Episódios como os do ator Dado Dolabella e do ex-jogador de vôlei Giba expõem os raros casos em que a classe social faz pouca diferença na hora da condenação
Marina Rossi
São Paulo 5 MAI 2018
“Meu dia começava com uma cobrança que não era minha”, diz a administradora Sandra*, 42, sobre quando levava o filho Erick*, 9, à escola. “A diretora me esperava de manhã para dar o recado de que a mensalidade estava atrasada”, diz. “Ela sabia que não era eu quem pagava, mas como eu levava meu filho todos os dias para lá, era a mim que ela cobrava”.


