Contribua com o SOS Ação Mulher e Família na prevenção e no enfrentamento da violência doméstica e intrafamiliar

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domingo, 10 de junho de 2018

Ex-marido deve dividir verba de danos patrimoniais recebida após divórcio

Quando um casal opta pela comunhão universal de bens e se separa, quem recebe verba indenizatória tem de dividir o valor com o ex-cônjuge, se não tiver caráter personalíssimo e mesmo se a definição tiver ocorrido depois do fim do casamento.
Com esse entendimento, a 8ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul determinou a partilha, em igual proporção, de indenização por danos materiais, obtida por acordo judicial depois de consumado o divórcio.

sábado, 9 de junho de 2018

Espanha bate recorde mundial de ministras



Integrantes do Executivo de Pedro Sánchez.
Integrantes do Executivo de Pedro Sánchez. EFE

Entrevista de Maria Esther Bueno ao canal Esporte Ponto Final.


Maria Esther Bueno, lenda do esporte brasileiro, morre aos 78 anos

Leonardo Sasso e Ricardo Zanei

Nunca houve ninguém como Maria Esther Bueno. E não é nenhuma ousadia dizer que nunca haverá.

A maior tenista brasileira da história, a pioneira do esporte no país, um verdadeiro fenômeno. Se o tênis brasileiro teve grande nomes nas últimas décadas, todos devem reverência a Maria Esther.

Quando os EUA excluíam da corrida espacial as mulheres ainda que fossem melhores que os homens

“Há lugar para uma mulher em nosso programa espacial? Bem, poderíamos ter enviado uma mulher em vez de um chimpanzé”, disse Gordon Cooper na entrevista coletiva, provocando a gargalhada dos jornalistas. Cooper, então um dos sete primeiros candidatos a astronauta dos Estados Unidos, nem sequer é consciente da barbaridade que acaba de dizer e sorri ao ver a reação da imprensa. Essa história serve para ilustrar o contexto em que lutavam as Mercury 13 – mulheres que poderiam ser astronautas se não fosse pelo machismo imperante na NASA e no Governo norte-americano.

Band Rio divulga série de vídeos com depoimentos de jornalistas mulheres pelo mundo

07/06/2018

A Band Rio divulgou em suas redes sociais uma série de vídeos que traz depoimentos de mulheres jornalistas que trabalham em países onde há censura para o exercício da profissão.
Dois depoimentos especiais focam no desafio em exercer a profissão sendo mulher em países carregados de preconceitos, como Kuwait, no Oriente Médio, e Libéria, na África.
Veja abaixo:

A mulher denunciada por médica de plantão e processada por aborto: 'Fui interrogada enquanto sangrava'

Nathalia Passarinho
Da BBC News Brasil em Londres
8 junho 2018

Na pequena cidade onde Juliana mora, o julgamento mais difícil de enfrentar é o dos vizinhos, colegas de trabalho e pais dos colegas dos filhos.

A notícia de que a jovem teria feito um aborto se espalhou rapidamente depois que ela passou a responder a um processo penal por interromper a gravidez, no início deste ano.

"A gente é julgada por milhares de pessoas. Às vezes, a gente em si consegue lidar com o problema, só que muitas vezes é transferido para os familiares. Eles têm sofrido muito, meus filhos", disse ela, em entrevista à BBC Brasil.

"Assim como eu, eles são pré-julgados, condenados, crucificados, como se a população pudesse fazer justiça com as próprias mãos."

Ódio em sala de aula: qual a responsabilidade das universidades?

Professor xingou advogada de vagabunda em aula de Direito das Sucessões na Universidade Federal de Rondônia
GABRIELA RONDON
07/06/2018
“Aquela vagabunda, entendeu? Defensora de aborto, de gênero. Vagabunda. E ai dela, que mande me processar, que eu provo que ela é”. Há quase dois anos, uma aula de Direito das Sucessões se iniciava assim na Universidade Federal de Rondônia. Quem falava era o professor da disciplina, Samuel Milet. A referência era a uma pesquisadora e advogada, que na semana anterior havia sido recebida pela instituição para uma palestra, Sinara Gumieri.

quarta-feira, 6 de junho de 2018

"Gestão do Tempo e Produtividade para Engenheiros"

O curso "Gestão do Tempo e Produtividade para Engenheiros" foi idealizado, organizado e ministrado pelos alunos do curso de Engenharia Civil da Universidade São Francisco - Campus Swift Campinas, com liderança da aluna Priscila de Matos.
Os alunos inscritos contribuíram com os produtos de limpeza destinados à Instituição SOS Ação Mulher e Família, que agradece a todos pela agradável iniciativa!

domingo, 3 de junho de 2018

De honesta à trabalhadora: a falácia inclusiva das mulheres nas relações trabalhistas

Fernanda Pereira Barbosa e Leomar Daroncho
Quarta-feira, 30 de Maio de 2018
Gostamos de nos imaginar numa sociedade moderna, embora a expressão “mulher honesta”, carregada de preconceitos morais, somente tenha sido retirada do Código Penal brasileiro em 2009.
A pergunta de uma aflita trabalhadora a um comentarista de rádio, conhecido consultor do mundo corporativo, diz muito sobre o nosso tempo e a vulnerabilidade da mulher que vive do seu trabalho.

Mãe de crianças que os expõe a perigos por crimes não pode ficar em domiciliar

Mãe de crianças menores de 12 anos que os expõe a perigosos pela prática de crimes não pode ter sua prisão preventiva convertida em domiciliar. 
Com esse entendimento e pela garantia da ordem pública, a 2ª Turma Criminal do Tribunal de Justiça do Distrito Federal negou a prisão em regime domiciliar a uma mãe de três crianças com menos de 12 anos.
Denunciada por tráfico de drogas, a mulher foi presa preventivamente com maconha e cocaína em via pública. Segundo a acusação, as mesmas substâncias foram encontradas em sua casa, dentro do seu guarda-roupas, o que permitiria “fácil acesso às crianças”.

Homem é condenado no Rio por transmitir HIV intencionalmente a mulheres

Um homem foi condenado pela 19ª Vara Criminal do Rio de Janeiro a sete anos de prisão em regime fechado por transmitir intencionalmente o vírus HIV a duas mulheres.
Uma delas é portadora do vírus e a outra não foi infectada. Ambas mantiveram relações sexuais com ele e relataram agressividade, exigência de não uso de preservativo e falas como "vou marcar a sua vida".

Quebrando tabus: quando o cinema ousou mostrar a masturbação feminina


Cena do filme Ata-me, de Almodóvar
Cena do filme Ata-me, de Almodóvar REPRODUÇÃO

Nem todos os atores ousam sugerir mudanças em um roteiro de ficção. Ainda mais se o roteirista que assina é também o produtor executivo da produção e uma das mentes criativas mais brilhantes do século XXI. A façanha vem acompanhada de coragem se essa mudança não é nada menos do que uma cena de masturbação, e você é quem deve interpretá-la, caso o pedido seja aceito. Mas estamos falando de Maggie Gyllenhaal. A atriz de filmes como Batman - O Cavaleiro das Trevas revelou em uma conversa com o The Hollywood Reporter como pediu a David Simon (The Wire) uma sequência de masturbação feminina para enriquecer seu personagem na aclamada série da HBO, The Deuce. "Quando mencionei isso a ele pela primeira vez, fingiu cuspir a água de volta no copo", disse Gyllenhaal.

sábado, 2 de junho de 2018

'13 Reasons Why' começou uma conversa séria. Quem é o responsável por terminá-la?

Dois eventos chocantes e em sequência no último episódio da 2ª temporada deixaram os espectadores divididos.
By Leigh Blickley
30/05/2018
Um ano depois de primeira temporada de 13 Reasons Why, da Netflix, provocar debate sobre a maneira como foi mostrado o suicídio de uma adolescente, o responsável pela série, Brian Yorkey, lançou uma nova temporada de controvérsias.
Um episódio em particular está gerando discussões. E ele tem não apenas um, mas dois eventos que, juntos, correspondem a um final muito perturbador.

Casa do Lago / UNICAMP apresenta os filmes selecionados no 1o Concurso de Audiovisual do SOS Ação Mulher e Família