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segunda-feira, 22 de julho de 2019

Quem foram e o que fizeram as primeiras mulheres astronautas

Mira Fricke
19.07.2019
A pioneira foi a russa Valentina Tereshkova, que em 1963 viajou sozinha para o espaço. Apesar do caminho aberto por ela, participação feminina nos voos em gravidade zero ainda é limitada.
Poucas mulheres viajaram para o espaço até hoje. Mas a verdade é que astronautas e cosmonautas mulheres já trabalham em missões espaciais desde 1963. Conheça algumas delas e saiba o que fizeram no espaço no vídeo do Futurando.

Entre o testemunho visual e textual da dor

Uma escritora membro da resistência francesa encontra-se para almoçar com um agente da Gestapo em um restaurante frequentado por colaboracionistas. O clima ao redor é de estranha prosperidade. Tudo se passa como se a guerra não existisse. A comida é farta, as roupas sofisticadas, todos parecem levianamente satisfeitos. Exceto o casal Marguerite e Rabier, que entretém um estranho diálogo. Ela diz que a guerra acabou, que a Alemanha nazista cairá em breve e que Paris estará livre. Ele afirma convicto que a Alemanha não pode ser derrotada. Uma mulher ao lado conta que bateram violentamente em sua porta na noite anterior e que sente medo.

Defender as mulheres? Melhor insultá-las

REVISTA IHU 

22 Julho 2019
Carola Rackete: um carrapato. O Pd: um partido que dá nojo. Maria Elena Boschi: alguém que deveria ter vergonha de falar. Nos últimos dias, o vice-premier Salvinirealmente não poupou nenhum de seus adversários, permitindo a partidários, seguidores e simpatizantes zoar à vontade na rede. Ataques políticos? Argumentos convincentes? Saudável dialética governo-oposição? Nada disso. Agora, na Itália, a disputa política parece estar reduzida a um conjunto de insultos e vulgaridades, como se o discurso do ódio fosse a única maneira de se contrapor àqueles que defendem e promovem ideias diferentes das próprias.

Mais um estudo mostra que as mulheres têm bebido mais


Jairo Bouer
22/07/2019
Uma pesquisa divulgada esta semana revela que o número de atendimentos de emergência relacionados ao uso de álcool aumentou de forma dramática no Canadá, especialmente entre as mulheres. A mesma tendência já foi apontada nos EUA e no Reino Unido, e no Brasil alguns trabalhos recentes também mostram que mais mulheres têm abusado nas doses por aqui.

O custo de ser mãe aos 40 faz prosperar uma bilionária indústria de reprodução assistida


Reprodução assistida
É um fenômeno global: em 2023 o mercado alcançará 27,5 bilhões de euros (115,5 bilhões de reais) no mundo. LUIS TINOCO

Aos 30 anos, a probabilidade de uma mulher saudável engravidar é de 20% a cada mês. Aos 40 anos, cai para 5%, segundo dados da Sociedade Espanhola de Fertilidade (SEF). Nesta década vital, no entanto, nascem mais crianças na Espanha do que em qualquer outra (234.662 bebês nasceram no ano passado), uma circunstância que faz florescer o negócio da reprodução assistida.

Filme sobre relação de cineasta com tio vence o 27º Anima Mundi


'Tio Tomas: a contabilidade dos dias' agora está apto para concorrer ao Oscar

O filme 'Tio Tomas: a contabilidade dos dias' Foto: Divulgação
O filme 'Tio Tomas: a contabilidade dos dias' Foto: Divulgação

RIO - "Tio Tomas: a contabilidade dos dias", uma coprodução entre Canadá, Portugal e França, foi o grande vencedor do 27º Anima Mundi, cuja edição carioca foi encerrada neste domingo.

Grada Kilomba é autora mais vendida da Flip 2019; veja o 'top 10'

Escritora portuguesa liderou vendas durante o evento com 'Memórias da plantação'. Mesmo fora da programação, Djamila Ribeiro entrou no ranking.

Por G1
14/07/2019
A escritora e artista portuguesa Grada Kilomba — Foto: Esra Rotthoff/Cortesia do Gorki Theatre e do artista Moses Leo/Divulgação
A escritora e artista portuguesa Grada Kilomba — Foto: Esra Rotthoff/Cortesia do Gorki Theatre e do artista Moses Leo/Divulgação
O livro "Memórias da Plantação" (Cobogó), de Grada Kilomba, foi o mais vendido na livraria oficial ao longo dos cinco dias da 17ª Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), que se encerrou neste domingo (14).

domingo, 21 de julho de 2019

ONU Mulheres e Ancine firmam Aliança por um Audiovisual 50-50 e defendem igualdade de gênero na indústria do cinema

11.07.2019

No 3º Seminário Internacional Mulheres no Audiovisual, organizado pela Agência Nacional do Cinema, com o apoio da ONU Mulheres, representantes das instituições anunciaram parceria
Ana Carolina Querino, representante interina da ONU Mulheres no Brasil, e Débora Ivanov, diretora da ANCINE, assinaram parceria para fomentar igualdade de gênero na indústria de audiovisual. Foto: Andréia Naomi

Ana Carolina Querino, representante interina da ONU Mulheres Brasil, e Débora Ivanov, diretora da Ancine, assinaram memorando de entendimento para fomentar igualdade de gênero na indústria de audiovisual no Brasil. Foto: Andréia Naomi

Diretora da Anistia Internacional fala sobre conquistas e desafios da população negra no Brasil

ONU
16/07/2019
Em entrevista ao Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) para ocasião do Dia Mundial da População (UNFPA), a diretora-executiva da Anistia Internacional, Jurema Werneck, fala sobre as conquistas e desafios da população negra no Brasil, em especial meninas e mulheres.
“Convivi com várias gerações de mulheres negras da minha família (bisavó, avós, mãe e tias, primas, sobrinhas). Nunca houve oportunidades, mas conquistas — e as gerações mais novas sempre usufruíram mais do que as anteriores. Entre todas, as mais novas e as mais velhas, sou a que teve acesso a mais espaços e possibilidades, a partir das conquistas feitas”, declarou. Leia a entrevista completa.
Jurema Werneck é diretora executiva da Anistia Internacional. Foto: Anistia Internacional
Jurema Werneck é diretora executiva da Anistia Internacional. Foto: Anistia Internacional

Mulheres ainda enfrentam desafios de bem-estar e direitos humanos, diz chefe da ONU

ONU
17/07/2019
Muitas mulheres e meninas “ainda enfrentam enormes desafios aos seus direitos à saúde, bem-estar e aos seus direitos humanos”, disse o secretário-geral das Nações Unidas em encontro de alto nível da Assembleia Geral na terça-feira (16), em Nova Iorque. A reunião foi convocada para marcar os 25 anos da Conferência Internacional sobre População e Desenvolvimento (CIPD), um importante evento em saúde reprodutiva e direitos.
“Estamos vendo um retrocesso global em direitos das mulheres, incluindo direitos reprodutivos e serviços de saúde vitais”, afirmou António Guterres aos participantes do encontro.
Embora progressos alcançados em direitos das mulheres ao longo dos últimos 25 anos tenham contribuído para reduzir a pobreza e a fome e melhorar a educação e a saúde, em torno de 650 milhões de mulheres se casaram quando ainda eram crianças. Todos os dias, mais de 500 mulheres e meninas morrem durante a gravidez e o parto em todo o mundo.
Funcionária de centro médico do vilarejo Tajikhan, no Afeganistão, conversa com uma mulher e seu bebê de 5 meses em 10 de maio de 2012. Foto: Banco Mundial/Graham Crouch
Funcionária de centro médico do vilarejo Tajikhan, no Afeganistão, conversa com uma mulher e seu bebê de 5 meses em 10 de maio de 2012. Foto: Banco Mundial/Graham Crouch

XIII Jornada Maria da Penha: inscrições abertas



Regina Bandeira
Agência CNJ de Notícias
17/07/2019

A Aplicação do Questionário de Avaliação e Gestão de Risco na Violência Doméstica contra a Mulher: esse será o tema central da 13ª edição da Jornada Lei Maria da Penha. O encontro, promovido anualmente pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ocorrerá em Brasília, no Superior Tribunal de Justiça (STJ), nos dias 8 e 9 de agosto. As inscrições podem ser feitas aqui até 2 de agosto.

Não confio em livros sem humor porque a vida é absurda, diz Sheila Heti


Autora de "Maternidade", um dos livros mais comentados do ano, a escritora canadense passou pela FLIP e deu uma entrevista exclusiva para EXAME

São Paulo – Ter ou não ter um filho? Ao se aproximar dos 40 anos, a escritora canadense Sheila Heti não podia mais escapar da pergunta e deu sua resposta com o livro “Maternidade”, lançado recentemente no Brasil.
Em uma mistura de ensaio e ficção, Heti usa técnicas do misticismo e ilumina territórios inexplorados da experiência feminina para chegar a conclusões desconcertantes.

Morre Agnes Heller, a filósofa da vida cotidiana que sobreviveu ao Holocausto

Madri 

agnes heller
Ágnes Heller, em Budapeste em agosto de 2017. ZSÓFIA PÁLYI


Era chocante o contraste entre o físico de Agnes Heller, a filósofa húngara morta nesta sexta-feira aos 90 anos, e a força do seu pensamento e da sua biografia. Miúda e só aparentemente frágil, sobreviveu ao Holocausto em Budapeste — metade do milhão de judeus assassinados em Auschwitz era húngara — e à repressão stalinista posterior à Segunda Guerra Mundial, que a obrigou a se exilar durante décadas. Nos Estados Unidos e na Austrália, porém, ela elaborou um pensamento baseado num profundo conhecimento da história, mas também da vida cotidiana, situado entre a filosofia e a sociologia, que conseguiu atravessar fronteiras para torná-la uma das pensadoras mais influentes da segunda metade do século XX.

sábado, 20 de julho de 2019

Pesquisadores discutem fatores associados ao suicídio entre jovens

No dia 26 de julho, Instituto de Psicologia da USP, em São Paulo, organiza seminário

19/07/2019
Há uma série de fatores associados ao suicídio, como fatores psicológicos – Foto: Marcos Santos/USP Imagens

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), em média, são registradas 800 mil mortes por suicídio no mundo, sendo a principal causa de morte entre os jovens de 15 a 29 anos. Em 2016, o Sistema de Informação sobre Mortalidade do Ministério da Saúde (MS) do Brasil apontou 3.097 mortes de adolescentes e jovens de 10 a 29 anos.

Suicídio na mídia e cinema são temas de estudos na Fiocruz

23/09/2016

Ainda tabu na sociedade brasileira, o suicídio é um tema que costuma ser evitado pelos meios de comunicação, apesar de ser bem divulgado em casos de falecimentos de figuras públicas ou quando atrelado a mortes inusitadas ou trágicas. Mas, para além do tabu em si, qual seria o real motivo para a imprensa evitar falar sobre o tema e quais seriam as consequências do tipo de veiculação feita, muitas vezes associada ao sensacionalismo?

Desigualdade de gênero prejudica autores científicos latino-americanos


A PARTICIPAÇÃO DE MULHERES EM ARTIGOS CIENTÍFICOS É AGRAVADA MESMO EM CARREIRAS COM UMA PARTICIPAÇÃO FEMININA NOTÁVEL


Embora as mulheres com formação acadêmica tenham uma representação proeminente em disciplinas como ciências da vida, isso não garante que elas manterão essa representação e visibilidade à medida que avançam em suas carreiras, e a América Latina não escapa dessa realidade.
Esta é uma das conclusões de uma pesquisa publicada no PLoS ONE, que buscou determinar se o gênero do autor principal de um estudo ou de sua afiliação institucional influencia a proporção de mulheres autores ou coautores em uma publicação.
Veja o texto na íntegra em espanhol: Scidev.Net

Roger Scruton - O grande pecado contemporâneo


Fazer escolhas o tempo inteiro e arcar com a responsabilidade das nossas decisões. Um peso necessário no mundo contemporâneo. Um peso que, talvez, esteja excessivo, visto que cometemos um grande pecado para escaparmos de tamanha carga. O filósofo britânico Roger Scruton esclarece as consequências de um mundo que busca fugir da própria responsabilidade: o nosso mundo. 
Considerado um dos mais importantes filósofos da atualidade, Roger Scruton é autor de obras sobre filosofia, política e estética. Professor na Inglaterra e nos Estados Unidos, Scruton é um dos expoentes do pensamento conservador contemporâneo. 
É autor de obras como “Estética da arquitetura”, “A alma do mundo”, “O rosto de Deus” e “Tolos, fraudes e militantes”. Além de seus livros e produções acadêmicas, produziu para a BBC o documentário “Por que a beleza importa?”.  

Por que Susan Sontag deixou que o ex-marido roubasse parte de seu trabalho e obra?


Sontag em 1972.
Sontag em 1972. GETTY

Tudo o que se escreveu sobre Susan Sontag –ou sobre quem se supõe que foi Susan Sontag– parece ter relegado a um segundo plano seus próprios escritos. Desde o princípio, sua personalidade e aparência foram submetidas a um debate igual ou maior que sua obra. E o que é pior: em muitas tentativas de desqualificá-la a estratégia se baseou na combinação de ambos os aspectos. “Se houvesse justiça neste mundo, Susan Sontag seria feia, ou pelo menos pouco atraente”, comentou uma crítica no The Washington Post em 1967. “Nenhuma mulher tão atraente tem direito a tanto cérebro”. Essa mesma fixação pelo ícone Sontag foi transferida depois de sua morte, em 2004, às descrições que foram feitas dela. No entanto, entre tanto barulho passou quase despercebido um dos supostos episódios mais dolorosos da vida de Sontag: foi ela quem escreveu, ao menos em grande parte, Freud: The Mind of The Moralist (Freud: A Mente do Moralista), uma das principais obras de seu ex-marido, o sociólogo Philip Rieff. Assim parece se confirmar em uma nova biografia de Sontag escrita por Benjamin Moser –que será publicada em setembro com o título Sontag Her Life and Work (Harper Collins)– que a escritora renunciou à autoria do livro por um acordo de divórcio que se viu obrigada a assinar para poder ficar com a guarda do filho que tiveram.