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terça-feira, 17 de março de 2020

'ELE FEZ O MAL PARA MINHA MÃE', DIZ ÓRFÃ DE FEMINICÍDIO


Alice e Helena, na época com 2 e 4 anos, chegaram à casa dos avós chorando e gritando que o pai tinha matado a mãe. A mais nova cortou a imagem do pai de fotos em que ele aparecia com a mãe e até hoje tem pesadelos. Foto: Diego Bresani / Agência O Globo

Alice e Helena, na época com 2 e 4 anos, chegaram à casa dos avós chorando e gritando que o pai tinha matado a mãe. A mais nova cortou a imagem do pai de fotos em que ele aparecia com a mãe e até hoje tem pesadelos. Foto: Diego Bresani / Agência O Globo


A MENINA EDUARDA, DE 8 ANOS, PRESENCIOU O ASSASSINATO COMETIDO POR SEU PRÓPRIO PAI EM 2016; CASOS DE MULHERES MORTAS POR SEUS PRÓPRIOS MARIDOS AFETAM DIRETAMENTE 2 MIL PESSOAS POR ANO NO BRASIL

Renata Mariz
Época
06/03/2020
“A pessoa que me disse (para não contar) foi meu pai. Que ele matou minha mãe”, narrou, chorando, Eduarda, diante dos sete jurados no tribunal. A menina tinha 8 anos quando participou como testemunha do julgamento do assassinato de Josilene Ferreira de Araújo, de apenas 23 anos, sua mãe. Com a ajuda de uma psicóloga, a menina contou o que vira naquela noite de junho de 2016, no bairro da Paz, em Manaus, onde morava a família. O testemunho de Eduarda, hoje uma menina calma, de sorriso tímido e olhos vivos, foi considerado decisivo para condenar o pai, Diego Pacheco.

“Ele deu uma facada no pescoço, depois tirou ela para botar no outro quarto e botou um lençol em cima dela. Ele botou um travesseiro na cara dela para ela não respirar”, contou Eduarda. Se tragédias como a de Josilene começaram a ser contabilizadas em 2015, quando a legislação brasileira passou a classificar como feminicídio o assassinato em que o fato de a vítima ser mulher é determinante para o crime, o drama dos órfãos dessas famílias permanece invisível. Em muitos casos, perdem ao mesmo tempo a mãe, morta, e o pai, preso pelo crime hediondo.
Eduarda e o irmão, ela aos 9 anos, ele aos 8, não estão sequer nas estatísticas, simplesmente porque inexistem dados a respeito dos filhos das vítimas. Nesta reportagem, as crianças serão identificadas com nomes fictícios para proteger ao menos sua identidade, já que o país não conseguiu proteger sua infância. A pedido de ÉPOCA, o Fórum Brasileiro de Segurança Pública projetou que, todo ano, os feminicídios deixam mais de 2 mil órfãos no país. A estimativa é baseada na quantidade de vítimas registradas em 2018, último ano com dados fechados, quando 1.206 mulheres foram mortas por serem mulheres — seja no contexto de violência doméstica, seja pelo menosprezo à condição de gênero, conforme define a lei que criou o feminicídio como circunstância qualificadora do homicídio.
Josilene foi assassinada em 2016, quando a lei do feminicídio era relativamente nova e enfrentava resistências até mesmo no âmbito de órgãos estatais. O julgamento, em julho passado, durou mais de 12 horas, sob sigilo. O depoimento de Eduarda arrancou lágrimas dos presentes.
Ao responder por que não tinha saudade do pai, durante o testemunho, a menina explicou: “Porque ele fez o mal para minha mãe”. A avó reza para que os netos superem a perda. “A lembrança fica, mas um dia a dor vai ter de passar.”
Leia a reportagem completa, exclusiva para assinantes:
Os órfãos do feminicídio
Postado por SOS AÇÃO MULHER E FAMÍLIA às 07:13
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Para denunciar maus-tratos contra crianças e adolescentes no município de Campinas, ligue para 3236.5799 / 0800-7701085 (Plantão) / Disque 100 (Disque Direitos Humanos).

De modo geral, os maus-tratos na infância podem ser agrupados em quatro categorias principais: abuso físico, abuso sexual, abuso emocional (incluindo a exposição à violência doméstica) e negligência. Em alguns casos, os efeitos dos maus-tratos são observados de imediato.


Direção: Caco Souza

SOS Ação Mulher e Família é uma das primeiras a receber Selo Ouro de preenchimento

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De acordo com os últimos dados do IBGE, a cada ano, aproximadamente 1,2 milhão de mulheres são vítimas de violência no Brasil. Dessas, cerca de meio milhão sofrem estupro, segundo estimativas do Ipea Instituto de Pesquisa, mas somente 52 mil denunciam à polícia. Outro dado que chama a atenção é que 48% das mulheres agredidas sofrem a violência dentro da própria casa. Para discutir este grave problema, o Observatório dedica a ele a quarta imagem da campanha #eumeimporto

A violência doméstica não pode ser passada adiante.

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40% das mulheres que vivenciaram cenas de violência intrafamiliar na infância, acabam reeditando estas mesmas cenas na vida adulta, agora com o parceiro ou alguém próximo a ela. E para impedir a transgeracionalidade da violência (que ela passe de uma geração para outra), o SOS Ação Mulher e Família atende mulheres, homens, crianças e adolescentes vulneráveis, oferecendo acompanhamento psicológico, social e jurídico. Saiba mais: https://www.sosmulherefamilia.org.br/ Criação: Agência Artplan

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I Fórum Sobre Violência contra a Mulher – Lucélia Braghini, psicóloga do SOS Ação Mulher e Família

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Entrevista: Dra. Lucélia Braghini, psicóloga do SOS Ação Mulher e Família, pela ASN

"Para derrotar o monstro da violência contra a mulher"


Comissão Permanente da Mulher em Campinas, com a participação do SOS Ação Mulher e Família

Depoimento de uma aluna do Centro de Beleza e Moda, projeto do SOS Ação Mulher e Família

“Contando tudo como começou quando descobri o SOS Mulher

Eu cheguei ao SOS muito desanimada, meio depressiva. Desiludida com tudo a minha volta. Aqui eu encontrei várias pessoas que talvez estivessem procurando algo que nem sabiam o que, também como eu.

Então comecei a participar de cursos, como massagem, porque eu achava que este curso poderia aliviar as minhas dores. Fiz também curso de depilação (2004/2007), cabeleireira (2007). Enfim, tudo que aparecia eu ia fazendo. Então dei continuidade ao meu curso de cabeleireira, e graças a Deus hoje já posso trabalhar para mim mesma, em minha casa, e sou uma pessoa feliz e realizada.

Graças a Deus, em primeiro lugar, e ao SOS, em segundo lugar.”

Maria José Gonçalves

Campinas, 01 de outubro de 2015

Fluxo da Rede da Mulher em Campinas/SP

Fluxo da Rede da Mulher em Campinas/SP

PARCEIROS DO SOS AÇÃO MULHER E FAMÍLIA


Federação das Entidades Assistenciais de Campinas

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Prefeitura de Campinas

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Secretaria Municipal de Assistência Social, Pessoa com Deficiência e Direitos Humanos, Conselho Municipal de Assistência Social, Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, Conselho Municipal dos Direitos da Mulher

Universidade de Campinas

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PROEC - Pró-Reitoria de Extensão e Cultura

Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher / CAISM

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Universidade de Campinas

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Phomenta

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Reserva Natural

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Central de Penas e Medidas Alternativas

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Secretaria da Administração Penitenciária - Coordenadoria de Reintegração Social e Cidadania
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