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quinta-feira, 9 de abril de 2020

RENDA EMERGENCIAL DE R$ 1200 PARA MÃES CHEFE DE FAMÍLIA É MARCO PARA ENFRENTAMENTO DAS DESIGUALDADES


Acúmulo gerado pelo debate da Reforma da Previdência acelerou definição de renda mínima para esse grupo na Câmara, diz deputada do PSOL
Giulliana Bianconi
30/03/2020
Época

A Renda Mínima Emergencial prevista é de R$ 600 para trabalhadores informais de baixa renda Foto: Marcello Casal Júnior / Agência O Globo
A Renda Mínima Emergencial prevista é de R$ 600 para trabalhadores informais de baixa renda Foto: Marcello Casal Júnior / Agência O Globo


Em meio à apreensão sobre qual será a magnitude por aqui da crise que dia após dia é narrada com números crescentes de mortos e internados em “caso grave” em hospitais, uma articulação impulsionada por economistas e organizações da sociedade civil para avançar a proposta de uma renda emergencial chegou ao Congresso dias atrás. Na quinta-feira (26), a medida foi aprovada pela Câmara, e mesmo antes de ser confirmada pelo Senado já representa um marco nas ações de enfrentamento às desigualdades sociais que contemplam o recorte de gênero e de raça.

A Renda Mínima Emergencial prevista é de R$ 600 para trabalhadores informais de baixa renda. Mas o texto prevê que mães sem cônjuge recebam o dobro desse valor, quantia que também poderá ser transferida a casais onde os dois tenham a condição de trabalhador informal com renda de até três salários mínimos ou meio salário mínimo por membro da família.
Para que o texto fosse aprovado desta forma, deputadas da bancada feminina, aquelas que atuam para que temas relacionados a direitos das mulheres ganhem espaço na Casa, fez a sua parte. Em entrevista à coluna, a deputada federal Sâmia Bomfim (PSOL-SP) afirmou que o acúmulo do debate sobre questões de gênero durante a Reforma da Previdência foi muito importante para que agora os ajustes no texto relacionados à condição das mulheres trabalhadoras informais nesse cenário de crise fossem feitos rapidamente e apresentados ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ).
“Há aspectos que já não precisamos discutir muito, que discutimos muito durante a Reforma, mas ainda assim não estamos falando somente da bancada feminina, precisamos dialogar e obter a aprovação da presidência da Câmara, que nos surpreendeu com a aceitação rápida da proposta de inserção desse valor dobrado para as chefes de famílias monoparentais”, conta a parlamentar.
O texto que veio do governo previa inicialmente o valor de R$ 200 para homens e mulheres, tivessem filhos ou não, desde que fossem informais de baixa renda. Depois de consensuar para R$ 500 por pessoa o valor a ser sugerido ao Executivo, deputados concordaram também na mudança que contempla as mães chefes de família e que faz jus à condição de grande parte da população que recebe benefícios.
De acordo com o Ministério da Cidadania, que gerencia o Cadastro Único, sistema onde estão todos os beneficiários de programas de assistência social, as mulheres mães chefes de família são pelo menos ⅓ de todos os cadastrados no sistema.
Não fazer distinção alguma a mulheres chefes de família seria impor a elas uma penalização econômica em comparação aos outros beneficiários. E não só. As crianças também, consequentemente, estariam menos assistidas. Seria manter sobre os ombros das mulheres o tão discutido custo da reprodução, como se fosse uma questão de escolha delas cuidar dos filhos que ficaram sem o suporte financeiro e a presença dos pais.
A psolista não reivindica o protagonismo exclusivo da conquista para o seu partido, embora a legenda tenha enviado uma emenda onde sinaliza que a mudança deveria ser feita. “Foi uma articulação dessa bancada feminina, e que encontrou espaço além da bancada, o que é importante para seguirmos trabalhando pelos direitos que queremos”, define.
Postado por SOS AÇÃO MULHER E FAMÍLIA às 08:53
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De acordo com os últimos dados do IBGE, a cada ano, aproximadamente 1,2 milhão de mulheres são vítimas de violência no Brasil. Dessas, cerca de meio milhão sofrem estupro, segundo estimativas do Ipea Instituto de Pesquisa, mas somente 52 mil denunciam à polícia. Outro dado que chama a atenção é que 48% das mulheres agredidas sofrem a violência dentro da própria casa. Para discutir este grave problema, o Observatório dedica a ele a quarta imagem da campanha #eumeimporto

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I Fórum Sobre Violência contra a Mulher – Lucélia Braghini, psicóloga do SOS Ação Mulher e Família

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Entrevista: Dra. Lucélia Braghini, psicóloga do SOS Ação Mulher e Família, pela ASN

"Para derrotar o monstro da violência contra a mulher"


Comissão Permanente da Mulher em Campinas, com a participação do SOS Ação Mulher e Família

Depoimento de uma aluna do Centro de Beleza e Moda, projeto do SOS Ação Mulher e Família

“Contando tudo como começou quando descobri o SOS Mulher

Eu cheguei ao SOS muito desanimada, meio depressiva. Desiludida com tudo a minha volta. Aqui eu encontrei várias pessoas que talvez estivessem procurando algo que nem sabiam o que, também como eu.

Então comecei a participar de cursos, como massagem, porque eu achava que este curso poderia aliviar as minhas dores. Fiz também curso de depilação (2004/2007), cabeleireira (2007). Enfim, tudo que aparecia eu ia fazendo. Então dei continuidade ao meu curso de cabeleireira, e graças a Deus hoje já posso trabalhar para mim mesma, em minha casa, e sou uma pessoa feliz e realizada.

Graças a Deus, em primeiro lugar, e ao SOS, em segundo lugar.”

Maria José Gonçalves

Campinas, 01 de outubro de 2015

Fluxo da Rede da Mulher em Campinas/SP

Fluxo da Rede da Mulher em Campinas/SP

PARCEIROS DO SOS AÇÃO MULHER E FAMÍLIA


Federação das Entidades Assistenciais de Campinas

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Prefeitura de Campinas

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Secretaria Municipal de Assistência Social, Pessoa com Deficiência e Direitos Humanos, Conselho Municipal de Assistência Social, Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, Conselho Municipal dos Direitos da Mulher

Universidade de Campinas

Universidade de Campinas
PROEC - Pró-Reitoria de Extensão e Cultura

Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher / CAISM

Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher / CAISM

Universidade de Campinas

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Phomenta

Phomenta

Reserva Natural

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Central de Penas e Medidas Alternativas

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Secretaria da Administração Penitenciária - Coordenadoria de Reintegração Social e Cidadania
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