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domingo, 29 de abril de 2018

Sete passos para ajudar as crianças a enfrentar dificuldades emocionais

Etimologicamente falando, o termo “emoção” tem origem no latim emovere, que significa “movimento”. Portanto, as emoções nos levam a realizar uma ação. Se tivéssemos de fazer uma breve classificação das emoções, nós as dividiríamos em emoções de aproximação, erroneamente chamadas de positivas e emoções de defesa. Algumas das emoções de aproximação mais frequentes são alegria e curiosidade, já entre as emoções de defesa encontramos medo, raiva e tristeza.

Delegação brasileira inclui direito das mulheres rurais em discussão realizada na sede da ONU em Nova Iorque

21/04/2018 

Brasil foi um dos 130 países participantes do maior encontro anual para debate sobre ações políticas para promover a igualdade de gênero. A 62ª Sessão da Comissão da ONU sobre a Situação das Mulheres aconteceu entre 12 e 23 de março, em Nova Iorque, na sede da ONU

Direitos Econômicos, autonomia financeira e independência são essenciais para o empoderamento das mulheres, reafirmando a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável. Esta é uma das conclusões da 62ª Sessão da Comissão da ONU sobre a Situação das Mulheres (CSW 62), que reuniu mais de 4.300 representantes da sociedade civil e delegações governamentais de 130 países na sede da ONU em Nova Iorque entre os dias 12 e 23 de março. É o maior encontro anual para debater ações políticas de promoção da igualdade de gênero.

Viúvas refugiadas rohingya lutam para cuidar de suas famílias em Bangladesh

24/04/2018 
ONU

Em uma cabana coberta de plástico perto de um esgoto a céu aberto, a viúva refugiada rohingya Sufia Khatun está fazendo o possível para cuidar da família. Seu marido, Nur Mohammad, foi morto quando, em agosto do ano passado, investigava a origem de uma fumaça ao redor de sua aldeia em Mianmar. Depois de ser forçada a fugir para Bangladesh, ela agora tem que cuidar de cinco filhos e um neto sozinha.

Desde agosto de 2017, mais de 687 mil refugiados chegaram em Bangladesh após serem forçados a fugir de Mianmar. Sufia, de 48 anos, está entre as 31 mil mulheres refugiadas que agora são chefes de família, muitas delas viúvas cujos maridos foram mortos ou estão desaparecidos. O relato é da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR).

Indígenas aderem a campanha da ONU pelo fim da violência contra mulheres

26/04/2018

Mulheres indígenas que participam do Acampamento Terra Livre, em Brasília (DF), anunciaram na quarta-feira (25) a adesão à campanha “UNA-SE pelo Fim da Violência contra as Mulheres”. Lançada pelo secretário-geral das Nações Unidas em 2008, a iniciativa mobiliza instituições e coletivos em todo o mundo para sinalizar espaços e vestir a cor laranja no dia 25 de cada mês como símbolo da luta contra a violência de gênero.

A entrada das indígenas brasileiras na campanha reforça a pauta de reivindicações políticas dessa população, que apresenta dez pontos prioritários, entre os quais estão o fim da violação de seus direitos; o empoderamento político e a participação política; o direito à terra e aos processos de retomada; e os direitos econômicos. O relato é do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).

Mulheres negras propõem encontro nacional para lembrar 30 anos de articulação política

27/04/2018

Testemunhos históricos, pontos de vista diversos sobre a organização política das mulheres negras nos últimos 30 anos e análises da conjuntura por ativistas de diferentes gerações marcaram o Fórum Permanente de Mulheres Negras ocorrido no Fórum Social Mundial Social 2018, em 14 e 15 de março, em Salvador (BA).

Cerca de 200 ativistas avaliaram a articulação política e as áreas de incidência contra o racismo, o sexismo e outras formas de opressão, protagonizados pelas mulheres negras no Brasil e na América Latina e Caribe. As atividades foram organizadas por ativistas negras e tiveram o apoio da ONU Mulheres Brasil e da Embaixada do Reino dos Países Baixos, como parte da programação do Março Mês das Mulheres.

sábado, 28 de abril de 2018

Homens, os custos do ‘nosso’ anticoncepcional também são de vocês

São Paulo 

Se a decisão por não ter filhos é compartilhada, por que a conta também não é?

Uma pesquisa informal no Facebook pretendia saber se alguém dividia os custos do anticoncepcional com o companheiro. Não ria. Teve gente que respondeu que sim. Duas pessoas, para não ser injusta. Uma chegou a dizer que “a amiga de uma amiga tem um namorado que divide”. Mais parecia lenda urbana, como ela mesma disse, rindo, depois. O gasto médio, elas disseram, é de 50 reais por mês com o anticoncepcional. Se o risco de gerar um filho deve recair, em tese, sobre o ombro do casal, por que então eliminar essa possibilidade recai no bolso apenas do lado feminino?Uma das mulheres, casada, contou que decidiu parar de tomar a pílula e colocar o DIU. O marido foi com ela ao médico, ficou o tempo todo junto e até segurou na mão dela. Nenhuma palavra sobre quanto a consulta ou a pequena peça de cobre custaram. Assim como fazia com o custo do anticoncepcional oral, o DIU ela também bancou sozinha.

Quadrinhos sem testosterona

O gato Willis, com seus traços em preto e branco, sua cara de espertinho e seu pelo desgrenhado, apareceu no Facebook na noite de 13 de janeiro de 2011. Fazia quase um mês que os protestos se espalhavam pela Tunísia e nesse primeiro desenho, Willis, muito parecido com o ditador Ben Ali, aparecia tranquilizando seus seguidores retratados como ratos a seus pés. O autor da charge era anônimo e todo mundo assumiu que era um homem. O perfil de Willis no Facebook passou de 20 contatos para vários milhares. Alguns meses depois, quando Ben Ali já havia fugido do país, a mão que havia feito o gato revelou sua identidade. Surpresa: era uma mulher. “Na Tunísia foi uma coisa inusitada que uma mulher escrevesse uma história em quadrinhos satírica e política”, diz hoje uma sorridente Nadia Khiari, de 45 anos, cartunista já estabelecida e premiada que publica na França nos jornais Siné MensuelZelium e Courrier International, e que em 2016 foi escolhida pela BBC como uma das 100 mulheres do ano.

Esboço da mulher assassina

02/04/2018 

O essencial é: um tiro no marido, dormindo. Quem dormia era o marido, claro, do contrário seria muito fácil, inimputabilidade e tal. Na testa. Mas agora visto sob aquele clichê grego de que ninguém toma banho duas vezes no mesmo rio, porque cada vez que se lê o processo parece que são outros personagens, é outra história. O essencial corre no mesmo, embora com outros matizes, o cadáver está sobre a cama, com um disparo na testa e a imagem assusta. Assustar não é bem o termo, porque o problema é que a imagem colorida do morto todo ensanguentado persuade, o jurado sempre pensa que o corpo, porque jaz sem vida, pertencia a um santo. Principalmente assim, estirado no próprio leito, mas o defensor tem que saber colocar-se acima dessas âncoras tão fortes pra acusação: as imagens do corpo e do sangue. Não é sem motivo que toda foto de cadáver traz pra memória o som – som mesmo – da voz retumbante de tribuno do meu primeiro mestre, Você sabe que está vindo para o gol do goleiro, não é? E apontava sua cadeira de defensor, O gol do goleiro é o campo pisado pelo elefante, é onde a grama jamais nasce. Estou no gol do goleiro, no picadeiro do elefante, e ali não se pode esperar que brotem flores. Tribuna da defesa é isso aí.   

"Perfil dos Juízes" vai medir a presença das mulheres no Judiciário

Luciana Otoni
No ano de 2013, as mulheres representavam 35,9% da magistratura brasileira, com concentração na Justiça do Trabalho (47%), seguida pela Justiça Estadual (34,5%) e Justiça Federal (26,2%), cabendo à Justiça Militar a menor representação (16,2%). Passados cinco anos, essa composição permanece a mesma?
A participação da mulher na magistratura aumentou ou diminuiu? Em quais ramos da Justiça essa representação avança mais? Em outro levantamento feito no início do ano passado pelo Módulo de Produtividade Mensal, sistema mantido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e alimentado pelos tribunais, foi constatado que o Rio de Janeiro era a unidade da Federação com a maior proporção de mulheres na magistratura (48,6%) seguida pelo Rio Grande do Sul (45,4%).

Cármen Lúcia pede maior participação dos procuradores na Justiça pela Paz em Casa

Paula Andrade 
25/04/2018
A presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, reuniu-se, nesta terça-feira (24/4), com 11 representantes do Conselho Nacional de Procuradores Gerais de Justiça (CNPGJ) para ampliarem as ações da Semana pela Paz em Casa. 
A Campanha Justiça pela Paz em Casa foi criada em 2015 como um esforço concentrado de julgamento de casos de violência doméstica e familiar contra as mulheres, realizado pelos 27 Tribunais de Justiça do País.
As Semanas são contínuas e ocorrem em três períodos do ano: em março (homenagem ao Dia das Mulheres), agosto (no aniversário da promulgação da Lei Maria da Penha) e em novembro na Semana Internacional de Combate à Violência de Gênero, criada pela Organização das Nações Unidas (ONU).

Alienação parental: Ações crescem 85% na Justiça mineira em 2017

CNJ
25/04/2018
Em uma manhã chuvosa de segunda-feira, em Contagem, Região Metropolitana de Belo Horizonte, a jovem Rosana (nome fictício) ouve da filha de apenas 10 anos a indagação: “Mamãe, você é prostituta?”. A dona de casa se assusta com a pergunta, tenta se acalmar e questiona o motivo da dúvida. A criança, com os pais recém-divorciados, então conta que, no fim de semana em que ficou na casa do genitor, o ouviu diversas vezes dizer que a mãe dormia com vários homens e ganhava dinheiro se prostituindo.
Era mentira, mas a dona de casa descobriu que a afirmação foi feita de forma sistemática e por várias semanas seguidas com a intenção de que filha não quisesse mais usufruir da guarda compartilhada com a mãe. A farsa contada pelo pai não difere de outras propagadas após as diversas disputas em uma separação judicial. Aconteceu com Rosana, mas os alvos são também Marias, Robertas, Joanas, e ainda Paulos e Josés – homens e mulheres que trocam acusações e ofensas diante de crianças e adolescentes, mas podem ser punidos pela lei por praticarem a chamada alienação parental.

CNJ confirma gratuidade de divórcio consensual extrajudicial

Paula Andrade
27/04/2018 
Após consulta feita pelo Tribunal de Justiça da Paraíba (TJ-PB), o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) reafirmou a obrigatoriedade de os cartórios oferecerem gratuitamente o serviço de homologação das escrituras de separação e divórcio, diante da vigência do Novo Código de Processo Civil.
Com a mudança no Código Civil, a legislação nova não explicita mais a gratuidade e os cartórios passaram a questionar a validade legal do benefício. A Lei n. 11.441/2007 permitiu que a lavratura de processo de separação e divórcio, inventários e partilhas possam ser feitos extrajudicialmente e de forma gratuita, por meio de escritura pública, nos Cartórios de Notas de todo o País.

Selo Justiça em Números: atenção à violência doméstica, homicídios e salários de magistrados

Manuel Carlos Montenegro
26/04/2018
Dar prioridade aos julgamentos de ações de violência doméstica e homicídios no dia a dia do Poder Judiciário passará a valer pontos na disputa pelo principal prêmio concedido aos tribunais pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o Selo Justiça em Números. Também será reconhecido o envio de dados sobre a remuneração dos magistrados.
Os critérios adicionais de avaliação são a principal mudança na edição deste ano do prêmio, entregue anualmente pelo CNJ aos presidentes das cortes que se destacam na coleta e na gestão das estatísticas sobre o funcionamento da Justiça.

Proposta aprovada na CCJ obriga agressor a cobrir benefícios pagos a vítimas de violência

25/04/2018
Condenados por violência doméstica e familiar contra a mulher poderão ser obrigados a ressarcir os cofres da Previdência Social por benefícios pagos em decorrência desse crime. A medida está prevista no PLS 282/2016, da senadora Marta Suplicy (PT-SP), aprovado pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) nesta quarta-feira (25).

sexta-feira, 27 de abril de 2018

Mães de guerra: mulheres que perderam os filhos em crimes violentos se unem

Sofrimento, revolta, sensação de impotência: para se reerguerem, mulheres que perderam os filhos em crimes violentos, na zona de combate que se tornou o Rio de Janeiro, apoiam-se umas nas outras. Unidas pela dor e pela cor, descem o morro onde moram e sobem a favela vizinha para tomar café da manhã juntas. A cada encontro, uma nova é acalentada – inclusive Marinete da Silva, a mãe de Marielle Franco, que falou com exclusividade à Marie Claire

24.04.2018 - POR LUIZA KARAM

MARIE CLAIRE

Já faz mais de um mês que Marinete recebe por WhatsApp mensagens difamando sua filha mais velha, Marielle, morta com quatro tiros na cabeça. “Mulher de traficante, drogada, aliada de bandido”, mentiras sobre uma das vereadoras mais votadas no Rio, defensora ferrenha dos direitos humanos. Toda noite antes de deitar, Marinete pede a Nossa Senhora que os responsáveis pelo assassinato que destruiu a família – e chocou o Brasil – sejam punidos. Marinete, no entanto (e infelizmente), é apenas mais uma mãe a perder seu filho na guerra civil que acontece no Rio.

“#CaleOPreconceito”: time feminino do Corinthians usa camisa especial contra o machismo

Ação procura incentivar empresas a patrocinarem o time feminino

por Soraia Alves
B9
25.abr.2018

Há muitas formas de combater o preconceito. Uma delas é destacar pensamentos e comportamentos que refletem o preconceito em questão a fim de enfatizar o quanto eles estão errados. E foi essa a estratégia escolhida pelo time feminino do Corinthians para questionar a falta de incentivo ao futebol feminino brasileiro.

“Star Trek 4” será o primeiro filme da franquia dirigido por uma mulher

Com ampla experiência na televisão, S.J. Clarkson fará sua estreia nas telonas com o novo filme da série

B9

Demorou catorze filmes e três encarnações diferentes, mas enfim uma mulher vai dirigir um filme da franquia “Star Trek”. A Paramount anunciou hoje que S.J. Clarkson será a responsável pelo quarto capítulo do reboot da saga nos cinemas, indo onde nenhuma mulher foi antes nas aventuras da série pelos cinemas.

Suicídio crescente de jovens em SP não surpreende especialistas

Julio Ottoboni  
26/04/2018

Um levantamento do sociólogo Julio Jacobo Waiselfisz, da Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, com base em dados do Ministério da Saúde; apontou um grande aumento no número de suicídios de crianças e adolescentes no Brasil.De acordo com a pesquisa, entre 2000 e 2015, os suicídios cresceram 65% entre pessoas com idade entre 10 e 14 anos, e 45% de 15 a 19 anos. Isso representa mais do que a alta de 40% na média da população. Casos recentes de suicídios de estudantes de colégios particulares em São Paulo acenderam um sinal de alerta em pais e escolas.

quarta-feira, 25 de abril de 2018

Feminismo, polêmicas e as campanhas nas redes sociais contra o assédio

28 de Março de 2018
Entrevista tratou dos aspectos que movem o feminismo nas redes e seus desdobramentos
Chega de Fiu-Fiu”, #MeToo, #TimesUp, “#MeuPrimeiroAssédio”, #MeuAmigoSecreto são campanhas que partiram de movimentos que colocaram o assédio sexual em pauta nas redes sociais. Como resultado, milhares de relatos vieram à tona para denunciar abusos que têm como pano de fundo o machismo. Recentemente, outra campanha foi lançada “Deixa ela trabalhar”, que reúne jornalistas mulheres contra o assédio.
Para falar sobre esses temas, a Agência Pública reuniu na Casa Pública, no Rio de Janeiro, a jornalista Mariliz Pereira Jorge, colunista na Folha de S.Paulo, Bruna Rangel do coletivo Não Me Kahlo e Nilcea Freire, ex-ministra da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres. A entrevista foi conduzida por Giuliana Bianconi, co-fundadora da Gênero e Número.

Celin Dion & Aretha F & Maria C & Gloria E & Shania T & Carole K (Live) HD

segunda-feira, 23 de abril de 2018

ENTREVISTA: ‘É necessário tratarmos sobre feminismo, gênero, raça e sexualidade na formação de professores, sim’

Por Carolina de Assis*
17 DE ABRIL DE 2018
Quem diz isso é a educadora e professora Tânia Mara Cruz, especialista em relações de gênero e étnico-raciais no ambiente escolar. Graduada em História, Cruz tem mestrado pela Unicamp e doutorado e pós-doutorado pela USP em Educação e é professora no mestrado em Educação da Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul). Em entrevista à Gênero e Número, ela fala sobre suas conclusões a partir de estudos sobre as relações de gênero e raça entre crianças nos espaços de ensino e também de sua atuação em projetos de formação de professores sobre o assunto. “Poderia haver uma discussão sobre essa temática em todos os cursos, como tema transversal, mas nas licenciaturas ela é, a meu ver, imprescindível”, diz a pesquisadora.

FILHOS DE PAIS DIVORCIADOS. COMO EVITAR OS TRAUMAS QUE PREJUDICAM AS CRIANÇAS


O mito da madrasta má da Branca de Neve está mais do que ultrapassado. Agora, as histórias são outras. E também têm finais felizes! A ciência tem vindo a demonstrar que a separação do casal não é, obrigatoriamente, traumatizante para a criança.

Mulheres no Santo Ofício

JN

23/04/2018

O Papa Francisco deu mais um sinal claro da sua determinação em dar mais relevo às mulheres no interior da Igreja Católica. No sábado passado, pela primeira vez, foram nomeadas três peritas como consultoras da Congregação da Doutrina da Fé. Nunca antes esse encargo tinha sido assumido por leigos, era sempre reservado a clérigos.

domingo, 22 de abril de 2018

Mulheres militantes na Ditadura Militar

A luta pelo Voto feminino no Brasil



Especial apresenta um resumo da luta pelo voto feminino no Brasil. O documentário mostra a luta de Berta Lutz pela igualdade de direitos no mercado de trabalho e na política.

Mulheres do Brasil



Homenagem às mulheres brasileiras e ao movimento feminista que lutou e luta pela igualdade de gênero.

História do Movimento Feminista



Trabalho desenvolvido para a matéria de Classes e Movimentos Sociais.
Discentes do Curso de Serviço Social Centro Universitário Ìtalo Brasileiro.

A HISTÓRIA DO FEMINISMO EM TRÊS ONDAS



Breve panorama histórico sobre o feminismo e seus momentos sociais, históricos e culturais mais importantes.

Movimento Feminista



História do movimento feminista desde a Revolução Francesa. Retrata a história do movimento no Brasil e também sobre o Movimento de Mulheres camponesas.

As mulheres através da História



Breve resumo sobre o papel das mulheres no passado e sua missão como Mensageiras de Esperança.

HISTÓRIA DAS MULHERES



Breve história das mulheres no ocidente, descrevendo suas lutas em favor de seus direitos.

Documentário feito por Bernardo Arantes, Daniela Teles, Guilherme Gutierre, Jhony Skeika, Valquíria Lopes e Taline Stadler, alunos do curso de História da Universidade Estadual de Ponta Grossa (2009). Orientação da Profa. Ms. Janaína de Paula

sábado, 21 de abril de 2018

Autorização de marido para mulher fazer laqueadura pode enfim cair





NURPHOTO VIA GETTY IMAGES
Ação no STF questiona obrigatoriedade da autorização do marido para laqueadura no SUS.
Ação do PSB ajuizada no STF quer acabar com a exigência.
By Marcella Fernandes
17/04/2018
Uma ação do PSB (Partido Socialista Brasileiro) pode acabar com a exigência de autorização do marido para laqueadura no SUS (Sistema Único de Saúde).
A legenda ajuizou Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI 5911) contra dispositivos da Lei do Planejamento Familiar em março. O trecho determina que a esterilização voluntária só pode ser feita por homens e mulheres acima dos 25 anos com pelo menos 2 filhos vivos e com autorização de ambos os cônjuges.

Como a linguagem em código e os emojis ajudam as feministas chinesas a driblar a censura

“Coelhinho de arroz” virou sinônimo para as discussões sobre assédio e o movimento Me Too nas redes sociais.

By Kimberly Yam
19/04/2018

JI-SUB JEONG AND JESSICA PROIS/HUFFPOST

As chinesas estão usando a criatividade para driblar a repressão do governo sobre as discussões relacionadas ao movimento #MeToo.
O termo "coelhinho de arroz" (米兔), pronunciado "mi tu", tem aparecido nas redes sociais desde que os censores começaram a proibir posts que mencionam assédio sexual ou a hashtag #MeToo.

Estas mulheres desafiam os limites da velocidade e sobressaem na Fórmula Indy

Há 10 anos Danica Patrick fazia história no automobilismo ao se tornar 1ª mulher a vencer na categoria.

20/04/2018

USA TODAY SPORTS / REUTERS
Danica Patrick foi a 1ª mulher a vencer prova na Fórmula Indy há 10 anos.
A norte-americana Danica Patrick fez história nas pistas de Fórmula Indy há exatos 10 anos. No dia 20 de abril de 2008, a então piloto da equipe Andretti Green se tornou a primeira mulher a vencer uma prova na categoria preferida do automobilismo nos Estados Unidos.

A SUTIL ARTE DE EDUCAR MENINAS E MENINOS

O trabalho do pai de dois filhos e duas filhas: para eles, a importância do respeito; para elas, o combate ao tratamento desigual
POR CLAUDIO SASSAKI 19.04.2018
Yasmin, Luana, Vitor e Lucca. Como pai de meninos e meninas é impossível não pensar em como educar minhas filhas em uma sociedade na qual o preconceito não é óbvio ou posto às claras. Diante disso, eu tenho feito um esforço consciente em trazer mais referências de protagonismo feminino via, por exemplo, livros com histórias de mulheres empreendedoras e pioneiras em diferentes áreas do conhecimento; mulheres que fizeram história e deixaram legados inspiradores.

Igualdade de gênero na Educação: por que ainda é importante falar sobre isso?

"Ainda hoje, mundialmente, nascer menina significa estar mais propensa a nunca colocar os pés em uma sala de aula: há 34 milhões de meninas fora da escola primária no mundo, do total de 63 milhões de crianças", afirma Rebeca Otero, da Unesco

Todos Pela Educação
11 Abril 2018
Rebeca Otero*
No início do século XX, Simone de Beauvoir, filósofa, escritora e professora, refletiu sobre uma questão à primeira vista simples: o que significou para mim ser mulher? Ela relata, em A força das coisas, que pensou poderia responder a essa pergunta rapidamente, “para mim essa questão nunca contou”. No entanto, ponderou: “Olhei mais de perto e foi uma revelação: esse mundo era um mundo masculino, minha infância foi constituída de mitos masculinos e eu não reagi, de forma alguma, da mesma maneira como se eu fosse um menino”.

Micromachismos: se é homem e faz alguma destas coisas, deve repensar seu comportamento

São pequenos gestos, comentários e preconceitos que temos tão interiorizados que não os percebemos como machistas embora odiemos o machismo


ICON
8 MAR 2018
As atitudes machistas mais flagrantes são claras para nós. Aquelas que, de forma manifesta e constante, colocaram a mulher em uma posição inferior ao homem em contextos sociais, econômicos, jurídicos e familiares. Aquelas que consideram que o homem e a mulher nascem com objetivos e ambições diferentes na vida.