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domingo, 17 de fevereiro de 2019

O adeus a Bibi Ferreira, a diva dos musicais


Morre Bibi Ferreira
Bibi Ferreira, durante uma apresentação. DIVULGAÇÃO/WILLIAM AGUIAR

Bibi Ferreira, atriz, cantora e compositora que fez história nos musicais brasileiros, morreu nesta quarta-feira, 13 de fevereiro, aos 96 anos, em sua casa, no Rio de Janeiro. A informação foi confirmada pelo empresário da artista e por sua família, que acredita que Bibi morreu dormindo.

Educação sexual para que as meninas possam sonhar



Grafiteira pinta mural em São Paulo.
Grafiteira pinta mural em São Paulo.  EFE
Somos duas mulheres latinas. Nossos países eram governados por ditaduras militares quando éramos meninas. Cada uma viveu de maneira particular o segredo e o horror do poder militar na Argentina e no Brasil. Sonhávamos com livros e independência. Nossos planos de futuro variavam com a idade; em comum, idealizávamos um futuro trabalho fora de casa, diferente de nossas avós que eram integralmente cuidadoras. Ter filhos era como um fato natural para o futuro, mas distante para quem imaginava a idade de 30 anos como velhice. Nenhuma das duas viveu o fantasma da violência sexual ou da gravidez forçada na infância. As histórias de meninas grávidas eram de outras muito distantes de nossas vidas na escola ou na família. Eram histórias de meninas pobres, negras ou camponesas, de famílias trabalhadoras rurais.

Limpeza do armário emocional: o que fazer após o fim de uma relação


relacion

Em tempos de amor líquido, que poucas vezes dura a vida toda, acumulamos relações e lembranças, alegrias e desencantos, relíquias de nossa vida sentimental que se amontoam numa mochila cada vez mais pesada. Precisamos tornar nossa bagagem mais leve de vez em quando, então fazemos o mais fácil: esquecer as marcas das relações passadas nos armários da vida sentimental, aonde entram numerosas experiências, mas dos quais muito poucas saem. Cedo ou tarde, chega a hora de fazer a limpeza – e os que sabem do assunto dizem que não há melhor momento para isso que após uma ruptura.

O tesouro oculto de Aretha Franklin


Berlinale
Aretha Franklin, em ‘Amazing Grace’.

A culpa foi das claquetes. Ou, na verdade, da ausência delas. Culpa da inexperiência na gravação de um show por parte de Sydney Pollack, que não usou claquetes – provavelmente para não incomodar Aretha Franklin – e nunca conseguiu sincronizar as imagens com o som. Durante décadas, a filmagem ficou guardada em caixas, sem que Pollack soubesse muito bem o que fazer com aquelas fitas impossíveis de montar. Só a teimosia de Alan Elliott, a quem Pollack cedeu o material antes de morrer de câncer de pâncreas, em 2008, e a morte da rainha do soul, que sempre proibiu a estreia do filme (“Ela não tinha vontade de falar comigo sobre o projeto, conta Elliott), conseguiram trazer a público Amazing Grace, o testemunho dos dois dias de janeiro de 1972 em que Franklin se encerrou numa igreja de Los Angeles e gravou um de seus álbuns mais famosos, no qual ela se voltava ao gospel – ao vivo, com público – depois de arrasar no soul.

Sim, seus filhos veem pornô (e é assim que isso os afeta)

El País

porno
Nunca foi tão fácil assistir a pornografia. Nunca foi consumida desde idades tão precoces. Os meninos começam hoje com nove anos. Gratuitos e acessíveis 24 horas por dia, os conteúdos de sexo explícito que inundam a Internet se tornaram a educação sexual do século XXI na ausência de formação específica. E uma fonte de confusão para os adolescentes em suas primeiras relações adultas

Homens acomodados no patriarcado


Soldados passam roupa em Moscou em 2012.
Soldados passam roupa em Moscou em 2012.  MAGNUM PHOTOS / CONTACTO


machista incurável enfrenta a revolução feminista indignado, incapaz de compreender a pressa para desmantelar o patriarcado, uma criação histórica de homens e mulheres que supostamente data do final do Paleolítico e início do Neolítico, quando era desconhecida até a relação entre relação sexual e gravidez. O envergonhado a enfrenta mergulhado na confusão, nas contradições e no silêncio, embora reconheça, com Silvia Federici, que as diferenças não são o problema, que o problema é a hierarquia, e que há milênios as mulheres têm de se vender não só no mercado de trabalho, mas também no mercado do casamento, com a cobertura do amor. A dominação masculina retrocede resmungando.

Evento gratuito discute violência doméstica contra mulher em Salvador

Encontro é realizado na segunda-feira (18), no auditório do Ed. CEO, ao lado do Salvador Shopping, no bairro do Caminho das Árvores.

Por G1 BA
15/02/2019

A violência doméstica contra a mulher vai ser discutida em uma reunião entre advogados, juristas, magistrados, servidores públicos e sociedade, que será realizada às 19h de segunda-feira (18), no auditório do Ed. CEO, que fica ao lado do Salvador Shopping, no bairro do Caminho das Árvores, em Salvador. O evento é gratuito.

Patrulha de prevenção à violência doméstica ajuda a combater agressões contra mulheres

Exibição em 14 fev 2019

Tornozeleiras eletrônicas ajudam a monitorar quem responde por violência doméstica

12 fev 2019

Crianças expostas à violência têm cognição social afetada e não reconhecem sentimentos dos outros, diz pesquisa

Estudo, feito com cerca de 70 estudantes de 10 a 12 anos de escolas públicas de Porto Alegre, avaliou o impacto da criminalidade no aprendizado e no funcionamento do cérebro.

Por Lilian Lima, G1 RS
06/02/2019

Uma pesquisa desenvolvida pelo Instituto do Cérebro do Rio Grande do Sul mostrou alteração no desenvolvimento de crianças expostas à violência. O estudo, feito com cerca de 70 estudantes de 10 a 12 anos de escolas públicas de Porto Alegre, avaliou o impacto da criminalidade no aprendizado e no funcionamento do cérebro. Foram escolhidos bairros com altos índices de violência.

sábado, 16 de fevereiro de 2019

O que é "garantir direitos iguais" e o que é "dar privilégio"?

Se todos são iguais, porque é preciso criar uma legislação específica para proteger um grupo? Não seria isso um privilégio?
Papo de Homem
Gabriella Feola
15 de Fevereiro de 2019
Nesta quarta feira, 13 de fevereiro, às vésperas do dia de São Valentim, foi a julgamento no STF a proposta de criminalização da Homofobia.
Nos últimos anos, qualquer tema que envolva sexualidade e legislação tem gerado muito rebuliço na política e polêmica entre os cidadãos.
Nesses últimos dias vimos diversas manifestações de LGBTQ e apoiadores que querem que a homofobia seja um crime inafiançável, assim como o racismo. E vimos também muitas pessoas contra a criminalização, questionando que “se todos são iguais, porque é preciso criar uma legislação específica para proteger um grupo? Não seria isso um privilégio?”

3 pontos para avançarmos as discussões sobre masculinidade tóxica

Quais os limites do termo masculinidade tóxica e por que ainda temos poucos exemplos de masculinidades saudáveis na mídia?
Luciano Ribeiro
Papo de Homem
publicado em 14 de Fevereiro de 2019
Em 2018 o dicionário Oxford elegeu "tóxico" como a palavra do ano.
Não é muito difícil entender o porquê. Ao longo de 2018 pudemos observar a palavra em diversos contextos, sendo usada para designar relacionamentos abusivos, cultura, produtos químicos, poluição, mas principalmente para definir determinadas características da masculinidade.

TikTok pode ser banido da Índia por ter uso associado a cyberbullying

Legisladores indianos afirmam que o aplicativo têm sido utilizado para promover "degradação cultural" na população

B9
por Matheus Fiore
14.fev.2019
Um dos aplicativos de maior sucesso do momento é o TikTok, plataforma onde os usuários compartilham vídeos curtos geralmente com propósitos humorísticos e musicais. A febre mundial, porém, também tem dado dor de cabeça para os jovens de alguns países, e agora o app pode até vir a ser banido da Índia.

Mulheres fotógrafas que usam a arte para reivindicar direitos

por: Mari Dutra
As mulheres estão conquistando cada vez mais espaço em diversas áreas de atuação (felizmente!) e isso se repete quando o assunto é fotografia. Para homenagear estes olhares talentosos que utilizam uma câmera para reivindicar visibilidade e direitos, fizemos uma seleção com 10 mulheres poderosas no campo da fotografia. Entre iniciantes e profissionais renomadas, brasileiras e estrangeiras, cada uma delas soube usar sua arte para promover um mundo mais igualitário para todos.

“Não aceitamos mudanças feitas sem consulta aos povos indígenas”, afirmam mulheres Munduruku


 
De 30 de janeiro a 2 de fevereiro, ocorreu o III Encontro de mulheres Mundurukudo médio Tapajós, na aldeia Sawré Muybu, dentro da terra indígena de mesmo nome.
A reportagem é de Verônica Holanda, publicada por Conselho Indigenista Missionário – Cimi, 14-02-2019.
Como resultado, foi divulgada uma carta em sua página do Facebook solidarizando-se com os Pataxó Hã Hã Hãe, afetados pela poluição causada pelos rejeitos de mineração da barragem do Córrego do Feijão, em Brumadinho. Elas também reafirmam a resistência à política indigenista do governo Bolsonaro, criticando a ausência de consulta acerca de medida que têm impacto direto sobre suas vidas.
“Nós também estamos ameaçados por empresa de mineração como a Rio Vermelho, que já está destruindo nossos locais sagrados e por muitas outras que tem requerimento no ANM [Agência Nacional de Mineração] pra explorar nossas terras”, relatam no texto. Elas afirmam também que que o Governo quer autorizar esse tipo de projeto de morte dentro de terra indígena e que não vão aceitar tais ações.

Debora Diniz: "É injusto proibir meninas e mulheres de serem livres"

"Esta foto é um espelho invertido da história do Afeganistão. Mulheres de mini-saia em Cabul nos anos 1970. Essas mulheres são da geração de nossas mães ou avós. Hoje vestem burca e são proibidas de estudar" (Foto: Reprodução/Twitter)

Antropóloga analisa como a liberdade da mulher foi sendo cerceada ano após ano no Afeganistão. "Não importa que esta tese implique em julgar crenças religiosas ou culturais de outros países como injustas."

07.02.2019 -POR DEBORA DINIZ

Publiquei em minha conta no Twitter uma foto de três mulheres jovens afegãs com ares de estudantes universitárias. Elas estavam em Cabul, no Afeganistão, nos anos 1970, quando nasci. As três conversavam entre si em uma cena de rua. Duas delas parecem ter percebido a câmera e dispensaram um breve olhar. Como no “instante decisivo”, de Henri Cartier-Bresson, a vida transcorria sem preparação para o fotógrafo.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

Valentine's Day: Por que japonesas são ‘obrigadas’ a dar chocolates aos homens


Mulher japonesa comprando chocolate em uma loja de departamentoDireito de imagemGETTY IMAGES
Image captionNa tradição japonesa, mulheres dão chocolate para colegas de trabalho

Tim McDonald
BBC News
14 fevereiro 2019
Pelo mundo, as pessoas costumam dar chocolates de presente no Dia dos Namorados. Mas, no Japão, é um pouco mais complicado. Nessa data, apenas as mulheres presenteiam com chocolate. E não são apenas seus parceiros que recebem o agrado, mas também seus colegas de trabalho homens.

Rumo à Ciência, uma corrida de obstáculos – Parte 2

A SEGUNDA PARTE DA COBERTURA DO SEMINÁRIO “SBPC E AS MULHERES E MENINAS NA CIÊNCIA” TRAZ AS INICIATIVAS APRESENTADAS NO EVENTO QUE BUSCAM ABRIR UMA JANELA DE OPORTUNIDADE PARA QUE AS JOVENS DESCUBRAM SEUS TALENTOS CIENTÍFICOS
Ciência&Mulher
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019
Janes Rocha – Jornal da Ciência
Além de refletir sobre a evolução da importância da mulher na ciência, as dificuldades para as cientistas chegarem aos cargos de liderança, o seminário “SBPC e as Mulheres e Meninas na Ciência”, realizado na última segunda-feira, 11 de fevereiro, em São Paulo, também trouxe para o debate as iniciativas que incentivam meninas a se interessarem e escolherem carreiras em ciências. O evento, realizado pela Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), com apoio do Programa L’Oréal-Unesco-ABC “Para Mulheres na Ciência”, foi realizado em comemoração ao “Dia de Mulheres e Meninas na Ciência”, estabelecido pela Unesco em 2015.

Rumo à Ciência, uma corrida de obstáculos – Parte 1

12 de fevereiro de 2019
Janes Rocha – Jornal da Ciência

COMENTÁRIOS NEGATIVOS E FALTA DE MODELOS SÃO OS MAIORES OBSTÁCULOS AO AVANÇO DAS MULHERES NA CIÊNCIA, CONCLUEM AS PARTICIPANTES DO SEMINÁRIO “SBPC E AS MULHERES E MENINAS NA CIÊNCIA”

Quando se trata de presença de mulheres nos estudos de ciência, o Brasil está muito à frente de países como Estados Unidos, Alemanha e Japão. Porém, ao contrário do senso comum que aponta a família como uma dificuldade para que as mulheres sigam carreiras, seja na academia, seja nas empresas, é a cultura machista que bloqueia as mulheres desde cedo, tornando as iniciativas femininas na área uma verdadeira corrida de obstáculos, mais do que a dupla jornada de trabalho. Esse foi o tom das apresentações feitas durante o seminário SBPC e as Mulheres e Meninas na Ciência, realizados nesta segunda-feira (11/2), em São Paulo.

A máfia dos carrinhos de bebê

Adultos empurrando crianças em carrinhos de bebê
Primeiros furtos sistemáticos de carrinhos de bebê em Berlim foram registrados em 2007
  • DW
  • 11.02.2019
  • Clarissa Neher
Nos últimos dois anos, mais de 1,5 mil carrinhos de bebê foram roubados de prédios em Berlim. Ladrões visam modelos mais caros para revendê-los na internet. De todos os furtos, a polícia elucidou apenas 69.

Poderia Me Perdoar? | Trailer Oficial | Legendado HD



Can You Ever Forgive Me? é um filme biográfico de comédia dramática americano dirigido por Marielle Heller e escrito por Nicole Holofcener e Jeff Whitty, baseado nas memórias da autora americana Lee Israel de mesmo nome.

Inclusão de mulheres e minorias ganha espaço na Campus Party

Maior evento de tecnologia da América Latina tem palestras e painéis sobre diversidade. Programação termina no próximo domingo (17).


Por Luísa Melo, G1
15/02/2019
Público tem mulheres em peso para assistir a painel sobre empoderamento feminino na tecnologia, no palco principal da Campus Party 2019 — Foto: Fábio Tito/G1
Público tem mulheres em peso para assistir a painel sobre empoderamento feminino na tecnologia, no palco principal da Campus Party 2019 — Foto: Fábio Tito/G1

Entre exposições de supercomputadores, drones, impressoras 3D e discussões sobre programação, astronomia e ciência, um assunto chamou a atenção na 12ª edição da Campus Party, que acontece nesta semana, em São Paulo: como incluir mais mulheres, negros e pessoas LGBTI no setor de tecnologia.
Só entre quarta (13) e quinta-feira (14), a diversidade foi o principal tema de ao menos 8 palestras no maior palco do evento, que também contou com painéis compostos exclusivamente por mulheres.