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sábado, 31 de dezembro de 2016

#asmulheres

Miguel Conde Coutinho
31/12/2016

Em dezembro de 2015, escrevi aqui sobre a minha convicção de que o século XXI irá ser o século das mulheres. Era, e continua a ser, meu desejo que "a Humanidade perceba rapidamente que necessita de mais mulheres a tomar decisões, de mais mulheres a tomar a liderança, de mais mulheres a ser responsáveis pelas suas comunidades". E acrescentava: "Há cada vez mais mulheres a influenciar a narrativa no discurso público e mais gente a cobrar os abusos de linguagem ou de comportamento". Ora isso, se não era ainda claro, ficou bem transparente esta semana, com o coro de críticas públicas às opções de um jornal e de uma revista de recorrerem apenas a homens, de razoável idade, para fazer as suas previsões para 2017. Nem mulheres, nem jovens, nem minorias foram chamados a dar a sua opinião. Mas o mais interessante de analisar, para além da óbvia omissão, foi o escândalo público, perfeitamente justificado, que a denunciou. O velho mundo é machista, paternalista e, pior ainda, condescendente. As mulheres, que sempre o souberam, têm agora na voz a força para o dizer alto e nas mãos o poder para o mudar. Assim o possam. Assim o façam.

JORNALISTA

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