Contribua com o SOS Ação Mulher e Família na prevenção e no enfrentamento da violência doméstica e intrafamiliar

Banco Santander (033)

Agência 0632 / Conta Corrente 13000863-4

CNPJ 54.153.846/0001-90

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

4 mulheres que foram pioneiras na construção da política brasileira


ARQUIVO/CONGRESSO EM FOCO
Em meio a um Congresso majoritariamente masculino, Carlota Pereira de Queirós foi a primeira deputada federal da América Latina.

As mulheres representam mais da metade do eleitorado brasileiro e o voto delas pode mudar os rumos de uma eleição. 👊
HuffPost Brasil
By Leda Antunes
26/09/2018
As mulheres representam mais da metade do eleitorado brasileiro e o votodelas pode mudar os rumos de uma eleição. Mas as brasileiras garantiram o direito de votar e de serem votadas há menos de 100 anos no País, a primeira prefeita foi eleita em 1928 e, em 1933, a 1ª deputada federal. Mulheres são maioria dos eleitores desde 2000, mas a participação feminina no Legislativo não chega a ser mais de 10%.

O caso Elaine Caparroz e a violência que coloca a vítima no banco dos réus


HUFFPOST BRASIL
Na última semana, Elaine Caparroz, 55, foi encontrada desacordada sobre uma poça de sangue em seu apartamento no Rio de Janeiro.

"A ideia de que a mulher é sempre a culpada pela violência mostra uma sociedade doente", afirma Silvia Chakian, promotora do MP-SP.
HuffPost Brasil
By Andréa Martinelli
23/02/2019
O caso da empresária Elaine Caparroz, de 55 anos, que sobreviveu a uma tentativa de feminicídio na última semana, no Rio de Janeiro, chocou o Brasil. Ela foi brutalmente agredida por Vinicius Batista Serra, de 27 anos, em sua própria casa, durante 4 horas. Há 8 meses, eles mantinham contato por uma rede social.

As 7 mulheres que ousaram lutar pelo direito ao voto no Brasil

Há 87 anos, no dia 24 de fevereiro de 1932, as mulheres brasileiras garantiram o direito ao voto.
HuffPost Brasil
By Leda Antunes
24/02/2019
A professora Celina Guimarães Vianna se tornou a primeira mulher a votar no
DOMÍNIO PÚBLICO/ARQUIVO NACIONAL
A professora Celina Guimarães Vianna se tornou a primeira mulher a votar no Brasil.
Há 87 anos, no dia 24 de fevereiro de 1932, as mulheres brasileiras garantiram o direito ao voto. A vitória foi alcançada depois de mais de 50 anos de mobilização do movimento feminista, que se organizou na luta pelos seus direitos políticos e pelo respeito a cidadania das mulheres, antes mesmo da proclamação da República.  

domingo, 24 de fevereiro de 2019

Mulheres não são responsáveis por serem vítimas de violência

O casamento de Clara e Gael em "O outro lado do paraíso" (Foto: Reprodução/TV Globo)

Em sua nova coluna, Suzana Pires ajuda a identificar um relacionamento abusivo, relembrando sua própria experiência

20.02.2019 | POR SUZANA PIRES

Caríssimas, é certo que vocês estão acompanhando as frequentes notícias sobre feminicídio, violência doméstica e relação abusiva sobre diversas mulheres. Tenho certeza também que, assim como em mim, todas essas noticias causam pavor absoluto em cada DONA DE SI que me lê aqui. Eu fico me perguntando qual vai ser o momento que uma violência dessas vai acontecer comigo. Se eu estou atenta o suficiente para saber reconhecer um agressor travestido de amante. Se a minha carência pode turvar minha racionalidade e me fazer entrar em mais uma relação abusiva. Porque sim, sim, eu já entrei em algumas e sei que cada uma de vocês também.

Como chegamos ao primeiro Carnaval sem assédio no Brasil?

Carnaval (Foto: O Globo)

Antonia Pellegrino fala da evolução do movimento feminista desde 2013 e analisa os passos que nos levaram a ter o primeiro Carnaval em que o assédio é crime no Brasil

21.02.2019 - POR ANTONIA PELLEGRINO

É uma conquista feminista. Desculpa aí se você não gosta da palavra, se você é antifeminista, se você acha que feminista só fica com o peito de fora na rua. Não é isso que a gente faz: a gente luta por direitos. E o primeiro carnaval sem assédio no Brasil é um legado dos movimentos de mulheres para todas, todos e todes.

Filme de Glenn Close levou 14 anos para ser feito por um motivo machista

Glenn Close (Foto: Divulgação)

O longa A Esposa não saiu do papel por tanto tempo porque atores famosos não queriam ser coadjuvantes na história

22.02.2019 - POR REDAÇÃO MARIE CLAIRE

O filme A Esposa, estrelado por Glenn Close, é um dos queridinhos do cinema internacional e das premiações mais importantes do ramo, mas levou 14 anos para ser feito por um motivo que pode ser considerado muito machista. 

I was human trafficked for 10 years. We can do more to stop it | Barbara Amaya | TEDxMidAtlantic


Publicado em 20 de out de 2015
Barbara Amaya ran away at the age of 12 after being abused by family members. She was taken in on the streets of Washington, DC by a couple who seemed nice, but ended up selling her into human trafficking. She was used for months and then sold to a man named Moses who took her to New York and continued to traffic her for many years. Now Barbara fights for other victims of human trafficking and to change policies that treat victims as criminals.

Barbara is an anti-trafficking advocate, speaker, trainer, author and survivor leader in the movement to end modern-day slavery and human trafficking. She is Senior Technical Adviser, Policy, Programs and After Care Services at SeraphimGlobal, and has been actively raising awareness of the sexual exploitation of children and domestic sex trafficking since 2012.

Trafficked


Publicado em 10 de jan de 2018

Trafficked follows the horrific journey of three brave girls from America, Nigeria, and India whom are forced into human trafficking through an elaborate global network. They are enslaved in a Texas brothel and are promised freedom at an incredible cost. The girls must band together and attempt a heart-stopping escape to reclaim their freedom. Trafficked brings to light the unbearable truth happening behind the darkness of the human trafficking market affecting 20 to 30 million people in the world today.

sábado, 23 de fevereiro de 2019

Como aulas de ioga têm influenciado a rotina de uma penitenciária feminina em São Paulo

Presas da Penitenciária Feminina da Capital aprendem a lidar com ansiedade, insônia e stress em aulas quinzenais de ioga. Envolvidas com a atividade, passaram a reproduzir os movimentos e meditar dentro das próprias celas. Acompanhamos uma das sessões e conversamos com as detentas sobre os benefícios – para o corpo e a mente – da prática

21.02.2019 | POR MARCELA PAES

"O silêncio está dentro da gente. Percebemos isso quando nos aquietamos e nos acalmamos.” A frase é dita pela professora Silvia Meirelles durante os cinco minutos de meditação guiada que conduz. Logo à sua frente, sentadas e de olhos profundamente fechados, estão 16 mulheres. A essa altura, as conversas paralelas do começo da prática dão lugar ao silêncio total, como o anunciado pela professora. Todas as alunas usam largas camisetas brancas de algodão e calças beges, também amplas, mas de um tecido firme como a sarja, e estão com os pés descalços. Este é o início de uma aula de ioga dentro da Penitenciária Feminina da Capital, no bairro do Carandiru, em São Paulo, onde cerca de 570 mulheres cumprem pena. Uma vez a cada 15 dias, as reeducandas, como as mulheres presas são chamadas pela administração, se alongam, se equilibram e meditam por meio de uma sequência de posturas ensinadas por Silvia, as ásanas.
Natalia Pereira, condenada por roubo e tráfico (Foto: Helena Wolfenson)

‘A Favorita’: sonho e pesadelo em um mundo pós-MeToo


La Favorita
As atrizes Emma Stone e Rachel Weisz em uma cena de ‘A Favorita’. TWENTIETH CENTURY FOX FILM CORPORATION

Se, como sugere o geógrafo cultural Jeff Hopkins, “a paisagem cinematográfica não é um espaço neutro de entretenimento ou um mero reflexo da realidade, mas uma criação cultural, ideologicamente carregada, que constrói, legitima, questiona e oculta significados sociais”, A Favorita seria mais uma prova de que o movimento MeToo está mudando o nosso olhar.

YouTube enfrenta um escândalo com milhares de comentários pedófilos em vídeos de menores

Usuários aproveitam o algoritmo da plataforma para chegar a vídeos com esse conteúdo

21 FEV 2019

El País


Quando assistimos a um vídeo no YouTube, a plataforma recomenda outros conteúdos na coluna da direita. São clipes que o algoritmo acredita que possam nos interessar, levando em consideração, entre outros fatores, outros vídeos que vimos e os canais nos quais estamos inscritos. Se seguirmos youtubers, aparecerão muitos outros criadores de conteúdo desse tipo e, se assistirmos a vídeoclipes, a plataforma proporá mais músicas. Este algoritmo de recomendações também é uma ferramenta que alguns pedófilos estão usando para chegar a vídeos de menores de idade. O escândalo explodiu no YouTube nas últimas horas.

Papa: “Todo feminismo acaba sendo um machismo de saias”


O Papa, nesta sexta-feira.
O Papa, nesta sexta-feira.  EFE


Accountability, algo como prestação de contas em português, não tem uma tradução direta no mundo latino. Além de uma questão linguística, os especialistas em corrupção e abusos afirmam que também se trata de uma questão cultural. Não existe tradução porque durante anos nada parecido foi realizado, dizem. Faltam mecanismos, especialmente na Igreja, para assegurar que determinados comportamentos têm consequências. E foi justamente disso que se falou no segundo dia da reunião em que o Vaticano debate os abusos a menores com 190 líderes religiosos, mas também do papel da mulher na Igreja.

'Para Mulheres na Ciência' anuncia as vencedoras de 2019


As matemáticas Ingrid Daubechies e Claire Voisin

14 de fevereiro de 2019

A Fundação L´Oréal aproveitou o Dia Internacional de Mulheres e Meninas na Ciência, celebrado em 11 de fevereiro, para anunciar as premiadas pelo programa Para Mulheres na Ciência 2019. As vencedoras são as matemáticas Ingrid Daubechies e Claire Voisin, a física Karen Hallberg e as químicas Najat Aoun Saliba e Maki Kawai. Na cerimônia em 14 de março, em Paris (França), cada uma delas receberá € 100 mil.

Estudantes de Fatecs fazem parte do projeto Meninas Digitais

Estudantes De Fatecs Fazem Parte Do Projeto Meninas Digitais
FatechGirls durante o evento Computação Desplugada, na Casa de Cultura do Tremembé, na Capital | Foto: Divulgação
Para estimular a presença feminina em um mercado majoritariamente composto por homens, estudantes de duas Faculdades de Tecnologia do Estado (Fatecs) promovem atividades visando despertar o interesse por cursos na área de computação entre garotas do Ensino Médio e Fundamental.
Os projetos fazem parte do programa Meninas Digitais, organizado pela Sociedade Brasileira de Computação (SBC), com o objetivo de ampliar o número de mulheres em carreiras associadas à TI em todo o território nacional.

Física brasileira Marcelle Soares-Santos recebe uma das mais prestigiadas bolsas de pesquisa do mundo

A SLOANE FOUNDATION RESEARCH FELLOWSHIP É DESTINADA A PESQUISADORES EM INÍCIO DE CARREIRA QUE MOSTRAM UMA PROMESSA EXCEPCIONAL. ENTRE OS CIENTISTAS A QUEM A BOLSA JÁ FOI CONCEDIDA ESTÃO 47 GANHADORES DO PRÊMIO NOBEL, INCLUINDO OS FÍSICOS RICHARD FEYNMAN E MURRAY GELL-MANN

 Ciência&Mulher
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019
A Fundação Alfred P. Sloan premiou a brasileira Marcelle Soares-Santos, professora assistente de física da Brandeis University, nos EUA, com a Sloan Research Fellowship, uma das mais competitivas e prestigiosas bolsas de pesquisa disponíveis para pesquisadores em início de carreira.