Contribua com o SOS Ação Mulher e Família na prevenção e no enfrentamento da violência doméstica e intrafamiliar

Banco Santander (033)

Agência 0632 / Conta Corrente 13000863-4

CNPJ 54.153.846/0001-90

domingo, 6 de maio de 2018

Pensão alimentícia: um dos poucos crimes capazes de condenar a classe média

Episódios como os do ator Dado Dolabella e do ex-jogador de vôlei Giba expõem os raros casos em que a classe social faz pouca diferença na hora da condenação

Marina Rossi
São Paulo 5 MAI 2018

“Meu dia começava com uma cobrança que não era minha”, diz a administradora Sandra*, 42, sobre quando levava o filho Erick*, 9, à escola. “A diretora me esperava de manhã para dar o recado de que a mensalidade estava atrasada”, diz. “Ela sabia que não era eu quem pagava, mas como eu levava meu filho todos os dias para lá, era a mim que ela cobrava”.

sábado, 5 de maio de 2018

Em tempo real o Bazar Solidário 2018 do SOS Ação Mulher e Família e Reserva Natural

Acontecendo agora o Bazar Solidário 2018, uma parceria SOS Ação Mulher e Família e Reserva Natural!

Acompanhe:

"O Estado abandonou as mulheres à sua própria sorte"

por Carol Scorce — publicado 01/05/2018
Para pesquisadora da Unicamp, redução de investimento social precariza ainda mais a condição das mulheres no mercado de trabalho. Sem apoio, perdem espaço
Laura Pannack/Oxfam/Creative Commons
Mulheres negras são as mais vulneráveis
Mulheres negras são as mais vulneráveis ao corte de investimento em equipamentos públicos
Não é novidade para as mulheres que o mercado de trabalho reproduz a desigualdade social entre elas e os homens. Elas recebem, em média, 30% menos do que eles e estão, de modo geral, muito mais sujeitas aos postos de trabalho mais precarizados. Mulheres pobres e negras se posicionam ainda mais abaixo nessa escala de exploração.

O que diminui o aborto é a legalização

por Gisele Pereira — publicado 02/05/2018
Países que suspenderam as punições e ignoraram os tabus obtêm resultados melhores nas políticas de planejamento familiar e prevenção da gravidez
Tomaz Silva/Agência Brasil
aborto.jpeg
Ser contra a legalização do aborto é um contrassenso, seja qual for sua convicção
Ao contrário do que se propaga em relação ao aborto, sem tabu e sem punição se desenvolvem melhores e mais eficazes políticas de planejamento familiar, prevenção de gravidez e,  consequentemente, o aborto legal, seguro e cada vez mais raro.

sexta-feira, 4 de maio de 2018

‘Casais devem conversar honestamente para evitar traição’, diz especialista


Esther Perel, a guru dos relacionamentos amorosos, defende que as pessoas dediquem mais horas a seus parceiros
VALÉRIA FRANÇA
27/04/2018
Conversar honestamente é a primeira coisa que um casal deveria fazer para se proteger da infidelidade, afirma a psicoterapeuta belga Esther Perel, autora do best-seller "Sexo no Cativeiro". A segunda é manter o relacionamento vivo. Para isso, é preciso "guardar o melhor de suas energias para o parceiro e não privilegiar o mundo —ou seja, os amigos, os filhos, a família e o trabalho—, deixando para o parceiro apenas o que sobrou de você."

Professora da USP aborda os direitos sucessórios na união estável e no casamento

Giselda Hironaka aborda inconstitucionalidade de dispositivo do Código Civil que diferenciava direitos sucessórios em regimes de união estável.
quarta-feira, 2 de maio de 2018

Durante o lançamento da obra "Direito Civil – Diálogos entre a Doutrina e a Jurisprudência", de autoria do ministro Luis Felipe Salomão, do STJ, e do professor Flávio Tartuce, a TV Migalhas entrevistou a professora titular da Faculdade de Direito da USP Giselda Hironaka, que abordou a inconstitucionalidade das diferenças entre os dispositivos que tratam de direitos sucessórios no casamento e na união estável.

Festival Jane´s Walk

Dal Marcondes  
26/04/2018
Durante os dias 4 e 6 de maio acontecerá em mais de 40 cidades em mais de 300 cidades ao redor do  mundo (https://janeswalk.org/cities/), o festival  Jane's  Walk, o festival é uma homenagem a Jornalista e Ativista urbana, considerada pela revista Planetizen, como a urbanista mais influente do mundo.

Pesquisa mostra que 65% são infelizes em seus trabalhos

Envolverde
Julio Ottoboni  
30/04/2018

Mais da metade dos brasileiros estão infelizes no trabalho. É o que diz um estudo realizado por Fredy Machado e que está na integra no seu livro “É possível se reinventar e integrar a vida pessoal e profissional”, que está sendo lançado pelo selo Benvirá, da Editora Saraiva. A pesquisa foi realizada num universo com mais de 300 profissionais, incluindo atuantes no “C” level das empresas, de 21 estados brasileiros, 14 países representados com 18 Brasileiros expatriados; sendo a maioria dos entrevistados homens e revela que quase 40% dos profissionais pesquisados estão infelizes com o trabalho que realizam e aproximadamente 65% gostaria de fazer algo diferente do que faz hoje para ser mais feliz.

terça-feira, 1 de maio de 2018

USP Mulheres divulga: Pesquisa sobre mobilidade e segurança

As células de ratos são iguais às células de ratas fêmeas? – Por Eva Blay

Essa pergunta parece inconsequente. Mas qual a resposta correta e por que isso é importante? Sabe-se que ratos são, com muita frequência, usados para testes em laboratório. Qual a validade destes testes se não sabemos o sexo dos animais usados? Ou será que isso não faz nenhuma diferença?
Médicas da Alemanha, Holanda e outros países europeus que trabalham no campo da gender-medicine abordaram essa questão em recente reunião de mulheres cientistas realizada em Lisboa (AMONET 2017)[i]. Para traçar a origem da gender-medicine creio que vale recuperar a incorporação do conceito de gender/gênero na sociedade em geral e na medicina em particular.

USP Mulheres divulga: I Simpósio Brasileiro sobre Maternidade e Ciência – 10 a 11/05/18

O simpósio divulgará junto à comunidade científica os dados da pesquisa do projeto Parent in Science*, além de trazer outros pesquisadores com vasta experiência nas mais diversas abordagens do tópico maternidade e ciência. Também discutirá políticas de apoio a pesquisadoras mães, junto a membros administrativos de agências de fomento e de universidades. Haverá serviço de recreação infantil durante os dois dias de evento.
Para inscrições e maiores detalhes, clique aqui.

Doe Nota Fiscal Paulista para o SOS Ação Mulher e Família



Os consumidores que quiserem cadastrar o SOS Ação Mulher e Família para receber os créditos das suas compras com CPF poderão realizar a doação automática de seus cupons fiscais de maneira simples, rápida e segura. Para ativar a opção, basta fazer o login no sistema por meio do App da Nota Fiscal Paulista, para smartphones e tablets, ou no site do programa (https://portal.fazenda.sp.gov.br/servicos/nfp/) e selecionar a opção “Doação Automática Com CPF”. Escolha o SOS Ação Mulher e Família e o período que deseja doar. Após o cadastro, os cupons fiscais de todas as compras em que o consumidor informar o CPF serão destinados automaticamente ao SOS Ação Mulher e Família. Dessa forma, além de ajudar na causa em que acredita, ele e o SOS Ação Mulher e Família concorrem a sorteios exclusivos, com total de 655 prêmios que somam R$ 6,7 milhões todos os meses. Nota Fiscal Paulista - Você pede, muita gente ganha!

Uma Mulher Fantástica, o filme que arrasou cinco vezes no prêmio Platino

Com cinco estatuetas no festival de cinema iberoamericano, longa chileno dá relevo inédito à identidade de gênero na América Latina

Playa del Carmen (México) 

El País

O filme Uma Mulher Fantástica, do chileno Sebastian Lelio, foi o grande vencedor da quinta edição dos prêmio Platino de cinema ibero-americano, realizada na Riviera Maia, no México. A produção ganhou cinco estatuetas: melhor filme ibero-americano, melhor direção, melhor roteiro, melhor atriz (Daniela Vega) e melhor direção de montagem. No dia anterior, o público já havia antecipado a decisão do júri nas categorias melhor filme e melhor atriz. O drama ganhou o Oscar de melhor filme estrangeiro.

Quando o agressor sexual é seu tio

Quatro mulheres, entre os 22 e 60 anos, contam como foi viver em silêncio durante anos após terem sido abusadas, quando crianças, por um parente ou alguém próximo a seu núcleo familiar

El País

Barcelona 

O assédio sexual contra crianças, sejam meninas ou meninos, é um problema mundial que não escolhe um perfil definido e nem classe social. Pior ainda. O grave é saber que o perigo está mais perto do que se imagina, inclusive dentro de casa. Estima-se que entre o 70% e o 85% destas agressões procedem de um parente ou de alguém próximo ao núcleo familiar. O tabu, a culpa, a incompreensão e o medo a romper os laços familiares são alguns dos fantasmas que fazem com que estas agressões não se denunciem ou sejam relatadas apenas na idade adulta em cerca de 90% dos casos. Mayuli, Carmen, Laia e Paula, quatro mulheres entre os 22 e 60 anos, contam como foi viver em silêncio durante anos após terem sido abusadas sexualmente quando eram menores de idade. Mayuli A. Ahumada Herrera, com tão somente seis anos, foi tirada da banheira pelo seu tio Enrique para que ele lhe desse, segundo ele, “um beijo cinematográfico”. Seria a primeira vez que esta chilena de 41 anos, radicada em Barcelona desde bebê, foi vítima dos abusos sexuais aos que se viu submetida sendo menor por alguém próximo. Este familiar, a quem ela chama de “o irmão de minha mãe”, fazia as vezes de babá dela e seu irmão. Mayuli se transformou em sua sobrinha preferida. Os assédios se repetiram até seus 12 anos, embora ela tivesse alertado sua família antes: “Minha primeira tentativa de contar foi aos 9, quando disse a minha mãe: ‘Mamãe, o tio tocou a minha bunda’. E sua resposta foi: ‘São carinhos do teu tio’. Mas eu sempre soube o que havia acontecido comigo”, explica tranquilamente Ahumada, sentada em uma das salas de reuniões de Vicki Bernadet, na sua sede em Barcelona, entidade que trabalha desde 1997 no atendimento, prevenção, formação e sensibilização dos abusos sexuais infantis.

Do We Need to Talk to Men? / Precisamos Falar com os Homens?



ONU Mulheres Brasil
 Publicado em 1 de nov de 2016

#ElesPorElas é um movimento para a igualdade de gênero e o empoderamento das mulheres, cujo objetivo é engajar homens e meninos para novas relações de gênero sem atitudes e comportamentos machistas.
No âmbito do movimento #ElesPorElas (HeForShe), o documentário "Precisamos falar com os homens? Uma jornada pela igualdade de gênero" procurará aproximar os homens desse tema tão importante. O objetivo é mostrar que a igualdade de gênero é uma questão que afeta a todos e todas e que, portanto, é benéfica a homens e mulheres. Nele investigamos como se formam, se sustentam e de que modo podemos desconstruir os estereótipos de gênero nocivos, que perpetuam o nosso cenário atual. O documentário é resultado de uma pesquisa qualitativa que rodou o Brasil e será complementado pela pesquisa quantitativa online ainda em curso.
A desigualdade de gênero é uma das violações mais persistentes de direitos humanos do nosso tempo. Ainda que estejamos caminhando para uma realidade mais igualitária entre homens e mulheres, ainda há muito a se construir.