Contribua com o trabalho do SOS Ação Mulher e Família: Banco Santander (033) / Agência 0632 / Conta Corrente 13000863-4 / CNPJ 54.153.846/0001-90

domingo, 31 de dezembro de 2017

‘Nenhuma mulher deve morrer no processo de se tornar mãe’, diz diretora da OPAS

Um enfoque baseado em direitos humanos que utilize instrumentos legais internacionais pode ajudar no esforço de redução da mortalidade materna nas Américas, disseram especialistas durante simpósio realizado pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS) no início de dezembro (8) em Washington.
Apesar de a mortalidade materna ter caído 43% na América Latina e 30% no Caribe de 1990 a 2010, o progresso foi insuficiente para alcançar o objetivo de redução de 75% estabelecido pelos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio das Nações Unidas em 2015. “Isso é um reflexo da desigualdade dentro e entre os países, e também uma negação dos direitos humanos daquelas mulheres que morreram por conta de algo tão natural com dar a luz”, disse a diretora da OPAS, Carissa Etienne.
Apesar de a mortalidade materna ter caído 43% na América Latina e 30% no Caribe de 1990 a 2010, o progresso foi insuficiente para alcançar o objetivo de redução de 75% estabelecido pelos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio. Foto: OPAS/OMS
Apesar de a mortalidade materna ter caído 43% na América Latina e 30% no Caribe de 1990 a 2010, o progresso foi insuficiente para alcançar o objetivo de redução de 75% estabelecido pelos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio. Foto: OPAS/OMS
Um enfoque baseado em direitos humanos que utilize instrumentos legais internacionais pode ajudar no esforço de redução da mortalidade materna nas Américas, disseram especialistas durante simpósio realizado pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS) no início de dezembro (8) em Washington.
“Ao utilizar as disposições reconhecidas nos instrumentos internacionais de direitos humanos, é possível incluir compromissos obrigatórios para permitir que as mulheres sobrevivam à gravidez e ao parto, como parte de seus direitos de saúde sexual e reprodutiva”, disse Carissa F. Etienne, diretora da OPAS.
“Nenhuma mulher deve morrer no processo de se tornar mãe”, disse Etienne, que completou ter contratado mais profissionais, “com foco nos dez países de nossa região com maior mortalidade materna”, para trabalhar unicamente na abordagem dos fatores que contribuem para esses indicadores.
Uma em cada cinco mortes maternas nas Américas é resultado de hemorragia obstetrícia durante ou imediatamente após o parto. A OPAS empreendeu uma iniciativa denominada “Zero morte materna por hemorragia”, com ações para melhorar tanto o acesso a serviços de saúde para grávidas como a qualidade de atenção para mulheres com complicações hemorrágicas na gravidez.
Apesar de a mortalidade materna ter caído 43% na América Latina e 30% no Caribe de 1990 a 2010, o progresso foi insuficiente para alcançar o objetivo de redução de 75% estabelecido pelos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio das Nações Unidas em 2015, disse Etienne. “Isso é um reflexo da desigualdade dentro e entre os países, e também uma negação dos direitos humanos daquelas mulheres que morreram por conta de algo tão natural com dar a luz”, disse.

Nenhum comentário:

Postar um comentário