeos com depoimentos de jornalistas mulheres pelo mundo

07/06/2018

A Band Rio divulgou em suas redes sociais uma série de vídeos que traz depoimentos de mulheres jornalistas que trabalham em países onde há censura para o exercício da profissão.
Dois depoimentos especiais focam no desafio em exercer a profissão sendo mulher em países carregados de preconceitos, como Kuwait, no Oriente Médio, e Libéria, na África.
Veja abaixo:

A mulher denunciada por médica de plantão e processada por aborto: 'Fui interrogada enquanto sangrava'

Nathalia Passarinho
Da BBC News Brasil em Londres
8 junho 2018

Na pequena cidade onde Juliana mora, o julgamento mais difícil de enfrentar é o dos vizinhos, colegas de trabalho e pais dos colegas dos filhos.

A notícia de que a jovem teria feito um aborto se espalhou rapidamente depois que ela passou a responder a um processo penal por interromper a gravidez, no início deste ano.

"A gente é julgada por milhares de pessoas. Às vezes, a gente em si consegue lidar com o problema, só que muitas vezes é transferido para os familiares. Eles têm sofrido muito, meus filhos", disse ela, em entrevista à BBC Brasil.

"Assim como eu, eles são pré-julgados, condenados, crucificados, como se a população pudesse fazer justiça com as próprias mãos."

Ódio em sala de aula: qual a responsabilidade das universidades?

Professor xingou advogada de vagabunda em aula de Direito das Sucessões na Universidade Federal de Rondônia
GABRIELA RONDON
07/06/2018
“Aquela vagabunda, entendeu? Defensora de aborto, de gênero. Vagabunda. E ai dela, que mande me processar, que eu provo que ela é”. Há quase dois anos, uma aula de Direito das Sucessões se iniciava assim na Universidade Federal de Rondônia. Quem falava era o professor da disciplina, Samuel Milet. A referência era a uma pesquisadora e advogada, que na semana anterior havia sido recebida pela instituição para uma palestra, Sinara Gumieri.

quarta-feira, 6 de junho de 2018

"Gestão do Tempo e Produtividade para Engenheiros"

O curso "Gestão do Tempo e Produtividade para Engenheiros" foi idealizado, organizado e ministrado pelos alunos do curso de Engenharia Civil da Universidade São Francisco - Campus Swift Campinas, com liderança da aluna Priscila de Matos.
Os alunos inscritos contribuíram com os produtos de limpeza destinados à Instituição SOS Ação Mulher e Família, que agradece a todos pela agradável iniciativa!

domingo, 3 de junho de 2018

De honesta à trabalhadora: a falácia inclusiva das mulheres nas relações trabalhistas

Fernanda Pereira Barbosa e Leomar Daroncho
Quarta-feira, 30 de Maio de 2018
Gostamos de nos imaginar numa sociedade moderna, embora a expressão “mulher honesta”, carregada de preconceitos morais, somente tenha sido retirada do Código Penal brasileiro em 2009.
A pergunta de uma aflita trabalhadora a um comentarista de rádio, conhecido consultor do mundo corporativo, diz muito sobre o nosso tempo e a vulnerabilidade da mulher que vive do seu trabalho.

Mãe de crianças que os expõe a perigos por crimes não pode ficar em domiciliar

Mãe de crianças menores de 12 anos que os expõe a perigosos pela prática de crimes não pode ter sua prisão preventiva convertida em domiciliar. 
Com esse entendimento e pela garantia da ordem pública, a 2ª Turma Criminal do Tribunal de Justiça do Distrito Federal negou a prisão em regime domiciliar a uma mãe de três crianças com menos de 12 anos.
Denunciada por tráfico de drogas, a mulher foi presa preventivamente com maconha e cocaína em via pública. Segundo a acusação, as mesmas substâncias foram encontradas em sua casa, dentro do seu guarda-roupas, o que permitiria “fácil acesso às crianças”.

Homem é condenado no Rio por transmitir HIV intencionalmente a mulheres

Um homem foi condenado pela 19ª Vara Criminal do Rio de Janeiro a sete anos de prisão em regime fechado por transmitir intencionalmente o vírus HIV a duas mulheres.
Uma delas é portadora do vírus e a outra não foi infectada. Ambas mantiveram relações sexuais com ele e relataram agressividade, exigência de não uso de preservativo e falas como "vou marcar a sua vida".

Quebrando tabus: quando o cinema ousou mostrar a masturbação feminina


Cena do filme Ata-me, de Almodóvar
Cena do filme Ata-me, de Almodóvar REPRODUÇÃO

Nem todos os atores ousam sugerir mudanças em um roteiro de ficção. Ainda mais se o roteirista que assina é também o produtor executivo da produção e uma das mentes criativas mais brilhantes do século XXI. A façanha vem acompanhada de coragem se essa mudança não é nada menos do que uma cena de masturbação, e você é quem deve interpretá-la, caso o pedido seja aceito. Mas estamos falando de Maggie Gyllenhaal. A atriz de filmes como Batman - O Cavaleiro das Trevas revelou em uma conversa com o The Hollywood Reporter como pediu a David Simon (The Wire) uma sequência de masturbação feminina para enriquecer seu personagem na aclamada série da HBO, The Deuce. "Quando mencionei isso a ele pela primeira vez, fingiu cuspir a água de volta no copo", disse Gyllenhaal.

sábado, 2 de junho de 2018

'13 Reasons Why' começou uma conversa séria. Quem é o responsável por terminá-la?

Dois eventos chocantes e em sequência no último episódio da 2ª temporada deixaram os espectadores divididos.
By Leigh Blickley
30/05/2018
Um ano depois de primeira temporada de 13 Reasons Why, da Netflix, provocar debate sobre a maneira como foi mostrado o suicídio de uma adolescente, o responsável pela série, Brian Yorkey, lançou uma nova temporada de controvérsias.
Um episódio em particular está gerando discussões. E ele tem não apenas um, mas dois eventos que, juntos, correspondem a um final muito perturbador.

Casa do Lago / UNICAMP apresenta os filmes selecionados no 1o Concurso de Audiovisual do SOS Ação Mulher e Família


sexta-feira, 1 de junho de 2018

Evento promove debate sobre masculinidade negra em SP

Atividade que acontece no Sesc Ipiranga aborda subjetividade relativa ao universo de homens negros
O que você queria ter sido na infância? Qual era o perfil de garoto que você gostaria de ter? Como familiares, professores e demais pessoas te recriminavam, pois era necessário seguir um modelo estabelecido pela sociedade?

“Precisamos analisar o racismo em perspectiva histórica”, afirma pesquisadora negra

Ana Flávia Magalhães, professora de história da Universidade de Brasília e integrante do movimento negro, concedeu entrevista ao Alma Preta sobre a realização do II Seminário Internacional Histórias do Pós-Abolição no Mundo Atlântico, encontro que reuniu uma maioria de historiadores negros e negras na FGV
O II Seminário Internacional Histórias do Pós-Abolição no Mundo Atlântico “superou as nossas melhores expectativas”, conta Ana Flávia Magalhães, professora-ativista negra da Universidade de Brasília (UnB) e coordenadora do GT Emancipações e Pós-Abolição, da Associação Nacional de História (Anpuh). O encontro, com mais de 500 inscritos, levou centenas de estudiosos a ocupar a Fundação Getúlio Vargas (FGV) no bairro de Botafogo, Zona Sul do Rio de Janeiro, entre os dias 15 e 18 de maio.

UNIDi: Iniciativa de mães contra abuso de crianças e lei de alienação parental

28/05/2018

Durante a Virada Feminista promovida pelo Ministério Público de São Paulo neste fim de semana, foi anunciado o lançamento do UNIDi, uma iniciativa de mães em parceria com  Instituições, Organizações, Entidades e a Sociedade em geral para com o objetivo de enfrentar a Violência e Abuso sexual Infantil e também a Lei de Alienação Parental.

Acesse a plataforma, se informe e faça parte: https://www.unidi.com.br/

Efeito Marielle: mulheres negras entram na política por legado da vereadora

Assassinato de Marielle Franco despertou em mulheres jovens, negras e periféricas o desejo de ir à luta e manter o legado da vereadora através de candidaturas
30 MAI 2018
assassinato da vereadora carioca Marielle Franco (PSOL) chocou o Brasil pela brutalidade do crime e por ter representado um ataque direto a muitos símbolos: mulher, negra, lésbica e favelada. Mais do que uma pessoa, as balas feriram grupos e ideais. Um amigo de longa data dela, o geógrafo Lourenço Cezar, chegou a dizer à Ponte que a pessoa que disparou contra ela deveria ter conhecimentos de ciências sociais, já que, com os tiros, conseguiu atingir inúmeras pessoas de uma única vez.

Nome social e o debate de gênero na escola