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segunda-feira, 23 de abril de 2018

ENTREVISTA: ‘É necessário tratarmos sobre feminismo, gênero, raça e sexualidade na formação de professores, sim’

Por Carolina de Assis*
17 DE ABRIL DE 2018
Quem diz isso é a educadora e professora Tânia Mara Cruz, especialista em relações de gênero e étnico-raciais no ambiente escolar. Graduada em História, Cruz tem mestrado pela Unicamp e doutorado e pós-doutorado pela USP em Educação e é professora no mestrado em Educação da Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul). Em entrevista à Gênero e Número, ela fala sobre suas conclusões a partir de estudos sobre as relações de gênero e raça entre crianças nos espaços de ensino e também de sua atuação em projetos de formação de professores sobre o assunto. “Poderia haver uma discussão sobre essa temática em todos os cursos, como tema transversal, mas nas licenciaturas ela é, a meu ver, imprescindível”, diz a pesquisadora.

FILHOS DE PAIS DIVORCIADOS. COMO EVITAR OS TRAUMAS QUE PREJUDICAM AS CRIANÇAS


O mito da madrasta má da Branca de Neve está mais do que ultrapassado. Agora, as histórias são outras. E também têm finais felizes! A ciência tem vindo a demonstrar que a separação do casal não é, obrigatoriamente, traumatizante para a criança.

Mulheres no Santo Ofício

JN

23/04/2018

O Papa Francisco deu mais um sinal claro da sua determinação em dar mais relevo às mulheres no interior da Igreja Católica. No sábado passado, pela primeira vez, foram nomeadas três peritas como consultoras da Congregação da Doutrina da Fé. Nunca antes esse encargo tinha sido assumido por leigos, era sempre reservado a clérigos.

domingo, 22 de abril de 2018

Mulheres militantes na Ditadura Militar

A luta pelo Voto feminino no Brasil



Especial apresenta um resumo da luta pelo voto feminino no Brasil. O documentário mostra a luta de Berta Lutz pela igualdade de direitos no mercado de trabalho e na política.

Mulheres do Brasil



Homenagem às mulheres brasileiras e ao movimento feminista que lutou e luta pela igualdade de gênero.

História do Movimento Feminista



Trabalho desenvolvido para a matéria de Classes e Movimentos Sociais.
Discentes do Curso de Serviço Social Centro Universitário Ìtalo Brasileiro.

A HISTÓRIA DO FEMINISMO EM TRÊS ONDAS



Breve panorama histórico sobre o feminismo e seus momentos sociais, históricos e culturais mais importantes.

Movimento Feminista



História do movimento feminista desde a Revolução Francesa. Retrata a história do movimento no Brasil e também sobre o Movimento de Mulheres camponesas.

As mulheres através da História



Breve resumo sobre o papel das mulheres no passado e sua missão como Mensageiras de Esperança.

HISTÓRIA DAS MULHERES



Breve história das mulheres no ocidente, descrevendo suas lutas em favor de seus direitos.

Documentário feito por Bernardo Arantes, Daniela Teles, Guilherme Gutierre, Jhony Skeika, Valquíria Lopes e Taline Stadler, alunos do curso de História da Universidade Estadual de Ponta Grossa (2009). Orientação da Profa. Ms. Janaína de Paula

sábado, 21 de abril de 2018

Autorização de marido para mulher fazer laqueadura pode enfim cair





NURPHOTO VIA GETTY IMAGES
Ação no STF questiona obrigatoriedade da autorização do marido para laqueadura no SUS.
Ação do PSB ajuizada no STF quer acabar com a exigência.
By Marcella Fernandes
17/04/2018
Uma ação do PSB (Partido Socialista Brasileiro) pode acabar com a exigência de autorização do marido para laqueadura no SUS (Sistema Único de Saúde).
A legenda ajuizou Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI 5911) contra dispositivos da Lei do Planejamento Familiar em março. O trecho determina que a esterilização voluntária só pode ser feita por homens e mulheres acima dos 25 anos com pelo menos 2 filhos vivos e com autorização de ambos os cônjuges.

Como a linguagem em código e os emojis ajudam as feministas chinesas a driblar a censura

“Coelhinho de arroz” virou sinônimo para as discussões sobre assédio e o movimento Me Too nas redes sociais.

By Kimberly Yam
19/04/2018

JI-SUB JEONG AND JESSICA PROIS/HUFFPOST

As chinesas estão usando a criatividade para driblar a repressão do governo sobre as discussões relacionadas ao movimento #MeToo.
O termo "coelhinho de arroz" (米兔), pronunciado "mi tu", tem aparecido nas redes sociais desde que os censores começaram a proibir posts que mencionam assédio sexual ou a hashtag #MeToo.

Estas mulheres desafiam os limites da velocidade e sobressaem na Fórmula Indy

Há 10 anos Danica Patrick fazia história no automobilismo ao se tornar 1ª mulher a vencer na categoria.

20/04/2018

USA TODAY SPORTS / REUTERS
Danica Patrick foi a 1ª mulher a vencer prova na Fórmula Indy há 10 anos.
A norte-americana Danica Patrick fez história nas pistas de Fórmula Indy há exatos 10 anos. No dia 20 de abril de 2008, a então piloto da equipe Andretti Green se tornou a primeira mulher a vencer uma prova na categoria preferida do automobilismo nos Estados Unidos.

A SUTIL ARTE DE EDUCAR MENINAS E MENINOS

O trabalho do pai de dois filhos e duas filhas: para eles, a importância do respeito; para elas, o combate ao tratamento desigual
POR CLAUDIO SASSAKI 19.04.2018
Yasmin, Luana, Vitor e Lucca. Como pai de meninos e meninas é impossível não pensar em como educar minhas filhas em uma sociedade na qual o preconceito não é óbvio ou posto às claras. Diante disso, eu tenho feito um esforço consciente em trazer mais referências de protagonismo feminino via, por exemplo, livros com histórias de mulheres empreendedoras e pioneiras em diferentes áreas do conhecimento; mulheres que fizeram história e deixaram legados inspiradores.

Igualdade de gênero na Educação: por que ainda é importante falar sobre isso?

"Ainda hoje, mundialmente, nascer menina significa estar mais propensa a nunca colocar os pés em uma sala de aula: há 34 milhões de meninas fora da escola primária no mundo, do total de 63 milhões de crianças", afirma Rebeca Otero, da Unesco

Todos Pela Educação
11 Abril 2018
Rebeca Otero*
No início do século XX, Simone de Beauvoir, filósofa, escritora e professora, refletiu sobre uma questão à primeira vista simples: o que significou para mim ser mulher? Ela relata, em A força das coisas, que pensou poderia responder a essa pergunta rapidamente, “para mim essa questão nunca contou”. No entanto, ponderou: “Olhei mais de perto e foi uma revelação: esse mundo era um mundo masculino, minha infância foi constituída de mitos masculinos e eu não reagi, de forma alguma, da mesma maneira como se eu fosse um menino”.

Micromachismos: se é homem e faz alguma destas coisas, deve repensar seu comportamento

São pequenos gestos, comentários e preconceitos que temos tão interiorizados que não os percebemos como machistas embora odiemos o machismo


ICON
8 MAR 2018
As atitudes machistas mais flagrantes são claras para nós. Aquelas que, de forma manifesta e constante, colocaram a mulher em uma posição inferior ao homem em contextos sociais, econômicos, jurídicos e familiares. Aquelas que consideram que o homem e a mulher nascem com objetivos e ambições diferentes na vida.

Jessica Bennett: “A única coisa mais poderosa que uma mulher autoconfiante é um exército delas”

Editora de gênero do 'The New York Times' lança no Brasil o livro 'Clube da luta feminista'. Saiba por que todos deveriam lê-lo

EL PAÍS

SÃO PAULO 


Você começa o dia irritada porque tem uma reunião importante e passou a noite ansiosa com isso. Dormiu mal, acordou pior. Logo cedo, ao ver seu estado de nervos, seu companheiro pergunta se você está menstruada ou de TPM. Na chegada ao trabalho, seu chefe festeja a sua chegada, porque o café acabou e “seu café, afinal, é ótimo, você poderia fazer pra gente?”. Na esperada reunião, você senta na ponta da mesa, tenta falar, e é interrompida por diversas vezes, até desistir. E aquela sua boa ideia acaba sendo apresentada por um colega, que colherá os frutos por ela. Na sua cabeça, você já mapeia os melhores lugares onde vai chorar o fim deste dia voltando para casa. A linha de ônibus Lapa-Socorro sempre foi convidativa. Antes de dormir, você se autossabota e diz a si mesma que talvez a ideia fosse mesmo do colega e ele fez bem em apresentá-la.

Tammie Jo Shults, a piloto de nervos de aço que salvou um voo nos EUA vira heroína

Tammie Jo Shults
A comandante do voo acidentado da Southwest Airlines, Tammie Jo Shults, em frente a um caça F/A-18A, em 1992 REUTERS

Festejando no SOS Ação Mulher e Família

quinta-feira, 19 de abril de 2018

Debate de Leandro Karnal e Monja Coen

No livro “O inferno somos nós: Do ódio à cultura de paz” (Papirus 7 Mares, 112 pp., R$ 29,90), que permeou o debate no dia 18/04/2018, o historiador Leandro Karnal e a Monja Coen, fundadora da Comunidade Zen-budista do Brasil, levantam questões fundamentais no momento atual, como intolerância e violência, estabelecendo como objetivo principal da obra pensar o que é necessário para alcançar uma sociedade menos agressiva e mais acolhedora. Como fazer com que as relações humanas sejam permeadas pelo diálogo e pela tolerância, diante da diversidade de pessoas, de opiniões e de culturas? 

Parte da renda obtida com as vendas foi destinada para a OSC SOS Ação Mulher e Família. A entidade, que recebe apoio institucional através do Programa Enfrentamento a Violências da Fundação FEAC, oferece gratuitamente atendimento psicossocial e orientações jurídicas a mulheres, homens e famílias que vivenciam violência de gênero ou violação de direitos.

quarta-feira, 18 de abril de 2018

"Canção de ninar" e a violência feminina na literatura

por Clarissa Wolff — publicado 14/04/2018
Leila Slimani vem para a Flip em 2018 para falar de "Canção de ninar", novo sucesso sobre violência feminina à la Gillian Flynn

Confraternização do Dia das Mães no SOS Ação Mulher e Família

No dia 10 de maio de 2018, das 14:00 às 17:00, as mulheres atendidas pelo SOS Ação Mulher e Família receberão novamente doações de produtos da Vogue durante a confraternização do Dia das Mães! E desta vez também terá dança circular para alegrar ainda mais a tarde.

Roda de conversa // A diversidade vai mudar o mundo!

A imagem pode conter: texto

Dando início as atividades do 2º Encontro de Publicitários da FAM, acontecerá a Roda de Conversa sobre A Diversidade Vai Mudar o Mundo!

Essa roda de conversa acontecerá em prol da ONG SOS Ação Mulher e Família e contará com a presença de diversos representantes de lutas e causas que ganharam destaque merecido nos dias atuais, discutindo principalmente sobre o papel da publicidade na influência e disseminação de culturas preconceituosas.

terça-feira, 17 de abril de 2018

Doc. Chega de Fiu Fiu - Teaser #1 Rosa Luz


Rosa Luz ilumina o primeiro teaser da Chega de Fiu Fiu, O Filme. Com toda sua força, compartilha com o nosso olhar um pouco da sua verdade e todo o seu sentimento.

A política sexual em março e início de abril de 2018

No Brasil
No dia 14 de março, a vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ), e seu motorista, Anderson Gomes, foram vítimas de um assassinato político uma semana após a marcha de mulheres por todo o país que marcou o Dia Internacional da Mulher no dia 8. Marielle foi a 5ª vereadora mais votada, apoiada por 46 mil pessoas no Rio de Janeiro e fez de seu mandato uma plataforma para as aspirações e necessidades das pessoas que vivem em favelas, das mulheres negras e para os direitos sexuais e reprodutivos, incluindo os direitos LGBT. Na ocasião em que foi executada, ela acabara de ser nomeada relatora da Comissão Tripartite que supervisionará a intervenção militar no Rio de Janeiro e, desde então, continuava a denunciar abusos e assassinatos de autoria policial, em especial do 41º Batalhão da Polícia Militar em Acari.

Polícia recomenda recato na roupa, elas respondem #TellMenToRespect

Paula Cosme Pinto
17.04.2018 
Vistam-se com decência para evitarem situações de assédio e abuso sexual durante o Songkran. A recomendação foi dada pelas autoridades da Tailândia, semanas antes da celebração do chamado ano novo tailandês. Em pleno rescaldo do movimento #MeToo, foi a vez das mulheres tailandesas abandonarem a habitual submissão e deixarem um recado público ao seus líderes: não me digam como é que eu tenho e me vestir, ensinem mas é os homens a tratarem as mulheres com respeito. Sinais dos tempos?

​Leïla Slimani, as mulheres e o melancólico silêncio


por José Mário Silva/Expresso
06.04.2018

Leïla Slimani foi vencedora do Prêmio Goncourt 2016 por sua segunda obra, o best-seller Canção de Ninar. O livro teve base na história da babá dominicana Yoselyn Ortega, que matou as duas crianças de que cuidava em Nova York, em 2012. Nesta dura narrativa sobre a destruição de uma família, Slimani aborda as relações de poder, os preconceitos entre classes e culturas, o papel da mulher na sociedade e as cobranças envolvendo a maternidade.