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quarta-feira, 20 de junho de 2018

A luta das iranianas pelo direito de assistir futebol nos estádios

A proibição de mulheres na torcida de jogos masculinos foi imposta após a revolução de 1979

ÁNGELES ESPINOSA
Dubai 19 JUN 2018 

Há duas décadas as iranianas pedem que se permita sua entrada nos estádios do seu país e agora estão aproveitando a Copa da Rússia para lembrar o mundo disso. É o que deixam claro seus cartazes. Mas a reivindicação não é (só) desportiva. Como aconteceu na vizinha Arábia Saudita com a proibição de dirigir, a exclusão das mulheres nas arquibancadas do Irã tornou-se uma bandeira de sua luta pela igualdade.

Direito ao aborto?

O tema, como se sabe, é candente e a discussão jurídica nesse campo acaba quase sempre sendo capturada por argumentos de fundo moral ou religioso

ANDERSON SCHREIBER*
14/06/2018
A ministra do Supremo Tribunal Federal Rosa Weber (Foto: José Cruz/Agência Brasil)
A ministra do Supremo Tribunal Federal Rosa Weber (Foto: José Cruz/Agência Brasil)

Em gesto corajoso, a Ministra Rosa Weber convocou audiência pública para tratar do tema do aborto, debatido na ADPF 442, em que se pede ao STF que afaste a aplicação do Código Penal no caso de interrupção voluntária da gravidez até a 12a semana. A audiência promete ser histórica. Diversos especialistas participarão das discussões, alguns a favor e outros contrários ao aborto. O tema, como se sabe, é candente e a discussão jurídica nesse campo acaba quase sempre sendo capturada por argumentos de fundo moral ou religioso. O papel do STF, no entanto, não será dizer se o aborto é certo ou errado, em termos de fé, filosofia ou moralidade, mas sim dizer se a mulher que sofre uma gravidez indesejada tem ou não o ‘direito’ de interrompê-la.

A árdua missão de ser mulher e repórter em uma Copa



Assedio sexual mulheres Copa do Mundo
Repórter é agarrada por torcedor na praça Manege, em Moscou. REPRODUÇÃO

Festa popular, promovendo o encontro e a congregação de etnias diversas, regada a cerveja, vodka, empolgação e gritos de gol. Ao mesmo tempo em que comprova sua dimensão festiva e multicultural a cada quatro anos, a Copa do Mundo masculina de futebol também expõe o caráter universal do machismo. Mal começou e o evento já registra casos de homens, de diferentes nacionalidades, assediando mulheres que circulam pelas cidades-sede na Rússia, sobretudo profissionais de imprensa.

A parentalidade socioafetiva no Provimento 63/2017 do CNJ

Amor
ô/
substantivo masculino
1.forte afeição por outra pessoa,
nascida de laços de consanguinidade
ou de relações sociais.

Para Crisóstomo, o homem de 40 anos que trazia dentro de si, maduro, um amor pronto para entrega, protagonista de Valter Hugo Mãe em O filho de mil homens, o amor é uma atitude, uma predisposição natural para se favorecer alguém, é ser, sem sequer se pensar, por outra pessoa. O livro narra a estória de um pescador que sonha ser pai, até que encontra Camilo, órfão de mãe e filho de pai desconhecido. Ao longo do tempo, nasce, entre eles, o afeto. E esse vínculo dissolve, uma a uma, as ausências, os silêncios e os precipícios do de-dentro do homem, transformando a solidão em felicidade.

Direito sistêmico é uma luz no campo dos meios adequados de solução de conflitos

Há tempos se observa a incapacidade do Poder Judiciário de processar e julgar a quantidade de ações que lhe são apresentadas. A estrutura de pessoal e de material existente não é suficiente. Por outro lado, já é reconhecida no meio jurídico e na sociedade a necessidade de novos métodos de tratamento dos conflitos. Esses meios devem permitir não apenas uma decisão judicial que estabeleça como deve ser a solução para cada conflito — dizendo às partes quais os respectivos direitos e obrigações —, mas também dar paz aos envolvidos, permitindo que eles mantenham um bom relacionamento futuro e, inclusive, tratem de forma amigável outras questões que se apresentem.

Mãe de bebê internado em UTI pode ter mais tempo de licença-maternidade

É possível conceder prazo maior de licença-maternidade a mães que precisam amamentar por mais tempo bebês prematuros com saúde frágil, mesmo sem previsão legal para isso. Assim entendeu a desembargadora federal Inês Virgínia Prado Soares, da 7ª Turma do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (SP e MS), ao reconhecer o direito a uma mulher com recém-nascido na UTI.

STJ acerta ao responsabilizar transportador público por assédio sexual

Importante precedente da 3ª Turma do Superior Tribunal de Justiça, no mês de maio de 2018, decidiu que o assédio sexual nos transportes coletivos consiste em caso fortuito interno, de responsabilidade objetiva da transportadora de passageiros. Nessa mesma decisão determinou o STJ o dever da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) de indenizar em R$ 20 mil uma mulher vítima de ato libidinoso praticado dentro do trem por outro usuário.

Vídeo mostra que o Brasil ainda perde de goleada para o machismo, por Beatriz Mota

18/06/2018
Beatriz Mota
editora-assistente de mídias sociais do Jornal O Globo
Agência Patrícia Galvão

Não importa em qual bolha você se insira, certamente suas redes falaram a mesma língua neste domingo, fenômeno raríssimo nesta nação das mais graves disparidades sociais e polaridades políticas. Mas num país em que o instinto canarinho (ainda que pistola) agoniza, fica difícil não jogar a toalha diante da estreia que traz como destaque noticioso da Rússia, além do empate morno e sonolento da seleção contra a Suíça, o vídeo machista, misógino e racista que foi protagonizado por torcedores brasileiros.

A ressaca de uma ofensa machista viral

Reação à brincadeira de mau gosto de torcedores brasileiros ajudou a identificar três deles. Assembleia Legislativa e OAB de Pernambuco repudiam ato e PM de Santa Catarina abre processo administrativo sobre o caso

Recife 
Reprodução do vídeo dos brasileiros fazendo a 'brincadeira'.
Reprodução do vídeo dos brasileiros fazendo a 'brincadeira'. REPRODUÇÃO

A atitude dos brasileiros que achavam que faziam uma brincadeira com uma mulher na Rússia, falando, em português, sobre a genitália dela sem que ela entendesse, causou reações para além do tribunal da internet. Em um vídeo, ao menos quatro brasileiros uniformizados cercam uma mulher – que seria uma repórter - e gritam repetidamente uma frase em alusão ao órgão sexual feminino. A mulher, que não entende português, apenas sorri um pouco constrangida e tenta repetir o que eles dizem (“boceta rosa”).

terça-feira, 19 de junho de 2018

Crianças brasileiras estão expostas a moléculas que mudam equilíbrio hormonal

Cosméticos são prováveis fontes de muitos disruptores endócrinos, que podem favorecer o desenvolvimento de doenças
Por Ignacio Amigo
18/06/2018
As crianças brasileiras estão expostas a níveis altos de parabenos e benzofenonas, duas classes de disruptores endócrinos (um tipo de molécula que não ocorre de forma natural no organismo e que pode alterar o equilíbrio hormonal) presentes em cosméticos e produtos de cuidado pessoal. É a principal conclusão de um estudo publicado na revista Environmental International, realizado por pesquisadores da Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP) da USP em colaboração com pesquisadores norte-americanos.

domingo, 17 de junho de 2018

Pinar Toprak será a primeira mulher a compor a trilha sonora de um filme do Marvel Studios

Responsável pela música de “Fortnite” foi contratada pelo estúdio para trabalhar na trilha de “Capitã Marvel”

por Pedro Strazza
B9
15.jun.2018

Pinar Toprak será a primeira a compositora a trabalhar numa produção do Marvel Studios. A maestro foi contratada pelo estúdio de Kevin Feige para preparar a trilha sonora de “Capitã Marvel”, próximo lançamento da empresa após o lançamento de “Homem-Formiga e a Vespa”.
O anúncio foi dado pela própria musicista em uma publicação em sua conta no Instagram (veja abaixo), onde ela declarou que é “uma incrível honra fazer parte do Universo Marvel nos cinemas” e agradeceu entre outros aos diretores Anna Boden e Ryan Fleck pela “oportunidade de uma vida”.

“Tem um momento que a guerra invade todas nós” diz diretora de “Baronesa”



Entrevistamos a diretora Juliana Antunes sobre o filme que ganhou todas as atenções no Festival de Tiradentes e estreou esta semana nos cinemas brasileiros

por Pedro Strazza
15.jun.2018

“Baronesa” chegou ao mundo estourando. Depois de sete anos de desenvolvimento, o filme estreou no Festival de Tiradentes do ano passado sob muitos aplausos e fortes elogios, sendo pouco depois consagrado pelo evento com o seu principal prêmio. O Troféu Barroco de Tiradentes, porém, seria só o começo da carreira da produção comandada por Juliana Antunes, que com um orçamento minúsculo foi capaz de coletar honrarias em mostras que vão da Argentina até o distante continente asiático.

Mamilos 152 – Sexoterapia

por Mamilos
15.jun.2018

Em homenagem ao dia dos namorados, hoje vamos falar sobre sexo, desejo, fantasia, orgasmo, frequência, rotina.
Para isso, temos na mesa hoje as presenças graciosas de Ana Canosa, psicóloga clínica, terapeuta, educadora sexual e autora da coluna “Sexo Fácil” da Revista Vip; e Cláudio Serva, fundador do Prazerele.
Vamos tirar o tabu da sala e desconstruir alguns mitos. Vem sem vergonha, vem de peito aberto.

Mamilos 145 – Masculinidade e Sentimentos

B9
por Mamilos
27.abr.2018

“Seja homem!”
“Não chore”
“Controle suas emoções”
“Vire homem!”
“Amigos primeiro, vadias depois”
A masculinidade da forma como é construída produz homens que não possuem empatia, são agressivos e têm imensa dificuldade em falar sobre seus sentimentos. Ser homem é vencer três nãos: não ser mulher, não ser gay e não ser criança.

Proteção judicial dos interesses individuais, difusos e coletivos das crianças e adolescentes

Erika Cordeiro de Albuquerque dos Santos Silva LimaÂmbito Jurídico 
Resumo: O artigo examina a proteção judicial dos interesses individuais, difusos e coletivos das crianças e adolescentes disciplinada nos artigos 208 a 224 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), bem como instrumentos extrajudiciais de proteção de interesses coletivos (Inquérito Civil Público e o Termo de Ajustamento de Conduta) e a Ação Civil Pública.

Escritoras usam literatura fantástica para discutir feminismo

André Cáceres, O Estado de S.Paulo

16 Junho 2018

Autoras brasileiras como Lady Sybylla e estrangeiras como Naomi Alderman usam ficção científica e fantasia para questionar desigualdades de gênero

No filme Eu Não Sou um Homem Fácil (2018), dirigido pela francesa Eléonore Pourriat, o protagonista Damien (Vincent Elbaz) é um machista contumaz que acorda em um mundo paralelo exatamente igual ao nosso, a não ser por um detalhe: os homens são sistematicamente oprimidos por um matriarcado cruel. Nessa comédia, a cineasta aprofunda a mesma ideia de seu curta Majorité Opprimée (2010). Ferrenho crítico do feminismo, Damien torna-se um “masculista” convicto nessa realidade alternativa, depois de passar pelas humilhações cotidianas que as mulheres sofrem na vida real. “Eu me tornei uma vítima; antes, era um tirano”, ele admite a uma mulher. “E não há um meio-termo?”, ela questiona. Revelador, esse diálogo não só resume a luta pela igualdade de gêneros como ilustra uma tendência interessante no cinema e na literatura: o uso do elemento fantástico ou especulativo para debater questões delicadas.

Análise da violência doméstica e familiar contra a mulher no contexto da aplicação da Lei Maria da Penha

Gabriela dos Santos Barros
 
Resumo: O trabalho em questão apresenta como escopo a discussão da violência doméstica e familiar contra a mulher no contexto da aplicação da Lei Maria da Penha. É feita inicialmente uma caracterização dessa violência (definição, formas, causas e perfil das partes envolvidas no processo). Então, é discutida a importância da Lei Maria da Penha e, em especial, das medidas protetivas de urgência previstas na citada lei. Em seguida, são levantados e analisados problemas constatados nas práticas institucionais que envolvem a aplicação da lei, com destaque para a insegurança jurídica decorrente do fato de não ter sido definido um procedimento específico de aplicação da medida protetiva de urgência, o que remete à dúvida acerca da natureza jurídica da medida protetiva.[1]

sábado, 16 de junho de 2018

Desafio da baleia azul (blue whale): repercussões penais e civis

04/06/2018 por Thales Ferri Schoedl_
Uma das definições de “mórbido”, conforme Aulete (1968), diz respeito a algo doentio, prejudicial à saúde, frouxo ou que entorpece. Aristóteles (1973), em clássica lição, ao cuidar da continência, trazia como exemplos de estado mórbido roer as unhas, arrancar pelos e comer carvão ou terra, todos representativos de momentos em que o indivíduo nada produz em prol de si mesmo, de terceiros ou da própria sociedade, diferenciando esta disposição, entretanto, daquelas brutais ou resultantes de doença. Talvez, se estivesse vivo, o consagrado filósofo de Estagira poderia incluir entre os exemplos de estado mórbido a exagerada fixação do homem contemporâneo pelos smartphones e sua indissociável necessidade de estar conectado ao mundo virtual. Nos dias atuais, infelizmente não é raro se deparar com a bizarra cena em que uma família ou amigos encontram-se num restaurante, todos devidamente conectados – não entre si, mas com as redes sociais –, enquanto crianças ainda não atingidas por este estado mórbido aguardam alguma atenção no mundo real.

"Se for mulher é incompetência, se for homem é confusão"

DW
16.06.2018
Claudia Neumann é a primeira mulher da história da televisão alemã a narrar uma Copa do Mundo. Em entrevista à DW Brasil, jornalista fala sobre machismo e seu papel no debate sobre sexismo.

Evitem sexo com "outras raças", diz deputada russa

DW
14.06.2018
Parlamentar pede que mulheres russas evitem manter relações sexuais com estrangeiros que não sejam brancos, segundo ela para evitar uma geração de crianças mestiças no país, como ocorreu após Jogos de 1980.

Filhas do Terror: filhas de genocidas repudiam seus pais na Argentina

Andrés del Río
Professor Doutor de Ciência Política na Universidade Federal Fluminense Quinta-feira, 14 de junho de 2018

Era 1977 ou 1978, quando a gente estava no jardim de infância, tanto eu como minha irmã celebrávamos os nossos aniversários em Campo de Maio. Se o dia estava lindo, o costume era: passava a procurar a gente um ônibus verde, daqueles grandes da Mercedes Benz, onde meus companheiros, quase toda a turma, subiam para passar o dia todo naquele lugar. A gente andava de helicóptero, jogava tênis, e nadávamos numa piscina quando o tempo permitia, em geral em abril. Isso acontecia durante o jardim de infância e também na escola primária até que um dia, eu acho que era 1983, meu melhor amigo da escola, Juan,me disse que aquele ano não ia.

Eu não vou poder comemorar seu aniversário“, disse ele. “Porque onde você celebra, eles matam pessoas”.

Sete motivos para se casar com separação total de bens (ou ainda sete vantagens do regime da separação total de bens)

Claudio Scarpeta Borges
quinta-feira, 14 de junho de 2018
Como se resguardar deste desgaste? Atentando para situações como estas quando da realização do contrato social (e não usando padrões pré-concebidos encontráveis na internet) e elegendo o regime da separação de bens quando do casamento.

Advogada aborda importância de acordo antenupcial em regime diverso de comunhão parcial de bens

Adriana Blasius explica a necessidade de se obedecer formalidade legal.
Migalhas
sábado, 16 de junho de 2018

O pacto antenupcial, também conhecido apenas como pacto nupcial, é um contrato pré-nupcial ou convenção matrimonial firmado pelos casais antes da celebração do casamento. Este tipo de acordo serve para indicar a escolha do regime de bens a ser adotado durante a união e também trata de questões patrimoniais do casal.

É o que explica a advogada Adriana Blasius, do escritório Küster Machado Advogados Associados. Segundo ela, o acordo antenupcial deve ser feito, principalmente, quando o casal optar pela adoção do regime de bens durante o casamento que seja diverso do chamado regime legal ou convencional – de comunhão parcial de bens.

sexta-feira, 15 de junho de 2018

Idosos marcham em São Paulo contra todas as formas de violência

Com fitas roxas, eles cobraram o fim das agressões explícitas ou veladas, como o preconceito, e reivindicaram políticas públicas de atendimento
por Tiago Pereira, da RBA publicado 15/06/2018

São Paulo – Idosos marcharam pelas ruas de São Paulo nesta sexta-feira (15) contra a invisibilidade, o preconceito e todas as formas de violência. Com fitas roxas, manifestantes foram até a sede da prefeitura para marcar o Dia Mundial de Conscientização da Violência contra a Pessoa Idosa
Além das agressões físicas que sofrem nas ruas, no trânsito e até mesmo em casa, eles também denunciaram outras formas de violência, como a apropriação indevida das aposentadorias por familiares, o assédio de instituições financeiras que insistem na oferta de crédito consignado, o desrespeito aos lugares especiais nos transportes públicos, as más condições das calçadas e até mesmo a fome e a desnutrição.

Campeã indiana de xadrez abandona torneio por causa de lei do hijab

Esta não é a primeira vez que uma atleta abandona uma competição devido à lei que obriga ao uso do véu islâmico. Em 2016, a atiradora indiana Heena Sidhu e a jogadora de xadrez americana Nazi Paikidze recusaram-se a participar em torneios no Irão por considerarem "discriminatório" e "inaceitável" o uso do hijab.

FILIPA ALMEIDA MENDES 14 de Junho de 2018

A jogadora de xadrez indiana Soumya Swaminathan anunciou que vai abandonar o campeonato asiático de xadrez, a realizar-se em Julho no Irão, como forma de protesto contra a lei sobre o uso obrigatório do hijab (véu islâmico).

quinta-feira, 14 de junho de 2018

Sob constante ameaça

A repórter Andrea Dip conta aqui como foi criado o curta que aborda a restrição do direito à cidade para as mulheres por medo e violência de gênero

13 de junho de 2018
Andrea DiP

A ocupação da cidade pelas mulheres a partir de afetos e do medo da violência de gênero. O direito à cidade. O espaço urbano que nos é hostil desde sua concepção. A cidade da mulher que é diferente da cidade do homem. E a pergunta difícil: Como incluir essa reflexão e toda a subjetividade inerente a estas questões em um documentário?

O guia completo para os pais que querem proteger os seus filhos na Internet

Introdução

Atualmente, vemos notícias sobre o impacto da tecnologia nas nossas vidas diárias o tempo todo. Muitos de nós começamos a pensar sobre como a tecnologia nos afeta pessoalmente. Mas quantos de nós já parou para pensar sobre como isso afeta os nossos filhos?

Capitão é 1ª militar brasileira a trabalhar no Departamento de Operações de Paz da ONU

30/05/2018
Primeira e única mulher brasileira a concluir uma missão de paz da ONU a bordo de um navio, a capitão de fragata Carla Daniel, de 51 anos, acostumou-se a vanguardismos. Desde dezembro do ano passado, ela também é a primeira militar brasileira a trabalhar no Departamento de Operações de Paz das Nações Unidas (DPKO), em Nova Iorque.