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quinta-feira, 23 de maio de 2019

PF faz operação contra pornografia infantil em oito estados

Publicado em 23/05/2019 
Por Vitor Abdala - Repórter da Agencia Brasil  Rio de Janeiro
Policiais federais cumprem hoje (23) 28 mandados de busca e apreensão em uma operação contra a pornografia infantil em oito estados. Ao todo, 23 pessoas são investigadas por crimes de produção, armazenamento e distribuição de material pornográfico envolvendo crianças ou adolescentes.
De acordo com a Polícia Federal (PF), pelo menos cinco pessoas foram presas em flagrante durante o cumprimento dos mandados.
Cerca de 120 policiais federais participam da operação nos estados de São Paulo, do Rio de Janeiro, de Minas Gerais, do Rio Grande do Sul, de Santa Catarina, da Paraíba, de Sergipe e do Maranhão. A maior parte dos mandados (12) está sendo cumprida no Rio.

Gente – A Potência da Diversidade

Uma conexão Globosat

por Globosat

Comandado pela a apresentadora Juliana Wallauer, a voz do Mamilos, o podcast mais ouvido do Brasil segundo iTunes Top Charts, e pelo sociólogo Túlio Custódio, atual curador de conhecimento da Inesplorato, a segunda temporada de podcasts da Plataforma Gentetraz 20 programas temáticos divididos em 10 entrevistas e 10 debates em formato de mesa redonda.

Beleza Pra Quem? 2 – Escolha ser você

Um convite para juntos refletirmos sobre o processo de autoconhecimento e caminhos para uma autoestima sustentável

por B9
22.maio.2019



Está no ar o segundo episódio do Beleza Pra Quem?, o podcast de autoconhecimento e autoestima sustentável do B9 em parceria com a Anacapri.

Série fotográfica “I Had An Abortion” dá espaço para mulheres falarem sobre aborto

Projeto tem a intenção de dar rostos a um assunto que ainda é tabu em quase todo o mundo

22.maio.2019
Desde 2005, a fotojornalista Tara Todras-Whitehill tem fotografado diferentes mulheres com a intenção de dar rostos a um assunto que ainda é tabu em quase todo o mundo: o aborto.

quarta-feira, 22 de maio de 2019

Uma feminista na igreja


Evangélica, cientista social, mestre em educação e integrante do coletivo Evangélicas pela Igualdade de Gênero, Simony dos Anjos dá palestras para mulheres da igreja sobre violência doméstica e direitos reprodutivos

Por Andrea DiP
José Cícero da Silva/Agência Pública
Simony dos Anjos é evangélica, cientista social, mestre em educação e integrante do coletivo Evangélicas pela Igualdade de Gênero
Simony dos Anjos é evangélica, filha de pastor evangélico e de seminarista, cientista social, mestre em educação e integrante do coletivo Evangélicas pela Igualdade de Gênero. Composto por mulheres feministas e evangélicas, o coletivo promove a igualdade de gênero dentro e fora da igreja e dá palestras sobre direitos reprodutivos e violência doméstica. “A gente age em igrejas neopentecostais, casas-abrigo da prefeitura. Começaram a enxergar na gente, mulheres evangélicas, uma maneira de tratar problemas que a igreja tem enfrentado, a violência doméstica, por exemplo. Porque há duas décadas a violência doméstica era abafada. Hoje, com toda essa efervescência, essa primavera feminista, as mulheres se sentem encorajadas a denunciar e a igreja está em um ponto em que, se ela abafa, vai perder fiéis. Então, vai ter que tratar da violência doméstica de alguma maneira. E aí a gente começou a ser muito convidada”, conta. Ela acrescenta, porém, que o direcionamento quanto ao divórcio em caso de violência doméstica, por exemplo, ainda depende muito da opinião do líder espiritual de cada igreja: “Varia muito, porque há uma personalização da liderança, e as vontades pessoais dessa liderança vão influenciar muito no andamento da comunidade. Mas de modo geral o que se percebe é repúdio total à violência doméstica proporcional ao repúdio ao divórcio. O divórcio não é uma questão. O que as igrejas sempre orientam essas mulheres que sofrem é que elas saiam de casa um tempo, fiquem na casa de um parente e que orem pelo marido. Mas o divórcio não é uma opção na maioria das igrejas”.

Os abusos sexuais que atormentam comunidade cristã que rejeita o mundo moderno

Mulheres menonitas transportando leiteDireito de imagemJORDI BUSQUE
Image captionMulheres menonitas na Bolívia: casos de abuso foram denunciados, mas, agora, são alvos de questionamentos
  • 21 maio 2019
Em Manitoba, uma colônia menonita na Bolívia cujos moradores rejeitam a modernidade, um grupo de homens foi preso em 2009. Posteriormente, eles foram condenados por estupro e abuso sexual de 151 mulheres e meninas - incluindo crianças pequenas - dentro dessa pequena comunidade cristã.

Desafios além da vaga

Cidade de São Paulo diminui fila de busca por creches, mas ainda enfrenta obstáculos
15/05/2019
O cansaço presente na expressão e nas palavras da diarista Vanderléa Ferreira, de 33 anos, resume a sua rotina pesada. Mãe de 6 e moradora do Jardim Icaraí, no Grajaú ― região com a maior espera por vagas em creches de São Paulo ―, ela só conseguiu há 3 meses uma vaga para o filho mais novo, Lucas, de 1 ano e meio. A entrada no processo tinha sido dada há um ano.
“Eu quis [colocar o Lucas na creche] para poder trabalhar. Era difícil. Não tinha com quem deixar”, lembra.

Destino irreversível

No Amapá, estado com os piores índices de acesso a educação infantil, mães não conseguem sair do ciclo de pobreza
14/05/2019
Todos os dias, a diarista Darleni Silva, de 34 anos, acorda pouco antes das 6h e caminha por cerca de uma hora em uma estrada de terra batida no extremo norte do Brasil. Leva pela mão as filhas Dhaffiny, de 4 anos, e Djennifer, de 2. 
O trio dribla as poças de lama, atravessa uma avenida movimentada de Macapá e se equilibra sobre um cano de esgoto. Quando as pequenas cansam, pedem colo à mãe. Darleni pergunta as horas na rua e avisa às filhas: “Não podemos atrasar para não perder a vaga”.

segunda-feira, 20 de maio de 2019

Soluções coletivas

HuffPost Brasil
By Andréa Martinelli / Marcella Fernandes
16/05/2019
Mães contam com redes de apoio e iniciativas comunitárias para conseguir trabalhar e garantir o cuidado dos filhos.
Na comunidade de Heliópolis, na Zona Sul de São Paulo, Roselaine Oliveira Gralha, de 46 anos, é conhecida como a “mãe crecheira” ou a “mãe comunitária”. Há pelo menos 12 anos ela abre sua casa para assumir um papel fundamental que o poder público não cumpre em sua totalidade: cuidar de crianças de até 5 anos enquanto suas mães trabalham.

Uma meta improvável

Maria Edina nunca conseguiu vaga em creche ou escola infantil para os

Por que oferecer creches para 50% das crianças até 2024 é realidade ainda distante no Brasil

HuffPost Brasil

13/05/2019
Aprovado em 2014, o Plano Nacional de Educação (PNE) prevê que 50% dos brasileiros de 0 a 3 anos de idade estejam matriculados em uma creche até 2024. Os dados mais recentes mostram que 32% da população nessa idade - 3,4 milhões de crianças - estava matriculada em creches em 2016, segundo o Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas).

Mulher, mãe e sem trabalho

12/05/2019
Como a maternidade pode impactar a vida das mulheres no mercado de trabalho
By Andréa Martinelli / Marcella Fernandes
“Não tem como trabalhar e cuidar das duas”, desabafa a cabeleireira Adenilda Ramos da Silva, de 37 anos. É apenas fora do mercado de trabalho que ela consegue conciliar os cuidados das filhas Jennifer e Lorena.

domingo, 19 de maio de 2019

VÍDEO: O que são os Princípios de Empoderamento das Mulheres?

ONU
16/05/2019
Pense no impacto de uma assinatura. Pense na magnitude de um movimento global. Pense na diferença que você pode fazer e no poder da mudança transformadora. Assinando os Princípios de Empoderamento das Mulheres, você pode estimular seus acionistas a impulsionar a mudança no local de trabalho, no mercado e na comunidade, por meio de uma estrutura de trabalho de sete princípios.
Promovido pela ONU Mulheres e pelo Pacto Global da ONU, os Princípios de Empoderamento das Mulheres são um roteiro para a sustentabilidade, inovação e produtividade das empresas.
Não perca a oportunidade de causar um impacto duradouro nos seus funcionários, fornecedores, clientes e investidores. Una-se a empresas líderes que já estão na jornada para criar sustentabilidade e crescimento. Comprometa-se com os Princípios de Empoderamento das Mulheres e aproveite o momento para sua organização aderir.
Acesse aqui e aqui para saber mais.

A princesa que transformou a medicina de guerra



Direito de imagemALAMY
Image captionVera GedroitsVera Gedroits era uma mulher muito à frente de seu tempo - mas sua história é pouco conhecida.

  • 17 maio 2019
Vera Gedroits sabia que corria contra o tempo. E tinha de escapar. O conflito armado na frente de batalha havia recrudescido e chegava cada vez mais perto.

O país onde 48 mulheres são estupradas a cada hora


Moises e a esposa Jullienne
Image captionMoises Bagwiza reflete sobre como tratou a esposa, Julienne

  • 18 maio 2019
A República Democrática do Congo tem uma das taxas mais altas de violência sexual do mundo, mas uma nova abordagem do tema está estimulando os homens a confrontarem e questionarem a "masculinidade tóxica".

Escondidas atrás de guarda-chuvas, entre gritos: é assim que as mulheres abortam no Alabama


Ativistas do grupo PowerHouse cobrem com guarda-chuvas a entrada da clínica de Serviços Reprodutivos, na passada sexta-feira, em Montgomery (Alabama).
Ativistas do grupo PowerHouse cobrem com guarda-chuvas a entrada da clínica de Serviços Reprodutivos, na passada sexta-feira, em Montgomery (Alabama). A. MARS


São pouco mais de 4h30 da madrugada, mas no 811 da rua South Perry de Montgomery já começou a movimentação. Três homens rezam de joelhos na escuridão, de costas para um edifício baixo e envelhecido que abriga uma das três únicas clínicas de aborto no Alabama. Chega um quarto, David Day − como se apresenta −, com uma câmera GoPro no peito e um cartaz com a imagem de um feto ensanguentado nas mãos. Fica de pé. Na casa ao lado do centro médico, separada apenas por um estacionamento, os voluntários da organização Power House também começaram sua jornada. Bianca Cameron-Schwiesow e Margeaux Hartline colocam seus coletes coloridos e colocam seus guarda-chuvas na entrada. Pouco a pouco vão aparecendo outros para fazer a escolta, mais de uma dúzia. É sexta-feira, único dia da semana em que são realizadas as intervenções, e são esperados 20 pacientes.

Trump diz ser 'pró-vida', mas favorável a exceções em caso de estupro ou incesto

Protesto contra lei que restringe o aborto nos EUA em foto de 12 de maio — Foto: ReutersProtesto contra lei que restringe o aborto nos EUA em foto de 12 de maio — Foto: Reuters
Protesto contra lei que restringe o aborto nos EUA em foto de 12 de maio — Foto: Reuters
Presidente se posicionou sobre a questão do aborto, que deverá ser um dos principais temas da eleição no próximo ano, dias após a governadora do Alabama assinar a lei anti-aborto mais dura dos EUA.
19/05/2019
O presidente americano Donald Trump declarou no sábado (18) ser "decididamente pró-vida", embora favorável a exceções para a interrupção da gravidez em casos de estupro ou incesto, após vários estados dos Estados Unidos aprovarem duras restrições ao aborto.

Por que há tão poucas mulheres economistas?

Por Samy Dana
Economista com Ph.D em finanças, é consultor e professor de carreira da Eaesp-FGV
19/05/2019

No rescaldo da crise financeira de 2008 nos EUA, alguns observadores questionaram – brincando – se a crise, que começou com a quebra do Banco Lehman Brothers (Irmãos Lehman), teria acontecido se o banco tivesse sido o “Lehman Sisters” (Irmãs Lehman).

Por que o abuso emocional pode ser considerado crime de lesão corporal.


Camila Brandalise
23/02/2019
Há uma parcela de vítimas de violência doméstica que, apesar de não ter sofrido agressão física, tem sequelas causadas por abusos emocionais. É o caso de mulheres que, em seus relacionamentos, foram continuamente atacadas com xingamentos, humilhações, ofensas, ameaças, chantagens e perseguições -- atos enquadrados pela Lei Maria da Penha como violência psicológica --, e desencadeiam stress pós-traumático, depressão e crises de pânico.

sábado, 18 de maio de 2019

Campanha pede por mais corpos masculinos reais na publicidade

Organização pede que o mercado publicitário substitua imagens irreais de corpos masculinos por representações comuns

17.maio.2019

Temos acompanhado uma onda crescente de empoderamento feminino que pede por uma representação mais real das mulheres na publicidade, incluindo maior diversidade em relação aos corpos e o fim de padrões tóxicos de beleza. Basicamente, esse é o mesmo pedido que a Manualorganização focada no bem-estar e na saúde mental dos homens, faz em relação à representação masculina na publicidade.