Contribua com o SOS Ação Mulher e Família na prevenção e no enfrentamento da violência doméstica e intrafamiliar

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sábado, 21 de abril de 2018

Jessica Bennett: “A única coisa mais poderosa que uma mulher autoconfiante é um exército delas”

Editora de gênero do 'The New York Times' lança no Brasil o livro 'Clube da luta feminista'. Saiba por que todos deveriam lê-lo

EL PAÍS

SÃO PAULO 


Você começa o dia irritada porque tem uma reunião importante e passou a noite ansiosa com isso. Dormiu mal, acordou pior. Logo cedo, ao ver seu estado de nervos, seu companheiro pergunta se você está menstruada ou de TPM. Na chegada ao trabalho, seu chefe festeja a sua chegada, porque o café acabou e “seu café, afinal, é ótimo, você poderia fazer pra gente?”. Na esperada reunião, você senta na ponta da mesa, tenta falar, e é interrompida por diversas vezes, até desistir. E aquela sua boa ideia acaba sendo apresentada por um colega, que colherá os frutos por ela. Na sua cabeça, você já mapeia os melhores lugares onde vai chorar o fim deste dia voltando para casa. A linha de ônibus Lapa-Socorro sempre foi convidativa. Antes de dormir, você se autossabota e diz a si mesma que talvez a ideia fosse mesmo do colega e ele fez bem em apresentá-la.

Tammie Jo Shults, a piloto de nervos de aço que salvou um voo nos EUA vira heroína

Tammie Jo Shults
A comandante do voo acidentado da Southwest Airlines, Tammie Jo Shults, em frente a um caça F/A-18A, em 1992 REUTERS

Festejando no SOS Ação Mulher e Família

quinta-feira, 19 de abril de 2018

Debate de Leandro Karnal e Monja Coen

No livro “O inferno somos nós: Do ódio à cultura de paz” (Papirus 7 Mares, 112 pp., R$ 29,90), que permeou o debate no dia 18/04/2018, o historiador Leandro Karnal e a Monja Coen, fundadora da Comunidade Zen-budista do Brasil, levantam questões fundamentais no momento atual, como intolerância e violência, estabelecendo como objetivo principal da obra pensar o que é necessário para alcançar uma sociedade menos agressiva e mais acolhedora. Como fazer com que as relações humanas sejam permeadas pelo diálogo e pela tolerância, diante da diversidade de pessoas, de opiniões e de culturas? 

Parte da renda obtida com as vendas foi destinada para a OSC SOS Ação Mulher e Família. A entidade, que recebe apoio institucional através do Programa Enfrentamento a Violências da Fundação FEAC, oferece gratuitamente atendimento psicossocial e orientações jurídicas a mulheres, homens e famílias que vivenciam violência de gênero ou violação de direitos.

quarta-feira, 18 de abril de 2018

"Canção de ninar" e a violência feminina na literatura

por Clarissa Wolff — publicado 14/04/2018
Leila Slimani vem para a Flip em 2018 para falar de "Canção de ninar", novo sucesso sobre violência feminina à la Gillian Flynn

Confraternização do Dia das Mães no SOS Ação Mulher e Família

No dia 10 de maio de 2018, das 14:00 às 17:00, as mulheres atendidas pelo SOS Ação Mulher e Família receberão novamente doações de produtos da Vogue durante a confraternização do Dia das Mães! E desta vez também terá dança circular para alegrar ainda mais a tarde.

Roda de conversa // A diversidade vai mudar o mundo!

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Dando início as atividades do 2º Encontro de Publicitários da FAM, acontecerá a Roda de Conversa sobre A Diversidade Vai Mudar o Mundo!

Essa roda de conversa acontecerá em prol da ONG SOS Ação Mulher e Família e contará com a presença de diversos representantes de lutas e causas que ganharam destaque merecido nos dias atuais, discutindo principalmente sobre o papel da publicidade na influência e disseminação de culturas preconceituosas.

terça-feira, 17 de abril de 2018

Doc. Chega de Fiu Fiu - Teaser #1 Rosa Luz


Rosa Luz ilumina o primeiro teaser da Chega de Fiu Fiu, O Filme. Com toda sua força, compartilha com o nosso olhar um pouco da sua verdade e todo o seu sentimento.

A política sexual em março e início de abril de 2018

No Brasil
No dia 14 de março, a vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ), e seu motorista, Anderson Gomes, foram vítimas de um assassinato político uma semana após a marcha de mulheres por todo o país que marcou o Dia Internacional da Mulher no dia 8. Marielle foi a 5ª vereadora mais votada, apoiada por 46 mil pessoas no Rio de Janeiro e fez de seu mandato uma plataforma para as aspirações e necessidades das pessoas que vivem em favelas, das mulheres negras e para os direitos sexuais e reprodutivos, incluindo os direitos LGBT. Na ocasião em que foi executada, ela acabara de ser nomeada relatora da Comissão Tripartite que supervisionará a intervenção militar no Rio de Janeiro e, desde então, continuava a denunciar abusos e assassinatos de autoria policial, em especial do 41º Batalhão da Polícia Militar em Acari.

Polícia recomenda recato na roupa, elas respondem #TellMenToRespect

Paula Cosme Pinto
17.04.2018 
Vistam-se com decência para evitarem situações de assédio e abuso sexual durante o Songkran. A recomendação foi dada pelas autoridades da Tailândia, semanas antes da celebração do chamado ano novo tailandês. Em pleno rescaldo do movimento #MeToo, foi a vez das mulheres tailandesas abandonarem a habitual submissão e deixarem um recado público ao seus líderes: não me digam como é que eu tenho e me vestir, ensinem mas é os homens a tratarem as mulheres com respeito. Sinais dos tempos?

​Leïla Slimani, as mulheres e o melancólico silêncio


por José Mário Silva/Expresso
06.04.2018

Leïla Slimani foi vencedora do Prêmio Goncourt 2016 por sua segunda obra, o best-seller Canção de Ninar. O livro teve base na história da babá dominicana Yoselyn Ortega, que matou as duas crianças de que cuidava em Nova York, em 2012. Nesta dura narrativa sobre a destruição de uma família, Slimani aborda as relações de poder, os preconceitos entre classes e culturas, o papel da mulher na sociedade e as cobranças envolvendo a maternidade.

SPFC defende o respeito em parceria com o FemiTaxi

Na busca de diminuir o assédio e o machismo nas arquibancadas o São Paulo Futebol Clube se une com FemiTaxi, app de transporte exclusivo para motoristas e passageiras mulheres, para uma parceria quer quer trazer mais tranquilidade para as mulheres que vão aos estádios.

segunda-feira, 16 de abril de 2018

Mobilidade Urbana e igualdade de gênero


Pensar a mobilidade urbana tem tudo a ver com a luta pela igualdade de oportunidades entre homens e mulheres

Todas famílias passam por momentos de organização da logística do dia a dia. Se o casal é solteiro e não tem carros, eles podem combinar de saírem juntos para a estação ou terminal; se têm apenas um carro, os dois eventualmente agendam caronas entre eles; e, se há filhos nessa história, a programação da rotina ganha ares de organização empresarial, com horários pré-definidos e planos para otimizar os deslocamentos pela cidade.

É insuficiente analisar a necessidade — e a capacidade — de mobilidade de uma pessoa sem levar em conta esse contexto social, econômico, político e cultural, isto é, os aspectos domésticos, familiares e financeiros.

Foi esse o princípio que levou a engenheira Haydée Svab a investigar, em sua tese de mestrado, o impacto do gênero nos padrões de deslocamento na região metropolitana de São Paulo.

O novo crime de descumprimento de medidas protetivas de urgência: primeiras considerações, por Thiago Pierobom de Ávila

10/04/2018
Em 4 de março, foi publicada a Lei 13.641/2018, que introduziu o artigo 24-A na Lei 11.340/2006 – Lei Maria da Penha (LMP), e criou o crime de descumprimento de medidas protetivas de urgência (MPU). É a segunda alteração legislativa na LMP. A Lei 13.505/2017 introduziu deveres de não revitimização pela autoridade policial.
Esta lei foi fruto de proposta feita em 2015 pela Coordenação Nacional da Campanha Compromisso e Atitude, vinculada à Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM), da Presidência da República. A campanha é resultado da cooperação entre o Poder Judiciário, o Ministério Público, a Defensoria Pública e o governo federal com a finalidade de articular o sistema de Justiça para a efetiva aplicação da LMP.

Raio X do feminicídio em São Paulo: promotora Valéria Scarance reforça que é possível evitar a morte

28/03/2018

Em entrevista ao Portal Compromisso e Atitude, a promotora de justiça Valéria Diez Scarance Fernandes comenta os dados da pesquisa Raio X do feminicídio em São Paulo: é possível evitar a morte, realizada pelo Núcleo de Gênero do Ministério Público do Estado de São Paulo (MPSP) sob sua coordenação.

Confira a pesquisa Raio X do feminicídio em São Paulo: é possível evitar a morte na íntegra