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sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

Valentine's Day: Por que japonesas são ‘obrigadas’ a dar chocolates aos homens


Mulher japonesa comprando chocolate em uma loja de departamentoDireito de imagemGETTY IMAGES
Image captionNa tradição japonesa, mulheres dão chocolate para colegas de trabalho

Tim McDonald
BBC News
14 fevereiro 2019
Pelo mundo, as pessoas costumam dar chocolates de presente no Dia dos Namorados. Mas, no Japão, é um pouco mais complicado. Nessa data, apenas as mulheres presenteiam com chocolate. E não são apenas seus parceiros que recebem o agrado, mas também seus colegas de trabalho homens.

Rumo à Ciência, uma corrida de obstáculos – Parte 2

A SEGUNDA PARTE DA COBERTURA DO SEMINÁRIO “SBPC E AS MULHERES E MENINAS NA CIÊNCIA” TRAZ AS INICIATIVAS APRESENTADAS NO EVENTO QUE BUSCAM ABRIR UMA JANELA DE OPORTUNIDADE PARA QUE AS JOVENS DESCUBRAM SEUS TALENTOS CIENTÍFICOS
Ciência&Mulher
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019
Janes Rocha – Jornal da Ciência
Além de refletir sobre a evolução da importância da mulher na ciência, as dificuldades para as cientistas chegarem aos cargos de liderança, o seminário “SBPC e as Mulheres e Meninas na Ciência”, realizado na última segunda-feira, 11 de fevereiro, em São Paulo, também trouxe para o debate as iniciativas que incentivam meninas a se interessarem e escolherem carreiras em ciências. O evento, realizado pela Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), com apoio do Programa L’Oréal-Unesco-ABC “Para Mulheres na Ciência”, foi realizado em comemoração ao “Dia de Mulheres e Meninas na Ciência”, estabelecido pela Unesco em 2015.

Rumo à Ciência, uma corrida de obstáculos – Parte 1

12 de fevereiro de 2019
Janes Rocha – Jornal da Ciência

COMENTÁRIOS NEGATIVOS E FALTA DE MODELOS SÃO OS MAIORES OBSTÁCULOS AO AVANÇO DAS MULHERES NA CIÊNCIA, CONCLUEM AS PARTICIPANTES DO SEMINÁRIO “SBPC E AS MULHERES E MENINAS NA CIÊNCIA”

Quando se trata de presença de mulheres nos estudos de ciência, o Brasil está muito à frente de países como Estados Unidos, Alemanha e Japão. Porém, ao contrário do senso comum que aponta a família como uma dificuldade para que as mulheres sigam carreiras, seja na academia, seja nas empresas, é a cultura machista que bloqueia as mulheres desde cedo, tornando as iniciativas femininas na área uma verdadeira corrida de obstáculos, mais do que a dupla jornada de trabalho. Esse foi o tom das apresentações feitas durante o seminário SBPC e as Mulheres e Meninas na Ciência, realizados nesta segunda-feira (11/2), em São Paulo.

A máfia dos carrinhos de bebê

Adultos empurrando crianças em carrinhos de bebê
Primeiros furtos sistemáticos de carrinhos de bebê em Berlim foram registrados em 2007
  • DW
  • 11.02.2019
  • Clarissa Neher
Nos últimos dois anos, mais de 1,5 mil carrinhos de bebê foram roubados de prédios em Berlim. Ladrões visam modelos mais caros para revendê-los na internet. De todos os furtos, a polícia elucidou apenas 69.

Poderia Me Perdoar? | Trailer Oficial | Legendado HD



Can You Ever Forgive Me? é um filme biográfico de comédia dramática americano dirigido por Marielle Heller e escrito por Nicole Holofcener e Jeff Whitty, baseado nas memórias da autora americana Lee Israel de mesmo nome.

Inclusão de mulheres e minorias ganha espaço na Campus Party

Maior evento de tecnologia da América Latina tem palestras e painéis sobre diversidade. Programação termina no próximo domingo (17).


Por Luísa Melo, G1
15/02/2019
Público tem mulheres em peso para assistir a painel sobre empoderamento feminino na tecnologia, no palco principal da Campus Party 2019 — Foto: Fábio Tito/G1
Público tem mulheres em peso para assistir a painel sobre empoderamento feminino na tecnologia, no palco principal da Campus Party 2019 — Foto: Fábio Tito/G1

Entre exposições de supercomputadores, drones, impressoras 3D e discussões sobre programação, astronomia e ciência, um assunto chamou a atenção na 12ª edição da Campus Party, que acontece nesta semana, em São Paulo: como incluir mais mulheres, negros e pessoas LGBTI no setor de tecnologia.
Só entre quarta (13) e quinta-feira (14), a diversidade foi o principal tema de ao menos 8 palestras no maior palco do evento, que também contou com painéis compostos exclusivamente por mulheres.

Mattel lança Barbie com deficiência física

Nova coleção da linha Barbie Fashionistas ganha bonecas com deficiências físicas, além de variedade de tons de pele, estilos de cabelo e looks da moda   — Foto: Divulgação
Nova coleção da linha Barbie Fashionistas ganha bonecas com deficiências físicas, além de variedade de tons de pele, estilos de cabelo e looks da moda — Foto: Divulgação
Por G1
15/02/2019
A linha Barbie Fashionistas ganhou uma coleção com bonecas com deficiências físicas – Barbie na cadeira de rodas e com prótese na perna. Além disso, a boneca terá variedade de tons de pele, estilos de cabelo e looks da moda.
De acordo com a Mattel, a boneca, que completa 60 anos este ano, já teve 200 lançamentos entre carreiras, papéis inspiradores e acessórios fashion.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

Ford cria tecnologia que acaba com sofrimento de casais que não sabem distribuir o espaço da cama entre si

Lane-Keeping Bed promove nova tecnologia de assistência de troca de pista dos veículos da marca

14.fev.2019

É um problema extremamente comum entre casais a distribuição que se faz a cama durante o sono. Com a rotina noturna variando bastante de indivíduo para indivíduo, não chega a ser difícil que duas pessoas enamoradas terminem transformando o “espaço sagrado da soneca” num verdadeiro campo de batalha onde um tende a querer ocupar até demais o móvel e deixa o outro ali, naquela situação inconfortável de ter de dormir na beiradinha.

O amor nos tempos do ódio

11 de outubro de 2017
Sofia Amaral, André de Oliveira

Mais de 300 pessoas são assassinadas por ano no Brasil, vítimas da homofobia. O número chocante não inclui os feridos por agressões físicas e morais, tão frequentes como sabem os que enfrentam o preconceito cotidiano. Projetos como a “cura gay” também mostram que o Estado está longe de garantir os direitos constitucionais de todos os brasileiros, baseados no princípio da igualdade entre os cidadãos.

Em um cenário em que o ódio e a intolerância desafiam as conquistas pelo direito à identidade de gênero e das liberdades individuais, publicamos aqui depoimentos gravados de homens e mulheres que lutam pela felicidade em um ambiente social adverso – e que funcionam ao mesmo tempo como denúncia e celebração do amor.

Major da PM do Rio: "Aumento da posse de arma pode facilitar feminicídios"


Marcos Candido
13/02/2019
A major Claudia Nunes entrou na polícia militar do Rio de Janeiro no fim da década de 90. Antes disso, estudou Ciências Sociais pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro.
Na família dela, não há avós ou pais policiais, como é comum aos colegas sob a farda azul da corporação. Cláudia é filha de um pedreiro com uma diarista. Inscreveu-se no vestibular para a academia de polícia para ter estabilidade financeira e se apaixonou pela profissão. Ela lembra quem se formou ao lado dela: de 122 cadetes, só 17 eram mulheres.

Senado desengaveta projeto que proíbe aborto em qualquer situação


Atualmente a prática é permitida em casos de violência sexual, risco de vida à mãe e quando o bebê não tem cérebro

Brasília – O Plenário do Senado Federal aprovou, por maioria de votos, desengavetar, nesta terça-feira, 12, um projeto que proíbe o aborto em qualquer situação, o que torna mais rígida a legislação brasileira atual. Agora a matéria, que havia sido arquivada, volta à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e deve ser discutida pelo colegiado nas próximas semanas.

O FUTURO DA MULHER NO MUNDO DO TRABALHO

CONVITE
O Núcleo de Estudos de População "Elza Berquó" - NEPO / Unicamp convida para o Evento O FUTURO DA MULHER NO MUNDO DO TRABALHO

8 de março de 2019
Memorial da América da Latina - São Paulo

Segue link para acesso às informações e inscrições.

Tráfico de Mulheres e Meninas - Participação do SOS Ação Mulher e Família


TRÁFICO DE MULHERES E MENINAS EM DEBATE NA REGIÃO
Painel aberto ao público acontece na noite de 21 de fevereiro,
no auditório do Câmara Municipal de Campinas

O tráfico humano é a terceira modalidade criminosa mais lucrativa do mundo, ultrapassada apenas pelo tráfico de armas e de drogas. O lucro anual chega a quase 32 bilhões de dólares, de acordo com a Organização Internacional do Trabalho (OIT). Dentre as vítimas, 85% são mulheres, sendo a imensa maioria delas para fins de exploração sexual. A faixa etária predominante está entre 18 e 29 anos e adolescentes. Há registro de tráfico de crianças (30% do total), sendo a maioria do sexo feminino. Também existe o tráfico de homossexuais e travestis jovens. Além da exploração sexual, estão entre as finalidades o trabalho análogo à escravidão, adoção ilegal de crianças e adolescentes - que inclui servidão doméstica - e venda de órgãos. A maioria das pessoas traficadas é pobre e com baixa escolaridade.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

Como a escola pode ajudar a trazer mais mulheres para a ciência?


Escola teria papel essencial no aumento da autoconfiança feminina em ambientes de trabalho
13/02/2019

Tocador de áudio
Agora quinzenal, a coluna Ciência e Cientistas retorna com o comentário do professor Paulo Nussenzveig sobre um tema relacionado com o Dia Internacional de Mulheres e Meninas na Ciência, que aconteceu em 11 de fevereiro. “Há evidências abundantes de sub-representação feminina nas disciplinas de ciências, tecnologia, engenharia e matemática (STEM, na sigla em inglês)”, comenta. “Há vários estudos buscando causas para o fenômeno e formas de aumentar a presença feminina.”

ANS e operadoras têm prazo para analisar propostas para diminuir cesáreas

A Agência Nacional de Saúde Suplementar, conselhos de classe e operadoras de plano de saúde terão até o dia 30 de abril para analisar propostas do Ministério Público Federal para diminuir o número de operações cesáreas no Brasil.
A deliberação foi dada em audiência pública que aconteceu no Tribunal Regional Federal da 3ª Região, nesta terça-feira (12/2), sob relatoria da desembargadora Consuelo Yoshida, da 6ª Turma da corte.
A minuta apresentada por um grupo de trabalho criado em audiência anterior listou seis ações que poderiam ser implementadas no sistema privado e público de saúde para que o número de bebês nascidos em cesáreas diminua.

Violência doméstica entre policiais deve ser julgada pela Justiça Militar

Compete à Justiça Militar julgar caso de violência doméstica praticada por policial militar contra a mulher também policial militar, independente de estarem ou não em serviço. Com esse entendimento, a 2ª Câmara do Tribunal de Justiça Militar de São Paulo negou recurso do Ministério Público estadual que pedia para o caso ser julgado pela justiça comum.
No acórdão da última quinta-feira (7/2), o relator, Clovis Santinon, considerou que as medidas protetivas adotadas pela Justiça Comum  em favor da vítima "não retira a competência da Justiça Militar para o processamento e julgamento do caso". O inquérito foi instaurado para apurar o crime de injúria e ameaça de morte praticada por um policial militar da ativa após sua esposa, também militar, anunciar a intenção de pedir o divórcio.

Luto do homem: como podemos entender a dor pelo relato de um pai que perdeu sua filha

O relato forte e necessário do Daniel Carvalho pode ajudar muito no apoio ao luto gestacional e neonatal
Papo de Homem
Daniel Carvalho Pereira
publicado em 31 de Janeiro de 2019
Quando se fala de luto pela perda gestacional e neonatal, a reação hegemônica – a que todo mundo tem o ímpeto de fazer, sem nem pensar – é a de olhar pra mãe.
É ela quem perdeu um bebê. Se ainda na barriga, ou após um parto complicado, a atenção é quase que sempre e inexoravelmente para aquela que cuidou de uma vida em seu ventre por meses. Duas vidas em um só corpo. A fusão é natural na cabeça das pessoas. Perder uma criança no momento em que se espera ganhá-la é uma dor sem tamanho, uma dor sem nome. A dor de uma mãe que perde seu filho ou sua filha é mesmo inominável. Toda essa construção é justa e toda mulher precisa mesmo de um amparo grande no momento da dor e do luto. 
Mas essa é uma dor com dois lados.

Reino Unido punirá com até dois anos de prisão quem tirar fotos sob a saia de uma mulher



Imagem de uma campanha contra o acosso da Prefeitura de Sevilha.
Imagem de uma campanha contra o acosso da Prefeitura de Sevilha.
Quem usar o celular para fotografar sem consentimento as pernas de uma mulher sob sua saia no Reino Unido poderá ser punido com até dois anos de prisão a partir desta terça-feira. Nos casos mais graves, os infratores terão seus nomes incluídos nas listas públicas de criminosos sexuais.

Por que você não deve obrigar seu filho pequeno a beijar ninguém


dar besos
GETTY

A cena é conhecida por todos aqueles que convivem com uma criança: dois adultos e um menor se encontram na rua e, depois dos cumprimentos pertinentes entre os maiores, o pequeno se nega a dar um beijo no adulto. “Pedrinho, dá um beijo no João, não seja assim”, diz o pai ou a mãe da criança. Muitas vezes, coagido, Pedrinho atende o pedido. A partir daí, as reações da criança podem ser diversas: desde limpar o beijo que acabaram de lhe dar até se esconder por trás das pernas de seu progenitor envergonhado por ter feito algo que não queria.

Grupo de Apoio para familiares de vítimas de homicídio e feminicídio


Com o seu auxílio conseguimos acolher mais familiares de vítimas de homicídio e feminicídio para nosso grupo de apoio!

Se você ainda não encaminhou seu amigo, vizinha(a) ou mesmo seu familiar para o nosso grupo, ainda está em tempo! Entre em contato com a gente pelo telefone abaixo e saiba como ajudar.

Uma informação importante: o grupo é exclusivamente voltado para familiares de vítimas de homicídio e feminicídio. Se você é profissional ou estudante e gostaria de conhecer melhor nosso trabalho, entre em contato e agende sua visita.


Equipe CRAVI - Centro de Referência e Apoio à Vítima 
Secretaria da Justiça e Cidadania do Estado de São Paulo 
11 3666-7960 / 11 3666-7778 / 11 3666-7334

Ruth Manus reflete sobre sororidade: Brasil triste, mulheres fortes

“Vão chamar nossas causas e bandeiras de mimimi” (Foto: Iago Francisco)

Em sua estreia como colunista da Glamour (bem-vinda!), a escritora fala sobre a força da união feminina que surgiu em meio às ameaças de retrocesso. Vamos juntas!


13/02/2019 - por RUTH MANUS
Glamour
Dizem por aí que “mar calmo nunca fez bom marinheiro”. Concordo, mas convenhamos que também não precisava ser este maremoto que está acontecendo no Brasil. De fato, o mar está revolto e, se você for mulher – e, ainda mais, se for mulher negra, mulher lésbica, bi ou pertencente a alguma outra minoria –, é bom vestir o colete salva-vidas, porque vamos precisar de coragem para navegar pelos próximos anos. Mas “mulher” e “coragem” são duas palavras irmãs. Andam sempre juntas, de mãos dadas. A gente aprende desde cedo a encarar mil e uma adversidades, sejam elas as cólicas, as decepções, os medos, os olhares invasivos, os gritos sem sentido e qualquer outro tipo de onda gigante que se aproxime. E, infelizmente, nestes próximos anos toda essa nossa coragem vai ser colocada à prova.

DIA INTERNACIONAL DA MULHER E MENINA NA CIÊNCIA


Hoje, dia 11 de fevereiro é comemorado o Dia Internacional de Mulheres e Meninas na Ciência. A data foi instituída pela Assembleia das Nações Unidas em dezembro de 2015 e conta com a liderança da UNESCO e da ONU Mulheres e ainda com a colaboração de instituições e parceiros da sociedade civil que realizam atividades em diversos países para promover o acesso e a participação de meninas/mulheres na ciência e tem intenção de dar mais visibilidade ao papel e contribuições científicas de mulheres.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

COSTURAS INVISÍVEIS: MODA E (DES)CONSTRUÇÃO DO GÊNERO

Por Maíra Arcoverde
Os últimos anos têm sido palco de um debate cada vez mais polarizado: dos setores mais progressistas aos mais conservadores, o gênero ganhou notável centralidade em seus atravessamentos políticos, educacionais, religiosos e estéticos. Discute-se, exaustivamente, a igualdade de gênero, a violência de gênero, o ensino de questões de gênero nas escolas, a existência de uma “ideologia” de gênero.
Na esteira dessa proliferação discursiva destaca-se a moda. Sempre em sintonia com o espírito de uma época, a moda é uma das manifestações culturais mais poderosas já desenvolvidas, viabilizando uma forma de comunicação não-verbal que espelha e muitas vezes antecipa os debates que ainda se delineiam no horizonte.

AS MULHERES NEGRAS E A CIÊNCIA NO BRASIL: “E EU, NÃO SOU UMA CIENTISTA?”

Por Bárbara Carine Soares Pinheiro
Apenas 10,4% das mulheres negras com idade entre 25 a 44 anos concluem o ensino superior. O percentual de mulheres pretas e pardas doutoras professoras de programa de pós graduação é inferior a 3%. Só 7% das bolsas de produtividade são destinadas a mulheres negras.
O título deste texto é uma adaptação do emblemático discurso da militante negra ex-excravizada Sojouner Truth em 1851, numa conferência feminista em Ohio, Estados Unidos. Neste antológico discurso, Sojouner problematizava a opressão das mulheres negras nos Estados Unidos, buscando explicitar os graus de desumanização dessas mulheres a ponto de não lhes serem conferidas as características socialmente construídas do gênero feminino.