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sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

ONU: mulheres e meninas que sofrem violência precisam de serviços essenciais (vídeo)

Em todo o mundo, pelo menos 1 em cada 3 mulheres vai sofrer violência física e/ou sexual, principalmente pelas mãos de seus maridos e companheiros. Conheça a história de Sarah.
Saiba mais aqui e aqui.

Agência da ONU lança manual para prevenção da violência em presídios

O Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) lançou nesta terça-feira (17) um manual com recomendações práticas sobre como administrar prisioneiros violentos, prevenir a violência nas penitenciárias e facilitar a reintegração social de detentos.

17/01/2017

O manual pretende fortalecer componentes-chave da administração penitenciária, incluindo o treinamento de funcionários, o gerenciamento de riscos e os esforços de reabilitação de presos.O Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) lançou nesta terça-feira (17) um manual com recomendações práticas sobre como administrar prisioneiros violentos, prevenir a violência nas penitenciárias e facilitar a reintegração social de detentos.
Tendo como alvo funcionários da administração penitenciária e autoridades governamentais, o documento é o primeiro guia técnico das Nações Unidas com o objetivo endereçar a radicalização e o extremismo violento nas prisões.
“O manual alerta sobre o risco de presunções gerais sobre assuntos complexos, assim como sobre ‘soluções rápidas’ envolvendo a gestão de presos violentos”, disse o UNODC em comunicado anunciando o manual, elaborado por especialistas de 25 Estados-membros, das Nações Unidas e outras organizações internacionais, institutos de pesquisa e organizações da sociedade civil.
Segundo a agência da ONU, além da perda de vidas e de danos econômicos, o extremismo violento pode dividir comunidades e dar margem a visões cada vez mais reacionárias e extremistas.
Em entrevista durante o lançamento do documento em Viena, na Áustria, o vice-diretor-executivo do UNODC, Aldo Lale-Demoz, enfatizou a necessidade de integrar ações em relação aos presos com reformas prisionais mais amplas.
“Superlotação, condições precárias de infraestrutura, capacidade de administração insuficiente e corrupção são fatores que prejudicam as tentativas de prevenir e combater efetivamente o extremismo violento nas prisões”, disse.
Os participantes do evento de lançamento do relatório também reafirmaram a importância das Regras Nelson Mandela — Regras Mínimas da ONU para o Tratamento de Prisioneiros — para a administração penitenciária.

Os 90 anos de Tom Jobim, que viverá eternamente





São seus clássicos como Samba de uma Nota WaveCorcovadoDesafinado e Garota de Ipanema. Também Águas de marçoA FelicidadeÁgua de Beber,MeditaçãoDindiTristeEu Sei Que Vou Te AmarSe Todos Fossem Iguais a Você… Os discos Francis Albert Sinatra & Antônio Carlos Jobim (1967), Elis e Tom (1974) e Ella Abraça Jobim (1981) contêm algumas dessas obras-primas da música popular do século XX. Um cancioneiro universal à altura dos de Gershwin e Cole Porter, no qual encontraram material para suas vozes uma gama de artistas que vai de Nat King Cole, Tony Bennett, Sting e Moustaki a Mina, Judy Garland, Françoise Hardy e Diana Krall, além de músicos como Miles Davis, Quincy Jones, Stan Getz, Carlos Santana, Ryuichi Sakamoto... O guitarrista Pat Metheny afirmou que poderia tocar Insensatez pelo resto de seus dias sem se cansar.
Segundo uma das sociedades de direitos autorais dos Estados Unidos, várias dessas canções de Antônio Carlos Jobim figuram entre as mais interpretadas da história. Somente John Lennon – que, assim como o brasileiro, morreu em um 8 de dezembro em Manhattan – e Paul McCartney estão à sua frente. Mas eles eram dois, costumava brincar Jobim. Quando faleceu, em 1994, com 67 anos, após uma intervenção cirúrgica, as primeiras flores que chegaram ao hospital de Nova York foram as de Sinatra. A Casa Branca divulgou uma nota na qual o presidente Bill Clinton manifestava seu pesar pela perda e, nos jornais brasileiros, podiam ser lidas frases como “perdemos o que tínhamos de melhor” (Jorge Amado). O Rio, sua cidade-natal, decretou três dias de luto oficial. Em uma de suas últimas composições, Querida, Jobim cantava “longa é a arte, tão breve a vida”.
Ele não apenas criou a trilha sonora da bossa nova, como também compôs obras como Brasília – Sinfonia da Alvorada, para a inauguração da nova capital, em 1960, e temas instrumentais como Surfboard e Quebra-pedra. À repetida afirmação de que a bossa nova tinha tomado emprestadas harmonias do jazz, o maestro costumava responder que ambos bebiam das fontes de Debussy e Ravel.



Para os brasileiros, Antônio Carlos Brasileiro de Almeida Jobim é Tom Jobim. Sua irmã Helena o chamava de “Tom Tom”, desde pequena, por causa de uma canção francesa que sua mãe cantarolava. Ele dizia que toda a sua obra era um canto de amor a seu país, mas também afirmava que o Brasil não é para principiantes. Desde janeiro de 1999, o aeroporto internacional do Rio, citado em Samba do Avião, leva o seu nome. E no Terminal 2 uma placa recorda este homem que soube cantar a beleza da Cidade Maravilhosa. Há um pequeno museu Antônio Carlos Jobim em seu amado Jardim Botânico e uma estátua na praia de Ipanema, que ele imortalizou. A homenagem mais recente é um disco da fadista Carminho.
O jornalista Ruy Castro afirma que cada vez que Tom Jobim abria seu piano, o mundo se tornava mais harmônico, melódico e poético, nem que fosse por apenas alguns minutos. O “Maestro soberano”, como lhe chamou Chico Buarque, viverá eternamente nas canções que nos deixou.

Uma mulher negra será o símbolo da liberdade na moeda do dólar



Nova York 
Uma mulher negra será o símbolo da liberdade na moeda do dólar
As moedas são algo mais que um meio de intercâmbio que representa seu peso em ouro. O cidadão pode ver sua própria história refletida nestas peças de metal. São, de fato, uma marca física permanente que permite recordar o passado de uma nação e abraçar os valores que defende para avançar na direção do futuro. Com esse princípio em mente, a casa da moeda dos Estados Unidos acaba de apresentar um dólar de ouro para comemorar seu 225º aniversário utilizando pela primeira vez o rosto de uma mulher negra para simboliza a liberdade.
US Mint foi fundada em 1792. A primeira fábrica para cunhar as moedas foi estabelecida na Filadélfia. As primeiras que entraram em circulação, usando a prata da família Washington. Daí até os 16 bilhões de moedas produzidas em 2016. A que leva a denominação do dólar tem uma face reservada a Lady Liberty, o símbolo mais poderoso da maior democracia do mundo, e custará 100 dólares (323 reais)
A criação de uma moeda comemorativa costuma começar com uma ideia intangíve, que os designers traduzem depois em uma imagem reconhecível para os cidadãos. E embora esta moeda seja a representação de que os Estados Unidos podem sonhar grande e alcançar o impossível, também é uma crônica da dificuldade que o país sempre teve para conseguir a liberdade para todos os cidadãos.
A impressão emblemática do ideal da liberdade, o valor fundamental sobre o qual se sustenta a nação, é associada com uma mulher branca. A US Mint opta, assim, por distanciar-se do design clássico nesta moeda comemorativa, cunhando o rosto de uma mulher negra com uma coroa de estrelas junto com a inscrição “in God we trust”. O reverso conserva uma águia em pleno voo.
A moeda de ouro de 24 quilates, que entrará em circulação em 6 de abril, é a primeira de uma série que a cada dois anos representará também a Lady Liberty com o rosto de uma mulher asiática, uma hispânica e uma índia. Além disso, o Tesouro dos EUA vai substituir a imagem do presidente Andrew Jackson nas notas de 20 dólares pela da ativista e abolicionista Harriet Tubman.

Naruhodo #48 – Fazer a pose da Mulher Maravilha aumenta a auto-confiança?

O podcast pra quem tem fome de aprender

por Naruhodo!
19/01/2017

Um dos vídeos mais vistos do TED traz a psicóloga Amy Cuddy, da Harvard Business School, com sua tese do “power posing”.

Segundo ela, posar de forma “poderosa” por alguns minutos pode tornar alguém mais confiante.

Mas isso é fato científico ou factóide?

Saiba neste episódio do Naruhodo! — no papo entre o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza.

OUÇA (15min 06s)



Uma em cada 10 pessoas distorce realidade nas redes sociais

19 de Janeiro de 2017
Por 
As pessoas estão se voltando para as redes sociais para se exibir para os amigos, conseguir o máximo de ‘curtidas’ possíveis e se sentir bem consigo mesmas. Porém, nessa busca pela aprovação social, as pessoas brincam com a verdade e camuflam a vida real. Uma recente pesquisa da Kaspersky Lab mostra que um em cada dez usuários distorceria a realidade nas mídias sociais para que mais pessoas curtissem suas postagens.

A pesquisa também revela que, para obter curtidas, os homens são mais propensos que as mulheres a abrir mão de sua privacidade nas postagens. Um décimo (9%) dos homens publicaria sua própria foto sem roupas, em comparação com apenas 5% das mulheres. E 13% dos homens publicariam fotos de seus amigos usando algo comprometedor.

Para chamar a atenção e garantir um grande número de curtidas, uma em cada dez pessoas (12%) finge estar em algum lugar ou fazendo algo que talvez não seja exatamente verdade. No caso dos homens, essa porcentagem chega a 14%, o que sugere que muitos preferem a atenção nas mídias sociais a compartilhar um retrato realista de suas vidas.

A pesquisa revela que os homens são afetados pelo número de curtidas que recebem nas redes sociais e, na busca por mais curtidas, são mais propensos que as mulheres a mostrar algo vergonhoso ou confidencial sobre seus colegas de trabalho, amigos ou empregadores. Assim, 14% dos homens disseram que revelariam um segredo sobre um colega de trabalho, em comparação com 7% das mulheres; 13% estão dispostos a postar um segredo de seu empregador, e 12% mostrariam algo vergonhoso sobre um amigo, em comparação com 6% das mulheres.

Os homens também ficam descontentes quando não conseguem as curtidas que esperam; 24% temem que, se poucas pessoas curtirem suas postagens, os amigos acharão que eles não são populares, em comparação com 17% das mulheres. 29% dos homens também admitiram que ficam incomodados quando alguém importante para eles não curte suas postagens.

Em busca por curtidas, os homens tendem a ir mais longe que as mulheres, publicando coisas que podem comprometer a eles e seus amigos. Segundo a Dra. Astrid Carolus, psicóloga especializada em meios de comunicação de massa da Universidade de Würzburg, isso “está de acordo com o pressuposto de que os homens são um pouco menos focados na harmonia social e mais dispostos a correr riscos”.

Assim, 15% dos homens declararam que postariam uma foto de amigos alcoolizados, em comparação com 8% das mulheres. 12% dos homens publicariam sua própria foto usando algo comprometedor, e 9% dos homens estão dispostos até a postar uma foto deles mesmos nus, em comparação com apenas 5% das mulheres.

Evgeny Chereshnev, chefe de mídias sociais da Kaspersky Lab, adverte que esse comportamento perigoso nas mídias sociais pode colocar os usuários em risco. “Em busca pela aprovação nas mídias sociais, as pessoas não enxergam o limite entre o que pode ser compartilhado sem problemas e o que deve continuar privado”, ele explica. “Mas é importante nos proteger, assim como a privacidade das outras pessoas. A pesquisa mostra que 58% das pessoas ficam incomodadas e descontentes quando seus amigos postam fotos delas que não gostariam que fossem divulgadas publicamente. Em suma, as pessoas precisam ter mais consciência e saber mais sobre as informações que compartilham nas redes sociais, além de instalar um software de segurança em seus dispositivos para se proteger e às pessoas queridas das ameaças virtuais”.

ADNEWS

Novo trabalho da 65/10 evidencia as Mulheres (In)visíveis


65/10
Pelos dados do IBGE é fácil fazer um retrato da mulher brasileira: negra de cabelos crespos e acima do peso. Para confirmar que é muito incomum ver uma mulher como esta na publicidade, a consultoria 65/10 promoveu, em conjunto com o Grupo ABC, a pesquisa Mulheres (In)visíveis que analisou posts das 10 marcas brasileiras mais curtidas do Facebook. O resultado, infelizmente, não foi surpreendente.
Mulheres em geral são menos vistas como protagonistas de publicidade do que homens. Mulheres negras, crespas, lésbicas, trans e gordas aparecem menos ainda, segundo o estudo que você pode ver no site http://mulheresinvisiveis.com/. O que existe é um reforço do estereótipo da beleza idealizada em corpos brancos, magros, cisgênero, de cabelos lisos e hipersexualizados. Não é à toa que 65% das mulheres brasileiras dizem não se identificar com a forma que são retratadas na publicidade. 
Mulheres gordas
Brasil: 48% das brasileiras acima do peso.
Publicidade: menos de 3% das mulheres retratadas são gordas.
 

Fluvia Lacerda, Capa da Playboy de verão, em foto de seu Instagram
Mulheres negras
Brasil: 53% dos brasileiros são negros.
Publicidade: apenas 26% das mulheres retratadas são negras.

Karol Conka em anúncio da Avon
A orientação sexual e a identidade de gênero também passaram esquecidos pelos mais de 100 posts pesquisados para o Mulheres (In)visíveis e aqui o problema vai para além da imagem, afinal não é possível definir uma pessoa LGBT pelo que vemos e sim por declaração. Conclusão: apenas uma marca explorou o tema ao retratar um casal de mulheres lésbicas.
Não retratar mulheres como elas realmente são gera um problema de negócios para os anunciantes que não conseguem se conectar com seu público e também é uma forma de violência, pois exclui todas essas mulheres do retrato social que é a mídia de massa. "Quando não as enxergamos, não enxergamos seus problemas e assim deixamos de pensar em soluções e melhorias para todas essas pessoas", complementa Maria Guimarães, uma das fundadoras da 65/10.
“O projeto Mulheres (In)visíveis deve crescer em 2017 para que juntos possamos pensar mais sobre o casting, sobre representatividade, sobre como escolher modelos e fotos de bancos de imagens.” revela Thaís Fabris, a outra sócia da 65|10. “E, assim, poderemos começar a responder uma pergunta que vai permear o próximo ano: como colocar essa conversa em prática?”
“A tensão social existe. O tema tem sido pauta de muitos artigos, muitas publicitárias brasileiras têm levantado o assunto aqui e fora do Brasil e vemos como a temática é viva nas redes sociais. Esse estudo mostra, contudo, que ainda há muito o que fazer. Essa é a nossa contribuição prática ao tema, apoiando esse trabalho da 65|10”, finaliza Bob Wollheim, head of digital do Grupo ABC.

Adnews

Escola no contraturno foca no desenvolvimento socioemocional

Com atividade de parkour, oficina maker, circo, artes e culinária, AfterSchool trabalha o lado cognitivo, emocional e social das crianças

por Marina Lopes  13 de janeiro de 2017

A cena é divertida. Enquanto carregam pequenos potes de areia, meia dúzia de crianças passam por obstáculos e se equilibram em caixotes de madeira. Com a ajuda dos colegas, a missão é encher uma caixa do outro lado do parquinho para encontrar o tesouro escondido pelo capitão Barba Polvo. O que parece ser apenas uma oficina de parkour infantil, na verdade faz parte de um conjunto de atividades de férias realizadas no centro de educação AfterSchool, localizado no Alto de Pinheiros, na zona oeste de São Paulo (SP). Por lá, as brincadeiras e os desafios são estratégias para desenvolver competências socioemocionais de forma descontraída.

O espaço surgiu no início do ano passado, com a intenção de ser um centro especializado no ensino socioemocional. Para contribuir com a formação das crianças nas suas dimensões intelectuais e afetivas, no período do contraturno escolar são oferecidas diversas atividades de inglês, parkour, oficina maker, circo, artes, dança, culinária, capoeira e inteligência corporal. A ideia não é que elas façam apenas um curso extracurricular durante todo o ano, mas possam aprender a demonstrar empatia, resolver problemas, manter relações sociais, lidar com suas emoções, trabalhar em grupo e desenvolver uma série de outras competências essenciais para a vida no século 21.

Com turmas multietárias, os cursos acontecem no período da manhã ou da tarde. As famílias ainda podem optar por quantos dias da semana as crianças irão participar das atividades no contraturno, que são voltadas para um público com idades entre 9 meses e 12 anos.

A proposta surgiu de uma série de estudos que tornavam evidente a necessidade de cuidar do desenvolvimento social e emocional das crianças, que muitas vezes é deixado de lado pelas escolas. De acordo com Leticia Lyle, sócia e diretora pedagógica do AfterSchool, a falta de habilidades socioemocionais é um dos motivos precursores de boa parte das dificuldades de aprendizagem encontradas pelos professores nas salas de aula. “Todo educador fala que trabalha com colaboração, todo mundo quer formar um aluno cidadão. Mas onde isso está realmente colocado? A educação do século 21 passa por um trabalho muito intencional de competências”, defende ela.

No centro de ensino AfterSchool, a intencionalidade mencionada por ela está organizada em uma matriz de competências, que trabalha curiosidade, colaboração, autenticidade, solidariedade e responsabilidade. Esse modelo foi elaborado a partir de referências da OCDE (Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico) e pesquisas do Casel (Collaborative for Academic, Social, and Emotional Learning), além de também considerar habilidades presentes no modelo de Chicago e no currículo australiano. “Nós mapeamos essas competências e fizemos a nossa escolha junto com os professores”, explica Letícia.

Como estratégia para desenvolver essas competências, o centro de educação trabalha com um modelo de missões inspirado na experiência da escola norte-americana Quest to Learn, criada pelo Institute of Play. A ideia é que as crianças estejam envolvidas com um desafio que conecta todas as experiências de aprendizado. “A missão é uma grande brincadeira, que nos ajuda a pensar de forma lúdica quais competências podemos trazer”, menciona a coordenadora pedagógica do espaço, Flávia Montagna.

No começo de cada mês, toda a equipe pedagógica do AfterSchool se reúne para elaborar uma nova missão, sempre baseada em uma das grandes competências apresentadas na matriz. A partir daí, também é realizado um planejamento semanal para trabalhar outras habilidades em unidades menores, tudo alinhado com os conteúdos das oficinas e laboratórios de desenvolvimento. Segundo Flávia, essas missões devem ser cativantes e curiosas para manter o interesse dos alunos.

Os temas podem ser os mais variados, desde engajar as crianças em uma ação voluntária até desvendar um mistério. Em uma das atividades do último ano, por exemplo, para trabalhar curiosidade e abertura a novas experiências, a turma foi convidada a viajar para um planeta desconhecido. Com os objetivos de aprendizagem definidos, na culinária criaram diferentes tipos de pedras comestíveis encontradas por lá e na oficina de parkour fizeram o circuito como se estivessem explorando o novo planeta.

A educação do século 21 passa por um trabalho muito intencional de competências
“A aula requer muito planejamento. Quando eu vejo as competências que devem ser trabalhadas naquela semana, já tenho noção das atividades que vou desenvolver”, conta o professor Marcello Dominichelli, responsável pelas oficinas de parkour. Ele admite que em alguns momentos é preciso quebrar a cabeça para montar uma atividade, mas o trabalho coletivo facilita esse processo.

Para dar conta de estabelecer essas conexões, os professores participam de formações e encontros de planejamento coletivo. “O professor precisa ser muito sensível para sentir e conhecer cada criança. Ele também precisa ser muito criativo, já que em alguns momentos trabalhamos com temas abstratos. É mais difícil do que ensinar português, matemática e inglês porque você está formando um cidadão”, avalia a professora Nicole Reiche Pereira, que geralmente trabalha com crianças de 3 a 8 anos durante o período do curso regular.

Na primeira semana das férias, a turma trabalhou colaboração. Para isso, os educadores criaram a história do capitão Barba Polvo, um pirata que tem uma barba cheia de tentáculos, como descreveu Eric, 4, que também participa do curso regular. “O tesouro dele estava aqui no After e a gente teve que achar”, conta o menino. A sua colega, Manuela, 5, também se envolveu com o desafio e garante que para encontrar o tesouro foi preciso trabalhar em equipe: “Se fosse alguém sozinho atrás do tesouro, os outros não iriam achar.”

De acordo com a equipe da escola, os resultados desse trabalho de desenvolvimento socioemocional são percebidos no dia a dia das crianças, seja por observações dos educadores ou até mesmo pelos registros de portfólios e rubricas de avaliação. “Nós percebemos que as crianças falam e demonstram valores de atividades que já aconteceram. Elas também levam muita coisa para casa”, afirma a coordenadora pedagógica do espaço, Flávia Montagna.

Dentro de casa, a médica Juliana Giorgi diz que já consegue perceber o desenvolvimento do filho, Pedro, que entrou no AfterSchool em agosto quando ainda tinha 1 ano e meio. “Ele deu um salto muito grande na sociabilidade, está aprendendo a dividir e conviver em sociedade. A escola é tão dinâmica, que eu vejo ele sempre muito empolgado”, avalia.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Cuidando dos Cuidadores no SOS Ação Mulher e Família

Maité P. Parpinelli assumiu o compromisso de cuidar da equipe profissional e voluntária do SOS Ação Mulher e Família. 

Pontualmente, às quartas-feiras, no período da manhã, ela vem nos aplicar Reiki.

Ficam aqui os nossos agradecimentos!

Quem quiser saber mais sobre ela, acesse https://www.facebook.com/maiteterapeuta/